Auto confiança e auto estima

4 passos para sair da sua zona de conforto

Você já ouviu falar que o crescimento pessoal só acontece fora da nossa zona de conforto? Isso é a mais pura verdade! Todos nós temos uma área em que nos sentimos seguros física e emocionalmente. Uma das características mais comuns entre empreendedores de sucesso são a capacidade e a determinação de sair de sua zona de conforto e ampliar os seus limites constantemente.

É claro que não há nada errado com as pessoas se sentirem felizes na sua zona de conforto. Isso é uma opção. Agora, se você quer se desenvolver pessoal e profissionalmente, aprender e fazer coisas novas é essencial. Assumir riscos e ousar é inevitável para o crescimento do seu negócio. Não estou sugerindo que se assumam riscos irresponsáveis, mas aproveitar as oportunidades e arriscar de maneira calculada é fundamental para construir um negócio bem-sucedido.

Eu me considero privilegiada porque a minha filha tem uma empresa de treinamento que ensina as pessoas a sair da sua zona de conforto. Eu, como boa aluna, tenho praticado muito. Mesmo assim, devo confessar que nem sempre é fácil. Por exemplo: no momento, estou participando de uma concorrência pública aqui nos Estados Unidos cujo valor de contrato é aproximadamente o faturamento anual da minha empresa. Depois de muita análise, ansiedade e insônia, resolvi encarar o medo e ir em frente – esticando a minha zona de conforto. Afinal, se, entre os negócios listados na Inc 5000, o rol das empresas que mais crescem nos Estados Unidos, a média anual de crescimento é de 172%, dobrar o faturamento não é tanto risco assim.
Existem alguns sinais que ajudam a identificar que a sua zona de conforto pode estar atrapalhando. Aqui estão alguns deles:

• Autocrítica exagerada
• Estresse excessivo
• Falta de motivaçao
• Ansiedade
• Desculpas constantes
• Um negócio estagnado ou em declínio

Caso alguns desses sinais sejam uma constante na sua vida e você esteja decidido a crescer, está na hora de sair conscientemente da sua zona de conforto. Algumas dicas para ajudar nesse processo:

1. Não se preocupe com o que os outros vão pensar
É impressionante o quanto isso afeta a maioria das pessoas. Pesquisas nos Estados Unidos apontam que falar em público ocupa o primeiro lugar na lista dos maiores medos dos americanos. Pasme: é maior do que o medo de morrer ou de ficar doente. Mas isso não é nada mais do que a preocupação com o que vão pensar de nós. Considere o seguinte: se esse é o principal medo do ser humano, quer dizer que isso é normal. Não há por que ter receio. Uma boa dica é enfrentar os seus medos começando pelos menores e partir para os maiores à medida que se sentir mais seguro.

2. Faça parcerias
Li um artigo que falava que existem algumas coisas que simplesmente não são destinadas a serem feitas sozinhas. O exemplo era o de uma mulher que, havia mais de dois anos, sonhava apresentar uma palestra na associação a que ela pertencia. Até que lhe sugeriram encontrar uma parceira para fazer a palestra com ela. Ela seguiu o conselho, encontrou alguém em uma semana e, depois de trabalharem animadamente, a apresentação foi feita com muito sucesso.  Em alguns casos, trabalhar em conjunto não só é muito mais divertido como também faz com que você se sinta mais seguro.

3. Confie e aceite
A zona de conforto é um espaço muito previsível, e você geralmente sabe o que vai acontecer nela. O medo do desconhecido poderá mantê-lo preso para sempre. Uma boa sugestão é não criar expectativas e aceitar os resultados de suas ações. Assumir riscos calculados e arriscar somente aquilo que você pode perder é uma boa saída. Não há necessidade de entrar de cabeça e arriscar a perder tudo. Por exemplo: caso esteja planejando lançar um produto ou serviço, não assuma compromissos em grande escala antes de testar o mercado. Comece pequeno pois, caso não tenha os resultados esperados, a perda poderá ser encarada como lição para aperfeiçoar o produto ou serviço ou a forma como eles são oferecidos. Sem grandes expectativas, você se sentirá mais seguro para arriscar.

4. Vizualize o sucesso
O pensamento positivo tem um poder imenso. Se ficar pensando que pode não dar certo, não haverá como não aumentar a sua insegurança e, consequentemente, o medo. Passar alguns minutos por dia visualizando o sucesso fará com que você fique muito mais disposto a assumir os riscos associados. Isso funciona seja nos negócios, seja na sua vida pessoal. O poder da mente é surpreendente.

Para concluir, se você nunca sai da sua zona de conforto, está sabotando as suas chances de sucesso e de uma vida mais feliz. Não tenha medo de experimentar coisas novas em nenhum aspecto da sua vida. Você vai descobrir que tem muito mais capacidade e coragem do que pensava. E, ao enfrentar cada desafio, você terá pela frente uma vida muito mais excitante e gratificante. Ponha isso em prática! Você não tem nada a perder – e tudo a ganhar.

Sucesso na crise: 10 coisas que aprendi remando contra a maré

Comecei minha carreira em 1991, quando tive minhas primeiras lições de mercado ainda aos 19 anos de idade. Qual era o cenário naquela ocasião? Fernando Collor de Melo era o presidente do Brasil. Eleito em 1989, tomou posse em 1990. O Brasil vivia uma inflação louca de mais de 80% ao mês. O preço de tudo mudava duas vezes por dia e até mesmo as donas de casa precisavam agir como verdadeiras economistas para aplicarem seu dinheiro.

Para que você entenda bem o que significa uma inflação de 80% ao mês, imagine que o seu salário é de 100 reais. Ao final do mês ele se tornava algo equivalente a 20 reais, porque 80% dele foi consumido pela inflação. Para isso, existiam complexos dispositivos bancários e de indexações para que as pessoas conseguissem proteger um pedaço de seu poder de compra. Era um caos.

Na tentativa de resolver a economia, uma das primeiras decisões do governo Collor foi um pacote ousado e inesperado de confisco de dinheiro da população. O chamado Plano Collor. Todos os brasileiros tiveram a poupança confiscada, deixando apenas um pequeno valor à disposição de cada um. O valor confiscado seria, um dia, devolvido para todos. Alguns se suicidaram, outros que tinham compromissos a serem honrados quebraram e houve uma revolta generalizada. O que se esperava era que, como os ricos são a minoria, que a grande massa aprovasse as medidas. No dia 29 de dezembro de 1992, no entanto, Collor foi deposto pelo processo de impeachment. Três dias antes, no dia 26 de dezembro, com 20 anos, eu me casava com Luciana, que tinha 17 anos de idade. Estávamos decididos a iniciar a nossa vida e escrever a nossa história com as nossas própria mãos.

Nesse cenário, com o mercado sem dinheiro, desemprego alto, recessão e com inflação explodindo, foi que eu comecei minha carreira profissional. Nessa época, dizer que falar inglês um dia seria importante como sabemos hoje era uma grande novidade. Enquanto as pessoas trabalhavam para sobreviver, vender cursos de inglês requeria uma habilidade e idealismo acima da média.

Trabalhei por quatro anos nessa empresa e escalei vários cargos até ser um diretor de quatro cidades, responsável por 20 gerentes em minha divisão, ganhando 7 mil dólares por mês, com apenas 22 anos de idade. Em 1994, entrou em cena o Plano Real, que finalmente conseguiu implantar uma economia estável no Brasil. Esse cenário coincidia com minha decisão de largar aquele ganho, pedindo demissão da empresa que representou para mim o meu MBA em cenários turbulentos, para abrir meu próprio negócio. Em abril de 1995, inaugurei a primeira escola da WiseUp, que 18 anos mais tarde veio a ter quase 400 escolas em funcionamento em 6 países e que gerou mais de 10 mil empregos diretos no Brasil.

O que aprendi naquele ambiente turbulento?

1. Crise é sinônimo de oportunidades. Não gosto de crises e prefiro muito mais os ambientes estáveis. No entanto, não temos controle sobre o que acontece no país e no mundo. Logo, as crises sempre virão e se destacam os que sabem lidar com ela, ou melhor, os que sabem aproveitar as oportunidades que aparecem no meio delas. Eu costumo dizer que, em momentos de crises, o dinheiro troca de mão. Os velhos ricos sempre darão o lugar aos novos ricos que virão de baixo, os que são mais resistentes às mudanças e são mais arrojados, enquanto os velhos ricos ficam na defensiva, porque acham que têm algo a perder. Geralmente, perdem por não saírem da defesa e acabam levando uma goleada. Afinal, quem não faz leva.

2. Numa crise, é preciso ter um grau maior de idealismo. Prosperar no deserto da crise requer mais idealismo. Tecnocratas não resistem aos percalços e não encontram razão para acordar pela manhã. Mergulham na lamúria da autopiedade e se afogam no mar das lamentações. A crise é o campo de batalha perfeito para você tirar a poeira de sua espada e escudo que ficaram guardados nos momentos de bonança. Associar seu negócio a um ideal mais forte e saber envolver seu time nesse propósito fará com que você consiga navegar contra o vento e a correnteza.

3. Durante a crise é preciso mudar a mentalidade e parar de fazer comparações. O mercado muda, a economia muda, a realidade muda. Logo, é preciso compreender as mudanças, reformatar a visão e sua compreensão da realidade e olhar para a frente. Evite ficar fazendo comparações com o passado, falando da época em que o dólar custava R$ 1,56, que você viajava para o exterior todos os anos e que tudo era mais fácil. Essa época passou e, agora, quanto mais tempo você levar para compreender que a realidade mudou e, por isso, sua mentalidade e disposição também precisam mudar, menos chances terá de prosperar durante a crise e maior será a possibilidade de você aumentar as estatísticas de fracasso.

4. Na crise, o que é problema para alguns, desemprego por exemplo, pode ser uma oportunidade para você. Excelente mão de obra fica disponível em tempos assim. Pessoas que querem virar o jogo e, por isso, podem se tornar excelentes aliados para construir seu projeto ao seu lado. Em tempos de crise, as pessoas precisam se preparar. Por isso, o setor de educação é sempre uma tendência.

5. Em tempos de dólar alto, exportar seu produto ou serviço pode ser uma boa saída. A expansão internacional pode ganhar o lugar da abertura de novas filiais no país e a conquista de novos mercados em terras estranhas se tornar uma nova tendência.

6. Durante a crise, separe as estações. É muito comum em tempos de crises acontecerem manifestações e mobilizações em torno do ambiente político. Não permita que essa agenda ocupe 100% de seu foco. Faça sua parte. Mas, no dia seguinte, volte para seu trabalho, para seu projeto e concentre-se em liderar sua equipe na direção certa. Cuidado para não transformar sua equipe de trabalho num movimento social. Em casos assim, a produtividade cai mais de 50% por um erro estratégico de gestão de pessoas.

7. Afaste-se dos que aproveitam a crise para justificar o fracasso. É fato que muitos passam dificuldades numa crise. No entanto, para vencer enquanto ela durar, é preciso reposicionar sua mentalidade e seu foco, e estar atento às oportunidades, como já citei. No entanto, os que não foram capazes de fazer isso rapidamente passarão por muitas dificuldades. Alguns, em vez de aprenderem com a experiência, não se levantam mais e acabam por influenciar outros que ainda lutam por seus objetivos. Selecione bem quem vai ter a permissão de depositar informações nos seus ouvidos.

8. Durante a crise, observe quem está vencendo. Busque identificar os que surfarão as melhores ondas. Observe o que fazem, suas táticas, como abordam o mercado e a razão de seu sucesso. Aprender com maiores referenciais é sempre recomendável em qualquer cenário, em especial numa crise.

9. Não se apegue a nada. Se o seu produto ou serviço não fazem mais sentido, mude, recomece, identifique e observe a sinergia entre a atividade que você exerceu e as novas tendências a fim de otimizar os esforços e investimentos para seu novo foco.

10. Por fim, a crise é um ambiente perfeito para os mais determinados, para os destemidos, para os que não se esmorecem por conta das adversidades e desejam mudar de vida e proporcionar uma vida melhor para sua família, apesar do cenário adverso.

Coitadistas e vitimistas padecem na crise e estão sempre prontos a encontrar um culpado. Numa crise, os protagonistas são os que terão história para contar e darão muitas risadas no futuro, contando para seus filhos e netos como venceram em meio ao caos.

Por fim, a crise pode acontecer na cidade, no país ou até no mundo. No entanto, você pode não sofrer os efeitos dela, ou melhor, pode até crescer durante a crise, se tiver a mentalidade certa e souber posicionar seu projeto com inteligência. A propósito, no ano de 2008, quando o mundo entrou numa grande crise financeira, foi quando minha empresa começou a crescer mais de 50% ao ano, contrariando todas as estatísticas.

Sobre crise, eu não li em um livro e nem escutei sobre isso numa cadeira da faculdade. Vivi tudo intensamente nas últimas duas décadas e com resultados positivos. Vivo hoje mais uma vez, empreendendo em diversos setores. Desejo a você todo sucesso nessa nova fase do Brasil. Não é fácil, mas é possível.

Força, GV. Quero ouvir e contar suas histórias de sucesso.

Quanto às minhas histórias, também quero continuar fazendo jus e obtendo bons resultados para poder compartilhar com você por aqui todos os dias.

8 PASSOS (SIMPLES) PARA SE TORNAR UM MILIONÁRIO:

1- Pare de ficar obcecado por dinheiro

Embora possa parecer contraditório, o foco na quantidade de dinheiro atrapalha na hora de fazer coisas que realmente contribuem para a construção e crescimento da riqueza. Então, mude a sua perspectiva: veja o dinheiro não como o objetivo principal, mas como um subproduto da realização das coisas certas.

2- Comece a ajudar as pessoas, mesmo que de forma pequena

As pessoas mais bem sucedidas – tanto financeiramente quando de outras formas – são incrivelmente úteis. Elas são boas em entender as outras pessoas e ajudá-las a alcançar seus objetivos; além disso, sabem que seu sucesso depende do sucesso das pessoas ao seu redor: funcionários, clientes, fornecedores, família, entre outros.

Quando você tem apenas alguns clientes e seu objetivo é fazer um monte de dinheiro, você está focado em encontrar maneiras de extrair até o último centavo deles. Mas quando você encontra uma maneira de servir um milhão de pessoas, o efeito do boca a boca é ampliado, o feedback que você recebe é exponencialmente maior e assim as suas oportunidades para melhorar seus produtos e serviços também crescem.

E, com o tempo, seu negócio se torna algo que você nunca sonhou, porque seus clientes e seus funcionários podem te levar a lugares que você não podia sequer imaginar.

4- Veja o dinheiro como uma forma de fazer mais coisas

De um modo geral, existem dois tipos de pessoas: aquelas que fazem as coisas porque querem ganhar dinheiro; e aquelas que querem ganhar dinheiro para fazer mais coisas. As primeiras irão fazer qualquer coisa, não importa o que, desde que recebam algo por isso, enquanto as outras amam o que fazem e o dinheiro é visto como um resultado disso.

Uma vez Walt Disney disse: “Nós não fazemos filmes para ganhar dinheiro, nós fazemos dinheiro para fazer mais filmes”.

5- Faça algo melhor

Escolha alguma coisa para você fazer e que você seja melhor do que qualquer um. Foque, trabalhe, traine, aprenda, inove e seja autocrítico, mas não de uma maneira masoquista, e sim para garantir que você continue a trabalhar para melhorar todos os aspectos do seu negócio. Pessoas financeiramente bem sucedidas fazem pelo menos uma coisa melhor do que quase todo mundo ao seu redor.

6- Faça uma lista das 10 melhores pessoas do mundo

Como você escolheu esses 10? Como você determinou quem foi o “melhor”? Como você mediu o seu sucesso? Use esses critérios para acompanhar seu próprio progresso.

Não basta admirar as pessoas de sucesso. Dê uma olhada de perto no que as torna bem-sucedidas. Em seguida, use esses critérios para ajudar a criar as suas próprias medidas de sucesso.

7- Acompanhe o seu próprio crescimento

Temos a tendência de nos tornar o que medimos; por isso, acompanhar o seu progresso, pelo menos uma vez por semana, conta como uma das suas principais medidas para chegar ao topo.

8- Crie rotinas que garantam o progresso

Nunca se esqueça de que para alcançar um objetivo é preciso criar rotinas. Digamos que você queira escrever um livro de 200 páginas; seu sistema para atingir esse objetivo poderia ser a escrever quatro páginas por dia. Apenas o desejo não vai terminar o seu manuscrito, mas aderindo fielmente à sua rotina, você vai alcançar seu objetivo.

Estabeleça metas, crie rotinas que suportem os seus objetivos e, em seguida, acompanhe o seu progresso. Consertar o que não funciona; melhorar e repetir o que funciona; refinar, rever, adaptar e trabalhar duro todos os dias vão te fazer ser melhor do que você era ontem.

7 Dicas Para Elevar Sua Autoestima

A autoconfiança está diretamente ligada a autoestima, e nesse artigo de hoje irei falar mais sobre as consequências de você ter uma baixa autoestima e eu vou te dar 7 dicas para você superar essa dificuldade.

Em primeiro lugar, é normal nós termos momentos em nossa vida em que nós sentimos para baixo, o grande problema é quando esses momentos começam a ser rotineiros.

A baixa autoestima é o resultado de diversas dificuldades emocionais, tais como sentimentos de culpa, vergonha, medos, inseguranças e diversos outros. Quando esses sintomas passam a fazer parte da rotina da pessoa, é um sinal que ela está precisando de dar mais atenção para o seu lado emocional.

E quais são as consequências disso?

Eu acredito que a autoestima é o fator chave que vai determinar o seu sucesso ou fracasso na vida, e quando mais baixa autoestima à pessoa tem mais distante de ter uma vida feliz ela fica.

Além disso, a pessoa passa a perder a produtividade em diversas áreas da vida, é comum ver uma redução drástica na qualidade dos relacionamentos, finanças e saúde.

Acompanhe comigo, quando a pessoa está com baixa autoestima ela não está se aceitando, se amando, em outras palavras ela está rejeitando o próprio ser.

A partir disso a pessoa começa atrair situações que vão gerar mais dor e dificuldade para a sua vida, ela entra em um ciclo de sofrimento que pode levar a uma depressão profunda, ou seja, se a pessoa não romper esse ciclo vicioso ela poderá ir para um caminho sem volta.

7 dicas para você  melhorar sua autoestima:

1 – Autoconhecimento

Invista no seu autoconhecimento, adquira cursos e livros e invista tempo para se conhecer mais. É a máxima socrática, conheça-te a ti mesmo.

2 – Pare de fazer comparações

Pare de fazer comparações com os outros… como eu ouvi de um grande empreendedor, nunca compare o palco de alguém com os seus bastidores. Cada pessoa é única e possui suas peculiaridades, por isso, passe a se conhecer e identificar os seus pontos positivos e negativos.

3 – Tenhas metas para a sua vida

Quando você define metas alcançáveis com um plano de ação passo a passo, aumenta muito sua autoconfiança para gerar resultados em sua vida, consequentemente isso aumenta a sua autoestima.

4 – Socialize

Tire um tempo da semana ou do mês para você se encontrar com amigos e conversar, o simples fato de você estar cercado de pessoas que você gosta fará você se sentir bem e assim estará sustentando um dos pilares da autoestima, que é o pilar do sentimento de pertinência, ou seja, é aquele sentimento de pertencer e estar inserido em um grupo de pessoas que te ama.

5 – Faça algo por você diariamente

Quando foi a última vez que você fez algo por você? Muitas pessoas acabam fazendo algo apenas para as outras pessoas e esquecem de si mesma. Procure retirar um tempo do seu dia para você, seja para fazer um exercício, comer algo que você goste, ouvir uma música, enfim, fazer algo que te deixa feliz.

6 – Seja positivo

Faça uma lista com todos os acontecimentos bons de sua vida, e sempre que você começar a se sentir para baixo, pegue essa lista e procure relembrar com intensidade cada memória. Isso fará com que você se mantenha, boa parte do tempo em um estado de bem estar.

7 – Cuide de suas emoções

Procure meios de curar suas feridas emocionais, seja através de técnicas como a EFT, ou através de treinamentos e terapia. Quanto menos emoções desconfortáveis você tiver, maior será sua felicidade e sua autoestima.

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