Uma mente emocionalmente forte num corpo saudavel

Ouvir assimilar compreender aplicar viver.

“A verdadeira questão embaraçosa sobre a falha é o próprio reconhecimento que você não é um gênio, que você não está tão bom como você pensou você era.”

De uma forma geral, o ponto central do discurso recorrente, tanto na opinião dos especialistas quanto nos conselhos de mesa de bar é: abrace o fracasso.

Sabemos muito bem o que é ficar paralisados diante da possibilidade de fracassar. Quase todos nós vivemos nossos dias com medo disso. Porém, a verdade é que, em termos práticos, atravessar este obstáculo é muito mais difícil do que pode parecer para um gênio curiosamente semelhante ao Sr. Burns.

Saber não basta

Nós sabemos, mesmo ouvindo com verdadeira admiração ao discurso inspirado de um mestre, que o medo de falhar nos acompanha e nos trava diariamente. Sabemos que não adianta ter medo. Sabemos que não há nada de essencialmente errado em grande parte dos fracassos que tememos. Nós já sabemos tudo o que nossos amigos, professores e psicólogos costumam dizer sobre o assunto, mas nada muda o fato de que nos assustamos naquelas determinadas condições. Ter entendimento racional sobre o medo não faz diferença alguma no momento em que esta trava surge.

Claro, eu poderia chegar aqui e falar que isto tudo é “humano”, “natural” e “acontece com todos”. Sabemos, no entanto, o quanto somos capazes de nos cobrar com extremo rigor. Exigimos nada menos que genialidade em tudo o que colocamos as mãos. Vemo-nos, mais do que a modéstia permite admitir, como gênios prestes a ser reconhecidos.

Seguindo uma lógica tortuosa, a melhor forma que a mente encontra de manter esta autoimagem exageradamente glorificada é paralisando-nos antes mesmo de falharmos. Sendo assim, se me sobressaio em uma conversa, vou para um boteco, sento na mesa e começo a tagarelar sem parar sobre vários assuntos. Por outro lado, se não sei dançar, qual o sentido de ir a uma balada? Tendemos, fortemente, a dar vazão ao orgulho e a permanecer confortáveis onde acertamos fácil.

Mas como nos posicionarmos além disso? Como podemos seguir um pouco menos acorrentados a esse padrão?

Viver além do medo

Eu, sinceramente, nunca descobri um jeito de viver sem medo. Inclusive, tenho a impressão de que, se fosse realmente esperar por esse dia, nunca me levantaria da cama. Basicamente, tudo o que faço é permeado por medo. Até mesmo escrever este texto é envolto num medo sutil de que estas ideias sejam mal recebidas, ou de que eu não seja capaz de amarrá-las firmemente e prolongar as discussões nos comentários, isso sem contar uma série de outros pensamentos aleatórios.

Portanto, não estou habilitado, de forma alguma, a dizer-lhes que devem viver sem medo. A única experiência que conheço sobre o medo é de que ele está em todo lugar.

Nós estamos todos com medo. Hoje, por algum motivo, decidimos discutir especificamente o medo do fracasso. Mas o medo se manifesta sob diversas máscaras: medo de sermos assaltados, medo de ficarmos sem dinheiro, medo da solidão, medo do silêncio, medo da morte, medo de cair de algum lugar alto, medo de avião, medo do sucesso e, principalmente, medo de ter medo.

“É preciso reconhecer o medo. Temos de perceber nosso medo e nos reconciliar com ele. Deveríamos observar como nos movimentamos, como falamos, como nos comportamos, como roemos as unhas, como por vezes colocamos as mãos no bolso sem necessidade. Descobriríamos assim alguma coisa sobre como o medo se exprime sob a forma de agitação. Devemos encarar o fato de que o medo nos espreita, sempre, em tudo o que fazemos.”

ter medo do fracasso, na realidade temos medo da sensação, do sofrimento que projetamos no futuro, caso aquela falha ocorra. É muito comum pensarmos que nunca mais vamos arranjar um emprego, caso não cumpramos adequadamente uma determinada tarefa. Ou que, se levarmos um fora de uma mulher, tomaremos um tapa e seremos humilhados publicamente.

Num nível ainda mais sutil, o medo pode não ser exatamente do fracasso, mas de ter sucesso do ponto de vista das expectativas do que poderia acontecer. Suceder em algo pode simplesmente nos tirar do mundo que conhecemos e nos lançar direto em outra realidade onde nosso cinema-videogame-namoradinha não faz sentido algum. Assim, vão surgindo expressões cada vez mais sofisticadas que acabam por nos distrair do fato de que isso é apenas medo.

De um modo estranhamento paradoxal e irônico, quando temos medo de fracassar, já fracassamos logo de saída. Portanto, para agir além do medo, devemos parar de ter medo de ter medo. Reconhecer que ele existe e relaxar. Rir de nós mesmos, gargalhar diante do próprio ridículo.

A coragem ou o destemor dizem respeito muito mais à forma como nos relacionamos com o medo do que propriamente com a ausência dele. Por isso, a única e verdadeira solução para este impasse é exatamente a mesma dos vídeos, dos livros, dos professores e amigos. Não há saída, precisamos pagar pra ver. Agir, mesmo perante o medo. Errar.

Para ir além do discurso bronha

Em algum momento da nossa vida aprendemos a operar desta maneira específica. Aprendemos a nos contrair diante de determinados desafios da mesma forma como aprendemos a falar.

Assim, podemos utilizar nossa habilidade em criar condicionamentos – coisa que fazemos o tempo inteiro, de maneira inconsciente – para fazê-lo de forma lúcida, com a finalidade de nos condicionarmos de maneira mais positiva e diminuir um pouco o sofrimento oriundo de nos sentirmos impotentes perante o hábito de travar.

Paradoxalmente, para ir além do medo de fracassar, é preciso experimentar este medo, viver o fracasso completamente. Precisamos notar que, em geral, nós não sabemos fracassar. Em geral, nós negamos o fracasso. Maquiamos nossas ações e acabamos perdendo alguma coisa.

É importante perceber que não falta nada aos momentos e o pensamento de que poderíamos melhorá-lo é apenas fruto de autocentramento. Consideramo-nos importantes, como se nossa presença e nossa ação realmente fossem decisivas. Por isso achamos que poderíamos tornar aquele momento melhor do que foi. A realidade é que, se algo aconteceu e nós agimos ou deixamos de agir, não houve erro algum. Não há nada a se fazer. Aquele foi o momento. Acabou. Culpar alguém, sentir remorso, justificar, pedir perdão, nada disso vai mudar o fato de que aquele momento é inerentemente vazio de significado.

Guia prático para abraçar o medo

Para afiar a percepção de que estas ações só fazem sentido dentro deste jogo específico, separei um pequeno guia. A ideia é percebermos a prisão desta dualidade operando e, então, podermos nos posicionar além dela, num lugar onde o fracasso e o sucesso sequer sejam questões para orgulho ou sofrimento, mas fruto de ações mais ou menos autônomas, diminuindo expectativas e removendo pesos desnecessários.

1. Quando for bem sucedido em algo e o orgulho surgir, pare e olhe fixamente para o ocorrido. Observe como, no final, todo o esforço de repente começa a perder o sentido, uma espécie de vazio surge e, numa tentativa de evitá-lo, automaticamente já buscamos um novo objetivo, um novo esforço para empreendermos. Isso acontece, pois o sucesso, de fato, é vazio, não tem um sentido último, assim como o próprio fracasso. Então, abra os olhos para a percepção de que o orgulho é inflado por menos do que ar, por puro vazio. So, what’s the deal?

2. Ao fracassar, perceba o mesmo fenômeno. Perceba como, da mesma maneira, ao fracassar, deixamos algo vazio nos atingir e levar ao chão.

3. Viva de maneira imperfeita. Desista da perfeição, desista de ser um gênio. Os verdadeiros gênios estão muito ocupados fazendo algo concreto, ao invés de se preocuparem em ser perfeitos. Eles estão falhando constantemente, seguindo em frente e, volta e meia, acertam.

4. Caso perceba-se suscitando culpa, remorso ou tentando justificar-se,reconheça que está sendo arrastado. Pare e siga em frente.

5. Flagre-se com medo. Reconheça-o surgindo e desafie-o. Faça exatamente aquilo que travou seus pés e o impediu de caminhar. Treine agir em meio ao medo. Caso seja bem-sucedido, volte ao passo 1. Caso fracasse, passo 2.

Talvez esta não seja a melhor e nem a última forma de encarar um obstáculo que, muitas vezes, está mais enraizado do que gostaríamos de admitir. Este é apenas um entre muitos métodos existentes para fazê-lo. Método este que não tem respaldo científico algum, sendo apenas a minha experiência, totalmente sem garantias.

1 – Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente

As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

Pessoas que ferram qualquer um, vão mais que provavelmente pisar na sua cabeça pra ferrar qualquer um. Afaste-as da sua vida.

Algumas pessoas acham normal te julgar… tente não ser como elas. E as ignore.

As coisas mais bonitas da vida são inúteis.

Não force seus amigos para as suas coisas… Deixe que eles busquem e gostem se quiserem.

Ninguém se importa com as duas semanas que você “viveu” na America/Europa/Asia… Pare de ficar se gabando.

Filmes pornô e Disney, são responsáveis pelos seres humanos mais frustrados que conheço. 

Ser bem sucedido tem significado diferente para cada pessoa. Respeite isso.

Está tudo bem em relação a mudar sua opinião sobre pessoas ou coisas da sua vida… Apenas tente manter a coerência.

Não espalhe sua raiva pela internet, é idiota e todos vão poder dizer que você faz isso porque tem um pinto pequeno.

Sempre use uma peça íntima bacana, você nunca sabe quando pode tirar a sorte grande ou precisar de um médico.

Não reclame da sua vida porque não tem um carro, ou a casa que gostaria… não ter sorte significa outra coisa.

Fato: Grande empresas vão sugar seu sangue e alma… Tente evita-las.

É bom ter grandes esperanças e expectativas, mas mantenha-as de forma lógica.

Você não é tão estranho quanto acha que é… Todo mundo se sente diferente dos outros.

Você não pode se livrar dos seus medos… Mas pode aprender a viver com eles.

Boa imaginação é sinal de inteligência.

Não confie em pessoas que não confiam em ninguém.

Culpa é um sentimento inútil.

Você não precisa da permissão de ninguém para fazer o que acha que é o melhor para você.

A realidade é superestimada.

Algumas vezes, desistir é a decisão mais corajosa.

Refletir demais pode te levar a conclusões equivocadas. 

Ninguém vai conceder seus desejos, o melhor é você mesmo fazer eles acontecerem.

Sua pior suspeita está correta… Todo mundo menos você está transando agora.

Pessoas que sempre falam a verdade, independente de quão dolorida for, são babacas. Fim da história. 

Ser Indiferente mas com educação, é sexy. 

Faça como se não houvesse chances de errar.

Ingenuidade pode ser perigosa. 

Ninguém fica realmente mantendo o controle de quantas vezes você errou… então relaxa porra.

Quando a maioria dos bares da cidade estão mais limpos que a sua casa, é hora de fazer uma limpeza… ou de ir para os bares.

Sempre vai ter alguém mais bonito e feio que você. Aceite isso e viva… 

Pensar muito sobre um problema, não vai necessariamente torna-lo mais fácil de resolver. 

Aceite o fato que vai errar um pouco tentando fazer algo novo, então vai ser muito mais fácil.

Sempre tem um modo melhor de expressar a sua opinião.

Apressar-se nunca é uma boa ideia

“Oi”é a palavra mais poderosa contra solidão

Pessoas que tentam bravamente parecer duronas, muitas vezes são as que mais precisa de afeto.

Cerque-se de coisas e pessoas que te inspiram.

Coisas são somente coisas. Não se apegue a elas.

Se você sempre tenta parecer inteligente, vai acabar parecendo estúpido.

Encontre alguém que consiga rir com você sobre tudo e o resto vai ficar bem.

Devagar é o novo rápido. E incrível também.

Ser normal é provavelmente a coisas mais fraca que você pode tentar (ser).

Coisas que são difíceis de falar, são normalmente as mais importantes.

Se desafie um pouco todos os dias.

Qualidade ganha da quantidade. 

Não é uma coincidência que as pessoas mais admiráveis são também as mais modestas.

Moda e tendência são bobagens. Não deixe-as te enganar. 

Confie nos seus instintos.

Não se leve tão a sério

Nenhuma marca é sua amiga.

Os problemas da sua família não são os seus.

Esteja aberto a coisas novas.

Não esconda nada e então não terá nada a esconder.

Pessoas que só te ligam quando precisam de alguma coisa, não são seus amigos.

Dormir é a coisas mais saudável que se pode fazer sem fazer nada.

Ninguém ouve os barulhentos.

Sempre seja você mesmo, a não ser que seja um idiota arrogante.

Diversão é um conceito relativo.

Seu salário não determina o quanto você é bom como pessoa.

Você não precisa participar da sacanagem de ninguém.

Algumas vezes ser preguiçoso é bom para você.

Reclamar não resolve nada.

A Vaidade e o Problema dos Outros

O prazer erótico de caráter exibicionista é um tanto dependente de quem é que está assistindo nosso “show”. O observador não é totalmente irrelevante, já que uma moça sempre preferirá ser olhada com desejo por um homem que ela valorize do que por um outro que não seja diferenciado (segundo os critérios dela).

Em todos os casos, se as pessoas que estiverem nos olhando tiverem uma reação negativa, padeceremos da terrível dor da humilhação ao passo que, se manifestarem admiração e respeito, nos sentiremos elevados, estimulados e sexualmente um tanto excitados.

Dependemos, pois, da reação das outras pessoas (os observadores).

Não há como desconsiderar o fato de que nosso estado de alma é muito influenciado pela forma como nossa pessoa – ou algo que tenhamos feito – será recebida.

Isso explica considerações que as famílias sempre fizeram aos seus filhos adolescentes acerca da importância de terem um comportamento compatível com a opinião média dos vizinhos. Quem nunca ouviu ou pensou sozinho acerca “do que é que os outros vão falar ou pensar a nosso respeito”?

Quanto mais dependemos da opinião dos outros para nos sentirmos bem, menor será nossa liberdade individual. Pensaremos duas vezes antes de tomarmos alguma atitude menos comum.

Pensaremos na repercussão que nossos atos, nossa forma de vestir e até mesmo nossos pensamentos terá sobre os outros. Os outros passam a ser nossos juízes, aqueles que julgarão se somos ou não criaturas legais, dignas.

A vaidade nos leva, pois, a uma situação muito delicada na qual nós somos os juízes dos outros e os outros serão os que irão dizer se somos ou não criaturas válidas.

Quanto maior a vaidade, maior a dependência que temos das outras pessoas. Assim, os outros se transformam nos “OUTROS”, observadores todo-poderosos aos quais devemos obediência.

O paradoxo é inevitável: para chamar a atenção deles temos que nos destacar, nos diferenciar. Se o fizermos de uma forma inaceitável, segundo os critérios deles, seremos objeto de chacota e ironia. Como fazer? Onde encontrar coragem para arriscar e correr o risco de desagradar os OUTROS?

Na grande maioria dos casos, a questão se resolve apenas no plano da quantidade e não da qualidade. Ou seja, as pessoas buscam o destaque pela via da aquisição de uma quantidade maior de algo que seja valorizado por todos.

Terão mais dinheiro, mais conhecimento, serão mais magras, mais belas (e recorrerão aos melhores cirurgiões para chegar a isso), mais viajadas etc.

Usarão roupas caras e terão muitas delas. Não usarão, porém, aquelas que não sejam aprovadas pela maioria, as que não possuem uma grife (certificado de garantia de que se trata de algo precioso).

Terão muitos carros, muitos relógios, farão dietas incríveis e dirão que são magras “por força da natureza”. A política do destaque será regida pelo lema “mais do mesmo”. As pessoas poderosas têm, portanto, muito das mesmas coisas; e são admiradas por isso. Destaque sem risco de decepcionar OS OUTROS e serem objeto de rejeição e humilhação.

É claro que uma pessoa pode ser mais corajosa e tentar se destacar por ser, agir e pensar de uma forma original. Quase sempre será objeto de reações variadas e dificilmente agradará a todos os observadores.

Será tida como pessoa extravagante e talvez desperte mais inveja pela coragem do que pelo modo de se comportar.

Nossas sociedades permitem uma cota maior de originalidade aos artistas e a alguns intelectuais, criaturas responsáveis pelas inovações. Sim, porque a busca de destaque pelo caminho apenas de ter mais do mesmo não leva a nada de novo (o que acabaria por determinar a estagnação geral).

Sabemos que existem algumas pessoas com mais coragem para se exibir de forma incomum mesmo sem serem portadoras de grandes talentos. São poucas e, principalmente na adolescência, acabam se filiando a alguma “tribo” minoritária, passando a agir de acordo com o padrão daquele subgrupo.

O desejo de destaque é grande e na falta de criatividade acabam por se integrar numa turma onde a originalidade é duvidosa e a extravagância é um objetivo em si mesmo. Penso que os “punks” são um bom exemplo disso. Não é essa a liberdade que me encanta. A que me encanta é a de não abrirmos mão de nossas convicções mesmo se venhamos a bater de frente com a opinião dos OUTROS.

Ou, como dizia Santo Agostinho, que reconhecia, é claro, a presença da vaidade em si mesmo: “entre a vaidade e a verdade eu não tenho dúvidas acerca do caminho a escolher”.

Psico analise sobre medo de ser feliz

Dá pra ser feliz… Apesar do medo

Por que temos a sensação de que a felicidade tem dia e hora para acabar? Por que não conseguimos viver plenamente os momentos felizes? Será que temos embutido em nós um demônio para garantir nosso quinhão de infelicidade? Se ele existe, como eliminá-lo? O médico psicoterapeuta Flávio Gikovate se debruçou sobre o tema da felicidade para responder a essas questões. O resultado está no livro Dá para ser feliz…Apesar do medo, publicação da MG Editores. Levando em consideração os principais aspectos da vida – história pessoal, psicologia e contexto social –, o autor trata de padrões de felicidade que estão ao alcance de todos. E alerta: o medo da felicidade é um inimigo interno a ser combatido.

A felicidade abordada no livro diz respeito a qualquer cidadão. Por isso, Gikovate a chama de democrática. Ele despreza as alegrias de caráter aristocrático, como beleza, fama e fortuna, que beneficiam poucos e condenam a maioria à infelicidade.

Segundo o psiquiatra, um bom relacionamento amoroso, virtudes de caráter e elevada auto-estima são pré-requisitos para que qualquer um seja feliz.

“Muitas pessoas são infelizes porque gostariam de ser mais bonitas, mais altas e magras, mais inteligentes. […] Outras lamentam a falta de uma vida sexual mais exuberante e cheia de emoções fortes. Umas sonham com um trabalho excitante e glamouroso; outras com uma vida livre e descompromissada, sem horários rígidos e sem patrões. Triste é constatar que elas não fazem quase nada para encaminhar a vida na direção de seus sonhos, uma vez que teriam meios efetivos para tentar concretizá-los”, afirma.

Na concepção do psicoterapeuta, perdemos tempo e energia sofrendo, em imaginação, por situações que, na prática, somos perfeitamente capazes de gerenciar. “Esse tipo de pensamento destrutivo e inútil faz parte do modo de vida de muitas pessoas inteligentes que tentam usar suas potencialidades para se proteger das adversidades em vez de usá-las para aproveitar a vida”, diz.

“Não sabemos brincar na vida; não fomos autorizados a isso. Tudo tem de ser sério e difícil, tratado como desafio, disputa, competição, sendo que para os derrotados sobrará a dramática humilhação, além da rejeição social e afetiva”, explica Gikovate. “Esse é um dos efeitos da vaidade que toma conta de nós ao longo dos anos da puberdade. Se não tomarmos cuidado, esse sentimento só nos abandonará no leito de morte”, conclui o autor.

Gikovate lembra que a felicidade pode ser perigosa quando implica utopias e expectativas inalcançáveis. Por isso, não se deve deixar de considerar os possíveis momentos de infelicidade, que são compulsórios e fazem parte da condição humana.

Enfrentar o medo da felicidade é um passo fundamental para viver em paz, afirma o psicoterapeuta. Ele cita quatro requisitos básicos para vencer o medo: maturidade emocional, definida como boa tolerância a frustrações e sofrimentos de todo tipo; maturidade moral, ou seja, a superação do egoísmo original sem se deixar levar depois pela trama dos sentimentos de culpa; uma razoável saúde física; uma atividade profissional capaz de nos entreter e de nos prover das condições materiais necessárias para uma vida digna e confortável.

A maturidade emocional é que garantirá a capacidade de lidar com a aceitação, evitando o sofrimento extra com o rancor e a mágoa. Assumir uma postura construtiva e útil diante da vida também é muito mais compensador. Isso significa evitar o desgaste com situações hipotéticas, minimizando a chance de sofrer.

O Medo da Felicidade

Venho tratando desse tema desde o final dos anos 1970 e ele surgiu em minha mente de uma forma estranha e surpreendente: de repente percebi que as pessoas, ao se apaixonarem, passavam a viver em estado de alarme, muitas vezes em pânico, como se algo de terrível estivesse para lhes acontecer.

Dormiam mal, perdiam o apetite, viviam obcecadas, pensando compulsivamente no que estava lhes acontecendo, querendo saber o tempo todo do amado e se ele ainda estava lá pronto para dar continuidade ao relacionamento.

Isso, em princípio, não fazia o menor sentido, pois afinal de contas se apaixonar era o anseio máximo daquelas pessoas que, depois, por motivos duvidosos, acabavam por se afastar de seus amados como que para se livrar desse estado de espírito próprio de quem vive num campo de batalha e pode ser alcançado por uma bomba a qualquer momento.

Percebi depois que a sensação de iminência de tragédia também se manifesta quando uma pessoa obtém um resultado excepcional em seu trabalho, em suas atividades esportivas, em seus ganhos financeiros… Ou seja, sempre que acontece alguma coisa muito boa, as pessoas passam a se sentir ameaçadas, como se elas aumentassem as chances do acontecimento de alguma desgraça.

Bem mais tarde constatei que esse mesmo tipo de sensação está na raiz de todo ritual supersticioso, presente em quase todos nós e tão antigo quanto as mais antigas civilizações: quando questionadas acerca de como estão indo as coisas, respondem que estão indo bem e imediatamente batem na madeira, como que se protegendo contra a inveja dos humanos e a ira dos deuses.

O medo da inveja, do “olho gordo”, estava presente no Egito antigo, em que as mulheres estéreis eram proibidas de olhar o ventre das que estavam grávidas, porque isso seria nocivo ao feto.

O medo da felicidade tem uma correlação direta com nossas tendências destrutivas: ao nos depararmos com a aflição que o sucesso provoca, tendemos a estragar uma parte do que conquistamos com a finalidade de preservar o principal: tendemos a raspar o para-lama do carro novo para, com isso, diminuir a felicidade por ter podido adquiri-lo!

Muitos dos que tomam uma porção de pinga num bar despejam uma pequena parte – “para o santo” – e isso parece ser uma espécie de pagamento feito à divindade para que possam se deliciar com aquele prazer e bem-estar.

Freud, para tentar explicar nossas tendências agressivas e autodestrutivas acabou por formular a hipótese de que existe em nós uma “pulsão de morte”, um impulso permanente e definitivo que opera contra nós.

Penso que os mecanismos que sabotam nosso bem-estar são indiscutíveis, mas não concordo com a ideia de que possuímos uma força que nos impulsiona na direção da morte.

Tenho pensado cada vez mais no nascimento como um evento marcante e extremamente traumático, seguindo os passos de um psicanalista, discípulo e depois dissidente de Freud, que foi O. Rank. Para ele, o nascer é uma transição para pior, a “expulsão do paraíso” que correspondia à simbiose materno-fetal.

A ruptura dramática dessa condição de harmonia é vivenciada como um estado de pânico, manifesto claramente no rosto do que acaba de nascer. Assim, nosso primeiro registro cerebral é o da harmonia e o seguinte corresponde à dor da ruptura e o surgimento da sensação de desamparo que, de alguma forma, irá nos acompanhar por toda a vida.

Prefiro atribuir a essa vivência traumática, que se fixa em nossa mente de forma definitiva, a existência de tendências sabotadoras de nosso bem-estar e que nos acompanham por toda a vida.

Penso na formação de uma espécie de reflexo condicionado, de modo que, ao nos aproximarmos de um estado de harmonia e bem-estar semelhante ao que experimentamos no útero – e nada é mais parecido com isso do que o aconchego que acompanha um encontro amoroso de qualidade – imediatamente nos sentimos ameaçados, como se outra vez uma hecatombe viesse a nos atormentar; agora pensamos que a harmonia irá nos trazer a morte, destruindo nossa recém conquistada felicidade. Associamos a paz uterina à sua destruição, de modo que tememos o estar bem por temermos suas consequências nefastas.

A lógica dos processos psíquicos é peculiar, de modo que deve ser procurada de uma forma própria.

Se perguntarmos às pessoas que nunca se viram numa situação de grande felicidade se elas sentiriam medo, é claro que a maioria delas responderia negativamente. Porém, a verdade é que esse medo é universal e nunca conheci alguém que não o tivesse em alguma dose.

Aprender a conviver com ele e a não fugir das situações em que ele aparece corresponde a um ato de coragem adequado. Afinal de contas, apesar da aparência, felicidade não mata!

Com Medo de Ser Feliz

O encontro amoroso pleno é o sonho da maioria das pessoas que tenho conhecido. E como são poucas as que chegam lá! Será por coincidência? Seriam as dificuldades externas – obstáculos de todo tipo – que impediriam a realização do amor?

Não acredito em nada disso. Penso que existe um “fator antiamor” presente em nossa mente.

Trata-se do medo, que é derivado de várias fontes. A mais óbvia delas é a relacionada com a dependência. Sim, porque é absolutamente impossível amar sem depender, sem ficar na mão do ser amado. Se ele fizer mau uso disso, acabará nos impondo grande sofrimento e dor.

É por isso que muitas pessoas preferem renunciar à entrega amorosa. Preferem ser amadas em vez de amar. Pode parecer esperteza, mas na realidade é covardia.

Além da dependência, há vários medos relacionados à experiência do amor. Vou me dedicar a mais um, talvez mais importante que os outros. É o medo da felicidade.

Nada faz uma pessoa tão feliz quanto a realização amorosa. Quando estamos ao lado do amado, a sensação é de plenitude, de paz. O tempo poderia parar naquele ponto, pois todos os nossos desejos teriam sido satisfeitos.

No entanto, logo depois da euforia surge a inquietação, acompanhada de um nervosismo vago e indefinido. Parece que alguma desgraça está a caminho, aproximando-se a passos largos. Temos a impressão de que é impossível preservar tamanha felicidade. Não adianta nem mesmo seguir os rituais supersticiosos: bater na madeira, fazer figa… Aliás, tais atitudes derivam justamente da incredulidade que nos domina quando as coisas vão bem demais em qualquer setor da vida.

Deixando de lado as importantes questões teóricas relacionadas à existência desse temor, podemos dizer que o medo da felicidade tem como base o receio de sua futura perda. Quanto mais contentes e realizados nos sentimos, tanto mais provável nos parece o fim desse “estado de graça”.

Segundo um estranho raciocínio, as chances de ocorrerem coisas dolorosas e frustrantes aumentam muito quando estamos felizes. O perigo cresce proporcionalmente à alegria. Dessa forma, à sensação de plenitude vai se acoplando o pânico.

Então o que fazemos? Afastamo-nos deliberadamente da felicidade. Cometemos bobagens de todo tipo: arrumamos um modo de magoar a pessoa amada, de inventar problemas que não existem ou exageramos a importância dos pequenos obstáculos.

Escolhemos parceiros inadequados, prejudicando às vezes outras áreas importantes da vida: saúde, trabalho, finanças. Para reduzir os riscos de uma hipotética tragédia, procuramos um jeito de apagar nossa alegria. Enfim, criamos uma dor menor com o objetivo de nos proteger de uma suposta dor maior.

O medo de perder o que se alcançou existe em todos nós. Porém, gostaria de registrar com ênfase que a felicidade não aumenta nem diminui a chance de fatos negativos acontecerem. Trata-se apenas de um processo emocional muito forte, mas que não corresponde à verdade. Felicidade não atrai tragédias! É só uma impressão psíquica.

O que fazer para nos livrarmos dessa vertigem simbólica que torna a queda inevitável? Como sair do impasse e ter forças para enfrentar o amor?

Só há uma saída, já que não se conhece a “cura” do medo da felicidade. É preciso diminuir o medo da dor. Assim, ganharemos coragem para lidar com situações que geram alegria e prazer.

Perder o receio de sofrer é necessário até porque a felicidade poderá de fato acabar. Não tem cabimento, porém, deixar de experimentá-la, pensando apenas nessa eventualidade.

Todo indivíduo que andar a cavalo estará sujeito a cair. Só terá certeza de evitar acidentes quem nunca montou. Isso, repito, é covardia e não esperteza.

Reconhecer em si forças suficientes para suportar a queda e ter energias para se reerguer mostra coragem e serenidade. Uma pessoa é forte quando sabe vencer a dor.

Trata-se de um requisito básico para o sucesso em todas as áreas da vida, inclusive no amor. Ninguém gosta de sofrer, mas não é moralismo religioso dizer que superar as frustrações é a conquista mais importante para quem quer ser feliz.

Você deseja a realização de seus sonhos? Então, tem de correr o risco de cair e se sentir capaz de sobreviver à dor de amor!

Psico analise sobre inveja

Inveja e gratidão

O que leva uma pessoa a quem ajudamos muito, que morou em nossa casa por um bom tempo e a quem demos todo o tipo de apoio moral e material, a desenvolver tamanha raiva contra a gente? Ela não deveria ser reconhecida e grata?

Outro dia, lendo a resenha de um livro, o autor citou Cícero (orador e político romano do século I antes de Cristo), que dizia que a gratidão é a maior de todas as virtudes.

À primeira vista, pode parecer um exagero, já que aprendemos a pensar que todos aqueles a quem ajudamos não farão mais que a obrigação de nos ser gratos.

Mas a verdade é que a regra geral é que aquele que recebe favores materiais ou ajuda emocional costuma desenvolver enorme hostilidade contra nós.

A ingratidão é “filha” da inveja.

É assim: aquele que recebe se sente por baixo, humilhado. Como precisa receber, não tem outra escolha e aceita o que estamos oferecendo.

Quanto mais receber, mais humilhado e ressentido ficará. Acabará arranjando algum pretexto e se afastará, nos agredindo e nos acusando de algo que não fizemos.

É preciso pensar duas vezes antes de decidirmos ajudar alguém!

Admiração, inveja e amor

A busca de destaque social através do sucesso em alguma área de atividade (que é a forma usual da manifestação adulta do exibicionismo e que chamamos de vaidade) teria por finalidade atenuar a sensação de desamparo, solidão e insignificância, sensações geradoras de brutal desespero, especialmente para aquelas pessoas que, em virtude de sua inteligência, são mais conscientes destas propriedades da condição humana. Apenas algumas observações serão suficientes para demonstrar que este caminho não leva a parte alguma, a não ser uma relativa neutralização da sensação de insignificância que, ainda assim, necessita permanentemente de reforços derivados de novos feitos, capazes de chamar a atenção das outras pessoas.

Se a intenção inicial das pessoas que buscam o destaque é, através dos seus desempenhos, acima da média, obter admiração e o amor dos que lhe são próximos, o resultado na prática é bastante diverso deste. O sentir-se amado pode efetivamente representar uma importante atenuação do desamparo original, sendo um remédio eficaz para o desespero que deriva da consciência da solidão, de modo que seria legítimo buscar esta solução, ainda mais que ela estaria na mesma direção da que determina o prazer erótico ligado ao sucesso. O que perturba esta solução, aparentemente muito boa porque resolve os dois anseios – afetivo e erótico –, é que a admiração determina o surgimento da inveja e não do amor.

Amor e inveja derivam da mesma fonte: a admiração. Porém, na prática, a inveja é a emoção que mais frequentemente se manifesta, especialmente quando as diferenças entre as pessoas são mais marcadas. Para que a admiração resultasse em amor seria necessário que as pessoas em geral estivessem relativamente bem consigo mesmas, de modo a não se sentirem humilhadas, agredidas, pelas competências especiais das outras.

Acredito que a maioria das pessoas que buscam o destaque social só percebem muito tardiamente que seu sucesso desperta muito mais frequentemente a inveja do que o amor; e, mais, que vive esta constatação surpreendente como profundamente decepcionante e geradora de uma grave crise íntima. Não é fácil aceitar que o resultado de tanto esforço e dedicação a uma causa qualquer – desde as mais nobres até o simples sucesso material – seja a hostilidade sutil, manifestada principalmente pelas pessoas mais chegadas, amigos e familiares. E agora o que fazer? Abandonar tudo e iniciar uma nova vida? Com que forças? E para onde dirigir essas energias, se o resultado de uma mudança de rota pode ser o mesmo, ou seja, a inveja?

Na maior parte das vezes, não há mais como haver uma reversão do processo, principalmente porque as pessoas já estão muito habituadas às gratificações eróticas derivadas do sucesso social. A vaidade funciona, nestes casos, como um vício qualquer: o indivíduo percebe que ela lhe é nociva – por causa da inveja que sua condição desperta – mas não consegue mais abrir mão dos prazeres que dela advém. O sentir-se hostilizado agrava a sensação de solidão e desamparo, o que costuma determinar um agravamento do desespero, agora acrescido de revolta contra as pessoas invejosas. O desespero e a revolta geram uma energia ainda maior, que é usada na direção de se obter um destaque mais acentuado, que agrava a solidão. A inveja é um sinal da admiração e do destaque obtido, de modo que passa a ser buscada ativamente, apesar da mágoa íntima que possa causar. Para continuar a ser admirado e destacado, terá que se comportar cada vez mais de acordo com o que o grupo social valoriza – ainda que já tenha percebido seu caráter absolutamente ilusório e, na prática, insatisfatório. Desta forma o grau de liberdade individual se torna mínimo, ao mesmo tempo que o indivíduo fica cada vez mais sozinho, apenas se gratificando – em doses cada vez maiores, como em qualquer vício – dos prazeres eróticos ligados ao exibicionismo.

Vaidade, agressividade e inveja

Estamos tratando de um dos aspectos mais intrigantes da nossa condição: nascemos diferentes uns dos outros e vivemos numa sociedade onde, inexoravelmente, algumas propriedades serão mais valorizadas do que outras. Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra. Porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos freqüente chama mais a atenção. A inteligência sempre será valorizada e, quando especial, criará facilidades para a vida prática de seus portadores. O mesmo vale para o vigor físico, para dotes artísticos especiais, para a facilidade no trato com as pessoas etc.

Mesmo em um contexto ideal, no qual a competição não seja estimulada e seja até mesmo desencorajada, penso que a questão da comparação das pessoas entre si tenderia a ocorrer, gerando desconforto e humilhação em algumas das que se sentissem menos favorecidas. Acredito que num ambiente não competitivo muitas pessoas não se sentiriam tão prejudicadas por não serem portadoras de prendas excepcionais (o oposto do que acontece em sociedades como a nossa de hoje, onde a ambição, mesmo desmedida, é tida como virtude). Talvez fosse possível observar mais atentamente até mesmo o lado negativo daquilo que é muito valorizado: mulheres muito bonitas se acostumam a chamar a atenção por esta via e, com freqüência, se tornam displicentes no cultivo de outras prendas; a vida é longa, a beleza é efêmera e talvez tenham uma maturidade e velhice mais sofrida do que aquelas que nunca apostaram muito em sua aparência física. Este é apenas um exemplo, mas poderia ser estendido para outras propriedades muito valorizadas.

Ainda que em menor intensidade e envolvendo um menor número de pessoas, é provável que algumas pessoas se sentissem prejudicadas pelo fato de não terem sido as “eleitas” para serem portadoras de tantas prendas. Ao se compararem, sentirão a dor típica da ofensa à vaidade que é a humilhação. Sentir-se-ão agredidas pela simples presença daquelas virtudes no interlocutor. Reagirão com a agressividade típica deste tipo de mecanismo que chamamos de inveja: farão algum comentário depreciativo, desprezando justamente aquilo que gostariam de ter; farão com humor para disfarçar a sensação de inferioridade que está embutida em toda ação invejosa. A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA.

Penso que é quase impossível que a inveja não exista. As pessoas teriam que ter a docilidade de aceitar sua condição sem nenhum tipo de frustração. Teriam que viver numa sociedade que não privilegiasse virtudes excepcionais e sim as de caráter democrático, acessíveis a todo o mundo. Teriam que, ao se comparar com as outras pessoas, não construir uma hierarquia: teriam que se reconhecer como diferentes e não como superiores ou inferiores. Este seria o mundo ideal, onde as pessoas seriam amigas e solidárias: estamos mais próximos do fim dos tempos do que dele.

O que não tem o menor sentido é atuarmos, consciente e deliberadamente, no sentido inverso, na direção de estimularmos a vaidade, a competição e, portanto, a rivalidade e a hostilidade entre as pessoas. Não sei se todas as pessoas são plenamente conscientes, de modo que vale o alerta: não se trata de um caminho obrigatório, pois não somos assim escravos da nossa biologia. Podemos amenizar ou estimular uma dada predisposição que faça parte de nossa natureza. Estamos no sentido inverso, transformando as pessoas em inimigos, rivais. As pessoas estão cada vez mais solitárias e desamparadas. Quanto mais fracas emocionalmente estiverem, mais serão escravas das “felicidades” aristocráticas, por meio das quais se sentem momentaneamente importantes. O círculo vicioso que estamos vivendo é terrível e já temos claros sinais de para onde é que estamos nos dirigindo.

Nossas qualidades atraem hostilidade

Crescemos e nos formamos levando em consideração, basicamente, aquilo que ouvimos dos nossos pais e professores.Por influência deles, somos levados a concluir que é conveniente sermos pessoas boas, esforçadas, trabalhadoras e gentis com os nossos colegas, uma vez que este é o caminho para sermos aceitos e queridos por eles.

Uma das mais desagradáveis surpresas que muitos de nós tiveram ao longo da adolescência reside no fato de que, exatamente por sermos portadores de tais qualidades, somos muito mais hostilizados que amados. A ideia de que o acúmulo de virtudes despertará o amor das pessoas parece lógica, de modo que quase todos se esforçam nesta direção.

Só não agem de modo legal aqueles que não conseguiram o desenvolvimento interior necessário para, por exemplo, controlar seus impulsos agressivos ou renunciar a determinados prazeres imediatos em favor de outros, maiores, colocados no futuro.

Assim, ao longo da vida adulta convivem dois tipos de pessoas: aquelas que conseguiram vencer estes obstáculos interiores e se tornaram criaturas melhores e outras que não foram capazes de ultrapassar estas primeiras e fundamentais dificuldades – e que se esforçam ao máximo para disfarçar suas fraquezas.

As primeiras são as que saíram vencedoras no primeiro combate importante da vida, o de “domesticar” seus próprios impulsos destrutivos, e se transformaram em criaturas portadoras das propriedades humanas que somos unânimes em catalogar como virtudes.

O que acontece? Os perdedores se sentem incomodados e humilhados pelo fato de não possuírem igual capacidade de controle interior.

Este dado é muito importante, pois indica que, independentemente do que digam, os perdedores sabem perfeitamente quais são as virtudes e as apreciam; não aderem a elas porque isto implica em um esforço que não são capazes de fazer.

De todo modo, os perdedores – que adoram desfilar como “superiores” e indiferentes às questões da moral –, por se sentirem humilhados, também se sentem agredidos pela presença daquelas virtudes em uma outra pessoa que não neles próprios.

Comparam-se com o virtuoso, consideram-se inferiores a eles, sentem-se por baixo, irritados com a presença daquelas virtudes que adorariam possuir. A vaidade dos perdedores fica ferida e eles, como têm pouca competência para controlar a agressividade, saem atirando pedras.

É claro que tais pedradas têm de ser sutis para que não denunciem todos os passos do mecanismo da inveja: reação agressiva derivada de suposta ofensa na vaidade daquele que se sentiu inferiorizado por não ter as virtudes que lhes provocaram a admiração.

Sim, porque o invejoso admira muito o invejado; senão seria tudo totalmente sem sentido. Saber que o bandido inveja o mocinho é uma das razões da esperança que sempre tive no futuro da nossa espécie.

A agressividade sutil derivada da inveja nos derruba, entre outras razões, porque ela vem de pessoas que gostaríamos que nos amassem.

Afinal de contas, nos esforçamos tanto para conseguirmos os bons resultados justamente para ter essa recompensa. É difícil para um filho perceber que suas qualidades despertam em seu pai emoções contraditórias: por um lado, a admiração se transforma em inveja, de modo que o pai se ressente da boa evolução do filho.

O mesmo acontece entre mães e filhas, sendo inúmeras as exceções onde a admiração não dá origem à vertente invejosa.

As “agulhadas”, as indiretas e as observações depreciativas e inoportunas próprias da inveja existem de modo muito intenso entre irmãos (eternos rivais), entre marido e mulher, assim como em todas as outras relações sociais e profissionais.

É praticamente impossível uma pessoa se destacar por virtudes ou competências especiais sem ser objeto da enorme carga negativa derivada da hostilidade invejosa.

O mais grave é que não fomos educados para isso, de modo que nos surpreendemos e ficamos chocados ao observarmos esse resultado. A decepção é tal que muitos se desequilibram quando atingem algum tipo de destaque, condição na qual são levados a um estado de solidão – o oposto do que pretendiam.

Uns se drogam e outros tratam de destruir rapidamente o que construíram, de modo a deixarem de ser objeto de inveja.

Tudo isso é, além de triste, inevitável, ao menos no estágio atual do nosso desenvolvimento emocional. Poderíamos ser ao menos alertados por uma educação mais sincera e sem ilusões.

Toda ilusão trará uma desilusão!

A maior parte das pessoas jamais imaginou, por exemplo, o volume de problemas e de decepções por que passam as moças mais belas, especialmente quando isso se associa a uma inteligência sofisticada e a uma formação moral requintada.

São portadoras daquelas virtudes que mais aparecem e encantam a todos. São, por isso mesmo, objeto de uma hostilidade inesperada e enorme. Ficam totalmente encurraladas e quase nunca sabem como sair da situação a não ser destruindo algumas de suas propriedades.

“Se ao menos …”   O uso dessas palavras talvez seja uma das coisas mais tristes que você fará em 10 anos.

Aqui estão dez escolhas que que podem te conduzir a frases de arrependimento como essa.

Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos:

1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.

Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo concentrando-se na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem que ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas . Deixe-os ficar impressionados e inspirados pela forma como você lida com suas imperfeições.

2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.

O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você está de pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você vai fazer coisas e ser considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.

3. Mantendo companhias negativas.

Não deixe que alguém que tem uma atitude te influencie. Não deixe quem cheguem em você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha, em vez de uma obrigação, você se libertará para sentimentos de compaixão ao invés e raiva, generosidade em vez de ganância, e paciência em vez de ansiedade.

4. Ser egoísta.

Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram  e com quem você  compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.

5. Evitar mudanças e crescimento.

Você deve deixar o passado ir e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.

6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.

Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é  um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que gradualmente constroem uma realidade diferente.

7. Deixe de tentar gerenciar cada pequena coisa.

A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes você tem que relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio.  Respire fundo e, quando a poeira baixar e você voltar, dê o próximo passo. Nem sempre você tem que saber exatamente onde  vai.

8. Se contentar com menos do que você merece.

Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom ir e sábio o suficiente para esperar o que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar  mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.

9. Esquecer que tempo é finito.

O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem.  Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos que você definiu para si mesmo.

10. Ser preguiçoso e passivo.

O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e começar a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle.  É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .

A verdade é que você pode escolher não fazer nada. Mas se você escolher fazer alguma coisa, a qualidade da sua vida emocional vai melhorar consideravelmente. O texto abaixo é uma lista de 25 coisas que causam muito estresse e emoções negativas. Apesar de você achar que elas são obvias, não se deixe levar pela aparência das coisas – é um fato óbvio que açúcar e cigarro são prejudiciais à saúde, e ainda assim, a maioria das pessoas não faz nada a respeito.

1. Pare de se punir pelos seus erros. Você realmente acha que você vai pensar com clareza novamente se apontar seu dedo pra sua testa? Você realmente acha que se chamar de idiota vai te tornar mais criativo? Claro que não! Ficar se culpando pelos seus erros vai ensinar seu cérebro padrões errados de comportamento. Quando você comete um erro, pergunte a você mesmo o que aprendeu com esse erro e pense o que você pode ser feito para melhorar e siga em frente. Não olhe para seus erros como erros, mas sim como um feedback.

2. Pare de procurar pela felicidade externa. Você acha que construir uma casa ainda maior vai te trazer mais confiança? Você espera que um carro luxuoso te traga mais prestígio? Você acha que um título de Mestre ou Doutor vai te fazer parecer mais inteligente ou esperto? Ou que uns quilinhos a menos vão te tornar mais atrativo aos olhos dos seus pretendentes? A ilusão faz com que você se acostume com pessoas que você vai perder mais cedo ou mais tarde. O capitalismo faz com que as pessoas definam elas mesmas a partir da perspectiva do mundo exterior.

3. Pare de pensar mais nos outros do que em você mesmo. As crianças estão felizes? Meu sócio ou chefe está satisfeito? Seus pais estão tranquilos porque você nunca deixa de ligar pra eles? Os problemas dos seus amigos foram resolvidos? Deixar pra pensar em você no futuro te levará a frustação. Quando Bronnie Ware, uma enfermeira australiana, perguntou para seus pacientes terminais sobre seus arrependimentos, a maioria respondeu: “o que eu mais me arrependo é de ter vivido para atender as expectativas dos outros, ao invés de ter tido coragem de viver minha própria vida”.

4. Pare de desistir quando alguma cosa dá errado. Thomas Edson ouviu, uma vez, que ele havia cometido mais de mil erros antes de conseguir inventar a lâmpada. Ele respondeu, então, que aprendeu mil vezes o que não funcionava. A partir do momento que você faz alguma coisa, ela tem chance de dar errado. Afinal, somente aqueles que não fazem nada têm chance de não cometer nenhum erro.

5. Pare de pensar na aceitação dos outros. Você está preocupado se sua mãe aceitará sua escolha? Você está preocupado com a pessoa que brigou com você na internet? Você está preocupado com a pessoa na rua te lançou um olhar de reprovação ou preocupado por não ter tido tantas curtidas no Facebook quanto esperava? Se você acha que mudar quem você é vai te ajudar a ser aceito por elas, você está bem perto de descobrir que está enganado.

6. Para de conter suas emoções. Seu chefe está bravo e, rangendo os dentes, fala sobre a importância de se manter calmo. Alguém conta uma “piada suja” a uma mulher que acha engraçado e quer rir, mas não pode, pois não é polido, nem elegante, uma mulher rir de uma piada como aquela. Quando alguma coisa que você fez é bem sucedida, você tende a fazer pouco caso da sua conquista (dizendo que foi sorte ou o acaso) para não parecer convencido ou metido. Essas “máscaras” de disfarce impedem você de mostrar seu verdadeiro sentimento. Como consequência, você não consegue lidar com a vergonha, medo ou sentimento de culpa, mas não pode bloquear essas emoções por não querer senti-las.

7. Pare de limitar seu potencial ao de outras pessoas. Um artista ou inventor é sempre um revolucionário que quer mudar o mundo. Ele não aceita o Status Quo. Quando Howard Schultz (o criador da Starbucks) tentava encorajar os americanos a beber Capuccino, as pessoas achavam que ele estava louco. Não deixe que outras pessoas limitem seu potencial. Einstein já dizia: “Algo só é impossível, até que alguém duvide e o torne realidade”.

8. Pare de esperar que as coisas mudem sozinhas. Você realmente acredita que seu companheiro virá se desculpar, ou que um problema particular se resolverá sozinho, ou que um bom emprego vai bater na sua porta pedindo pra você aceita-lo? Como um judeu diria: “você deve ser a causa das coisas, não o resultado delas”. Uma atitude passiva fará de você o objeto da ação de outra pessoa e te fará dependente do resto do mundo.

9. Pare de viver no passado. Você não pode mudar o que passou, somente o que está por vir. Se você aceitar o passado, será capaz de chegar a conclusões racionais e perdoar os erros e sofrimentos passados. Se você parar de pensar no “e se …” (porque você nunca poderá saber o que teria acontecido se tivesse feito diferente) e no “quando eu tinha sua idade…” (o que seria impossível trazer a realidade presente), aí então você será capaz de resolver muitos dos seus problemas.

10. Pare de pensar que as coisas serão fáceis. Você nunca terá coragem, se não tiver um pouco de medo. Sem inimigos, você nunca aprenderá como ser tolerante, e sem sofrimento, você nunca entenderá o que a sensibilidade significa. Passar a vida de modo fácil e cuidadoso só te faz construir relações superficiais com você mesmo e com outras pessoas, os problemas serão sempre evitados ou escondidos. “Nenhum marinheiro vai aprender a velejar, se o mar for calmo”.

11. Pare de gastar seu tempo com as pessoas erradas. Um patrão que você precisa agradar, ou um cliente que você precisa bajular, ou um tio que é a única pessoa que te acha engraçado. Bem, algumas pessoas simplesmente sugam sua energia. Você deve amar sua família, mas passe seu tempo com pessoas que contribuem para seu desenvolvimento e te faça feliz. Você não é perfeito! Não tem que ser amado por todo mundo.

12. Pare de destruir as coisas. Criticar alguém só para parecer melhor ou mais inteligente, ou ganhar dinheiro às custas de outra pessoa, ou mostrar que você é uma pessoa única e inigualável, ou ser uma pessoa sem caráter e humilhar alguém usando da sua posição ou autoridade são todos exemplos de comportamento destrutivo. Para fugir de sentimentos ruins, você não precisa recorrer à bebida, ao cigarro e outros semelhantes.


14. Pare de se comparar com os outros.
“Ela foi promovida antes de mim. Mas isso só aconteceu porque ela tem um corpo bonito e é mais atrativa para os homens”, “O filho do meu vizinho já aprendeu a falar, o meu ainda não”. Ficar se julgando se comparando com outras pessoas… Isso lhe parece familiar? Ou talvez seja hora de se perguntar: Eu sou melhor hoje do que eu era ontem? Afinal, ninguém será tão competente quanto você ao lidar com você mesmo.13. Pare de fugir das dificuldades. Mais de 60% que assistem Reality Shows, o fazem por não saberem com o que preencher suas vidas. Ficar o tempo todo em redes sociais, ou pegar o celular assim que tem um minuto livre, ou até comer impulsivamente são exemplos de vícios contemporâneos de pessoas que estão seguindo esse caminho. Você não pode evitar seus problemas, suas dificuldades emocionais ou suas deficiências. Ao invés disso, você deve encarar a realidade e assumir o desafio de superar suas dificuldades.

15. Pare de dizer aos outros somente o que eles querem ouvir. Se você é uma mulher, você pode ser elogiada pelo vestido que está usando mesmo não ficando bem nele. Se você é um homem, pode viver sua vida na crença de que é um mestre na arte do amor. Se você é um estudante, já deve ter ouvido que é o melhor aluno da turma. Uma crítica inteligente é melhor do que elogios vazios, e ser um enganador não irá ajudar ninguém, porque nenhuma pessoa será capaz de mudar sem um feedback, uma opinião verdadeira.

16. Pare de fingir ser quem você não é. Fazer um trabalho para uma pessoa que você odeia? Aceitar ir ao cinema com seu companheiro, quando, na verdade, você queria estar em casa? Se você pesquisar o número de pessoas que estão trabalhando em empregos que elas prefeririam não trabalhar, ou o número de pessoas em relações com pessoas que elas não amam, ou o número de pessoas que dizem alguém coisa que elas não sentem realmente ou fazem coisas que elas na verdade não querem fazer, o resultado seria assustador.

17. Pare de viver sua vida do jeito que os outros acham que você deve. Sua mãe diz que você deve se tornar um médico; seu professor diz que você nasceu pra ser um advogado; e uma revista nova acabou de publicar uma lista de trabalhos do futuro? Parece que muitas pessoas sabem o que você deve fazer da sua vida. Mas nenhuma delas colocará essas ideias em prática, e será você que ficará desapontado. Não há pessoa melhor que você para decidir a maneira como deve viver sua vida.

18. Pare de ignorar a importância de coisas pequenas. Uma pequena mensagem de texto pode fazer o dia do seu parceiro melhor. Um pequeno presente para seu filho pode fazê-lo feliz. Elogios não custam nada, e assistir o por do sol te fará lembrar da beleza do mundo. Com sua mente focada no futuro, com mil problemas pra lidar, você perde momentos da sua vida que nunca mais voltarão.

19. Pare de exagerar e ignorar as coisas. Um avião está com turbulência e um passageiro começou a se desesperar, contudo, isso não fará com que a turbulência pare e o avião provavelmente não vai cair. Todos os dias, alguém bebe um copo de vodka e diz que este será o último copo, mas isso continua por anos. Sua você baseia seu julgamento em fatos e na realidade, você será capaz de manter o bom senso e seu julgamento será mais justo e suas ações mais adequadas.

20. Pare de procrastinar. Você realmente acha que você vai ler todos os jornais que você deixou de lado? Você realmente acha que vai pedir sua namorada em casamento, mas não agora? Provavelmente você vai querer ter filhos um dia, mas aí você terá idade mais de avô do que de pai. As pessoas adiam as coisas por vários motivos: por medo de falhar, pela pressão de se forçar a fazer alguma coisa, por falta de vontade ou para evitar intimidade.

21. Pare de sentir pena de você mesmo. É outra pessoa que está te fazendo sentir mal? Você sofreu muito em sua vida e é incapaz de mudar algumas coisas no seu comportamento hoje? Se você vivesse em um país diferente ou se os políticos no seu país fossem melhores, você certamente seria uma pessoa bem sucedida. É isso que você pensa? Agir como vítima te permite abdicar da responsabilidade de controlar os outros, de encontrar desculpas para suas falhas, mas não te traz nada de bom.

22. Pare de fazer as coisas que são responsabilidades dos outros.Você emprestou dinheiro para alguém de novo, mas ele ou ela não parece que vai te reembolsar tão cedo? No trabalho, você está fazendo um trabalho que caberia a seu colega, dizendo que ele ainda está em fase de aprendizado. Você decide assumir uma coisa que seu marido preguiçoso deveria fazer? A habilidade de dizer “não” é tão importante quanto a habilidade de dizer “sim”, e você precisa saber dizer os dois para estabelecer limites.

23. Pare de reclamar. Pesquisas mostram que pessoas gostam de socializar com pessoas otimistas. Então, pare de reclamar e passe mais tempo com ‘vibes positivas’. É mais saudável e ajuda outras pessoas. E tem mais! Dizem que reduz o risco de pegar um resfriado!

24. Pare de controlar muitas coisas ao mesmo tempo. Seu companheiro vai mudar e se tornar a pessoa que você quer ele seja. Motoristas vão continuar com seu jeito de dirigir e empregados vão continuar fazendo seu trabalho como sempre fizeram até agora. Pessoas não estão dispostas a mudar só porque outras querem que elas mudem, e controlar os outros leva a emoções negativas, além de deixa-los desamparados. Cuidado com o que você realmente controla.

25. Pare de se preocupar tanto. O fato de seu namorado ou namorada estar olhando para outra pessoa não significa que ele vai te trair. O fato de seu patrão estar num dia ruim não significa que ele vai te despedir e seus filhos certamente voltarão pra casa sãos e salvos. A maioria das coisas pelas quais você se preocupa são resultado de pensamentos negativos sobre o futuro e nunca acontecerão.

Uma vez que você acreditar que é emocionalmente forte, você inconscientemente atuará de maneira mais firme e assertiva e começará a assumir o controle sobre seus caprichos emocionais.

A vida é composta por uma série de histórias sendo que cada um de nós tem uma única história para contar .  Existem bilhões e bilhões de histórias mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos  tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.

Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.

Neste artigo, você verá uma lista de 17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes não fazem  ou, pelo menos, evitam fazer.

Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção

Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis ​​em sua própria pele.

Lembre-se que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é imploram por atenção de pessoas que não querem estar com você.

Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente

Pessoas emocionalmente fortes ignoraram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.

Elas não deixam de acreditar em si mesmas

De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acreditá nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente.

Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.

Elas não têm medo de amar

O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo.

As pessoas que possuem força emocional na maioria das vezes já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só porque você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.

Elas não têm medo de desacelerar

Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.

Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias

Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo  para melhorar  a cada dia.

Eles não têm problema em dizer não

Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem que aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você entenderá, mesmo que não seja no dia .

Elas não recusam desafios

Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida . Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos percebemos nossa real força e capacidade interna.

Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer

Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.

Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão

Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes . Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.

Elas não perdem tempo

Abraham Lincoln disse:

“Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos. “

As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.

Elas não têm medo de pedir ajuda

Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.

Elas não se colocam “para baixo”

Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de prender-se ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.

Elas não se importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros

As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite.

Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.

Elas não reagem de forma exagerada aquando as coisas saem de seu controle

“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”

Pense em quantas vezes por dia você exagerar a em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isto realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.

Elas não se contentam com uma vida medíocre

Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.

Elas nunca, jamais desistem

Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:

Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.

O seu corpo pode suportar quase tudo, é a sua mente que você tem de convencer. Não deixe o medo do passado afetar a presença do seu futuro viva o que o amanhã tem para trazer, não o que o ontem levou embora, Quanto menos você se preocupa menos complicada a vida se torna.

Coisas boas vem para quem acredita, coisas melhores vem para quem espera, mas  coisas fantásticas vem para quem nunca desiste. Apenas não desista de tentar fazer o que você realmente quer, Onde houver amor e inspiração, não acredite que vá dar errado.

Nunca deixe as coisas legais que você quer te fazer esquecer as coisas boas que você já tem, As vezes você tem que aceitar a verdade e parar de gastar o seu tempo com pessoas erradas. Ocupe o seu tempo se amando mais ao invés de amar a idéia de que outras pessoas tem que amar você.

Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra, porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos freqüente chama mais a atenção, A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA. Aceite o fato de que você vai errar um pouco fazendo algo novo, então tudo vai ser muito mais fácil.

A hipocrisia religiosa criou um conceito de vida doente e venenoso. De que vale a vida se o que realmente importa é para onde você vai depois de morto? Para que buscar desesperadamente a felicidade agora se o Paraíso te aguarda a um passo de distância? Mas não importa o quanto você ande, essa distância entre você e o Amor eterno não diminui. Você precisa comer AGORA, precisa ir ao banheiro AGORA, deseja amar AGORA, então porque deixar para viver no eterno AMANHÃ? Pior do que morrer e ir para um lugar de punição é não viver, morrer como uma estatística sem nome e ai “descobrir” que a sua única chance de viver acabou de ser deixada para trás.

O mundo está repleto de sonâmbulos, pessoas que tem uma espiritualidade rasa, cujos desejos lhes são ditados pela televisão e pela sociedade, seus objetivos não tem valor fora do contesto em que vivem, não ousam ir além daquilo que o Grande Público aceita como certo e saudável. Se ir para o Inferno significa despertar deste estado, abrir os olhos e, quebrando o círculo vicioso da culpa, assumir para si os riscos de se tornar um indivíduo responsável pelos proprios atos então lá estaremos nós: com nossas cicatrizes e conquistas, com histórias sobre vitórias e derrotas para compartilhar, e estaremos esperando por você!

Deixe para trás valores que não são seus. Deixe o comodismo e a inércia mental que te aprisionam no limbo dos “justos e corretos”. Para que temer algo que nunca existiu? Abrace a si mesmo, a si mesma, e mergulhe na escuridão que existe dentro de você. Sinta as trevas te envolvendo, te acariciando, felizes por você ter achado o caminho de volta. Deixe a Luz para as mariposas que desejam ficar cegas e se queimar, aprenda a enxergar no escuro e venha dançar nas chamas.

O homem é o lobo do homem? Mentira. O homem é a vítima de si mesmo. Hoje nos alimentamos de uma revolta calada assim como as hienas se alimentam de carniça. A raiva que existe dentro de nós foi entorpecida, os ideais dignos de alguma atenção foram enlatados e comercializados. Hoje aqueles que perseguiam e matavam as minorias que se recusavam a aceitar crenças alheias lucram com o que existe de mais sagrado. Todos possuem o livre arbítrio, podem escolher a que senhor irão servir.

Aqui ninguém é perfeito, a perfeição é uma ilusão que escraviza. Aqui ninguém busca o impossível, nós nos tornamos o impossível a cada ato consciente nosso, sempre que exercitamos nossa magia, que nos curvamos perante o mundo e com isso fazemos o mundo se curvar diante de nós. Nos cuspiram rótulos e nós os vestimos, usamos como armaduras e roupas de gala.

Não existe um caminho seguro, uma estrada demarcada que leva ao abismo onde vivemos. Aqui nós não convertemos ninguém, não iniciamos ninguém, não pervertemos ninguém. Apenas reconhecemos aqueles que como nós queimaram o próprio nome, aceitaram as próprias falhas e decidiram se erguer, se tornando gigantes.

O maior segredo de todos, aquele que prometemos revelar é simples. Olhe para os lados, olhe para dentro, abra os olhos no escuro e enxergue nas trevas que te rodeiam. Você está só. Sempre esteve. Existe amor em você, existe ódio, existe paixão e medo. Beba deles, jamais os use de muleta. Aprenda que no caminho da solidão há muito o que aprender, muito o que compartilhar, mas jamais se esqueça:
Não existe um paraíso de glorioso esplendor ou um inferno onde os pecadores queimam. Aqui e agora é nosso local de tormento! Aqui e agora nosso momento de alegria! Aqui e agora é nossa oportunidade! Escolha então este dia, esta hora, pois nenhum redentor jamais viveu!

Diga a seu próprio coração: Eu sou meu próprio redentor.

É claro que, a cada conquista, nossa confiança aumenta e nos tornamos cada vez mais fortes diante dos novos desafios. No entanto, o momento da vida em que precisamos mais de nossa autoconfiança e determinação é quando estamos começando, quando ainda não provamos nada para o mundo e, por isso, muitos desconfiam de nosso potencial.

Quem espera ser respeitado ou alcançar o sucesso para se tornar autoconfiante certamente vai ficar esperando sentado e vendo a vida passar diante de seus olhos.
Mas de onde vem a autoconfiança?

Esse é um assunto longo e profundo de acordo com a experiência que vivi nos últimos 20 anos formando executivos e empreendedores. Para não me estender, vou listar abaixo 6 dicas simples para melhorar ou ajudar a construir sua autoconfiança:



1. FAÇA UMA LISTA DAQUILO EM QUE VOCÊ CONSIDERA QUE SEJA BOM – Ninguém é bom em tudo ou ruim em tudo. Certamente, você tem fortalezas e fraquezas. Identifique-as a fim de planejar suas ações em cima de suas fortalezas. Isso poderá lhe ajudar a construir sua autoconfiança dentro de um ambiente em que você se sinta mais seguro por dominar as etapas do processo.



2. FRACIONE SUAS METAS – Sonhe grande, mas divida esse sonho em vários pequenos sonhos de maneira a sentir-se confiante a realizar cada um deles, atingindo, por consequência, seu objetivo final. A jornada é longa, mas aplique seu foco somente no próximo passo.



3. PLANEJE MAIS – Todo músico precisa ensaiar, mas quanto menos confiante é um músico, mais ele precisa ensaiar para compensar sua insegurança. Em seu planejamento, simule cenários e esteja preparado para lidar com cada um deles. Não deixe espaço para improvisos ou decisões baseadas somente na intuição. Não tenha pressa. Quanto mais preparado, mais confiante você vai ficar.



4. PREPARE-SE TECNICAMENTE – O preparo técnico ajuda um atleta a melhorar sua autoconfiança. Treine uma hora a mais, bata 10 faltas a mais, corra 1 km a mais. Sua dedicação à parte técnica também ajuda a compensar sua debilidade emocional.



5. ADMINISTRE SEUS PENSAMENTOS – Uma frase que ouvi recentemente diz que “pensamentos negativos são como pássaros. Não conseguimos evitar que eles voem sobre nossa cabeça, mas podemos impedir que eles façam ninho”. Não entre na pilha de seu negativismo e insegurança alimentados por anos. Ao contrário, alimente sua mente de esperança e fortaleça sua convicção sobre sua capacidade. Sei que parece piegas, mas o caminho é esse. Infelizmente, muitos se arrastam pela vida considerando-se a pior das criaturas na Terra. Acostumaram-se a agir assim, talvez porque sofreram em sua infância ou porque foram duramente desprezados e não conseguiram administrar o constrangimento. Por isso, acabaram criando danos profundos na imagem que têm de si próprio.



6. TOME A DECISÃO DE SER PROTAGONISTA – Isso é uma decisão pessoal e ninguém pode fazer isso por você. Quanto ao seu passado, não é possível modificá-lo, mas somente com sua decisão, seu futuro pode ser reescrito. Aliás, somente você pode produzir essa mudança, assumindo o comando em vez de ficar sentado na cadeira de castigo, vestindo o chapéu de coitado.

Você nasceu de uma corrida de 200 milhões de espermatozoides. Portanto, você já nasceu campeão. Seu cérebro tem uma capacidade de armazenamento e processamento de informações maior que a do computador em que você está lendo esta mensagem. Você é incrivelmente fantástico ou implacavelmente medíocre.
A escolha é toda sua.

Como Se Proteger de Pessoas Tóxicas

Você está no melhor dos humores e o dia promete. De repente, você sente que suas energias foram minadas e seu espírito foi derrubado. A fonte da deflação? Você acabou de encontrar alguém que tem uma atitude ruim e que lançou uma cortina de fumaça sobre seu estado de espírito. Embora seja uma escolha pessoal tentar desviar os humores negativos dos outros, nem sempre é assim tão fácil – emoções são contagiosas e estamos programados para simpatizar com os outros que nos cercam e entrar em sintonia com as emoções deles.
Os humores negativos e pensamentos de uma pessoa tóxica são pervasivos – energia nervosa, raiva, tristeza, reclamações, apego, uma visão do mundo constantemente marcada pela negatividade. E se acontecer de você ser pego com pessoas tóxicas diariamente em sua vida, deixando a negatividade delas atingir você, ela pode corroer seu próprio senso de si e desinflar mesmo as perspectivas mais otimistas. Constantemente, emoções negativas podem levar à doenças e uma vida encurtada – personalidades tóxicas não são saudáveis para elas mesmas ou para você. E, uma vez que a miséria adora companhia, pessoas miseráveis tentarão arrastá-lo para o rebanho delas; entretanto, assumir a responsabilidade de defender a si mesmo e aprender a se libertar das atitudes tóxicas ao seu redor, para sustentar sua visão saudável, de realização e otimismo.

Passos

    1. Descubra suas atitudes atuais em relação à vida em geral. Não há nenhum ponto em se esforçar para ser progressivo e bem sucedido quando você mesmo possui a energia negativa que o impede. Faça um balanço de suas ações e palavras. Se os seus próprios comportamentos levam na direção da auto-piedade e pessimismo (um status de vítima auto-percebida), é hora de voltar à pista e começar de novo, fazendo uma opção por adotar crenças e atitudes mais otimistas. A vida vai lhe dar o que você espera, de modo que suas expectativas precisam ser equilibradas com medidas realistas e um quadro mais positivo. Isso começa com você como uma pessoa antesde procurar culpar os outros por seus fracassos e misérias.

    2. Aprenda a pegar a energia (ou vibrações) ao seu redor. Além de se conhecer bem, você precisa saber como se sente quando pessoas tóxicas estão ao seu redor. Você provavelmente já sabe como fazer isso, mas aprenda a tornar isso um ato consciente e não apenas uma reação inconsciente. Por exemplo, pense em como você se sente quando entra em uma empresa onde todos são amigáveis e não podem fazer o suficiente para envolvê-lo em uma conversa casual. Então, pense em andar em uma empresa onde o humor é ácido, os assistentes mal são capazes de balbuciar um “olá” para você e parecem ter outras coisas melhores a fazer do que se envolverem com você, os rostos deles cheios de ressentimento e desejo de estar em qualquer outro lugar além daquele onde estão. A energia em ambos os casos é extremamente diferente e você pegar ela imediatamente. É o mesmo com os indivíduos; você se desenvolverá para perceber conscientemente quando se sentir imediatamente erguido ou derrubado pelas pessoas em sua presença e pode tomar medidas para fazer escolhas sobre como reagir quando reconhecer esses sentimentos.

    3. Reconheça os tipos de personalidade tóxicas. Todos têm dias para baixo, e cada um de nós está sujeito às tristezas agora e depois. Entretanto, quando se trata de pessoas tóxicas, as tristezas parecem ser um estado permanente de ser e se sentir para baixo, triste, com raiva, etc, torna-se um traço de personalidade principal em vez de um estado de espírito temporário. Os seguintes tipos de personalidade tóxicas que são aquelas que devem estar na vigia são:

      • Raiva da vida: Uma pessoa que esteja sempre com raiva, explodindo, gritando e reagindo a todos de uma forma volátil é uma pessoa tóxica. Elas precisam de muita ajuda, mas você não precisa ser o saco de pancada delas. Ficar ao redor de uma pessoa assim fará com que você também fique com raiva, veja deslizes onde eles não existem, reagir em vez de refletir e temer coisas.
      • Tudo no mundo está estragada: Uma pessoa com essa visão de mundo é sempre para baixo e sempre encontra o lado escuro em tudo. E elas adoram companhia miserável; quanto mais pensadores escuros concordando com as conspirações e teorias assustadoras delas, melhor. Curiosamente, essa pessoa, muitas vezes, é competitiva sobre miséria dela, tentando superar a miséria de qualquer outra pessoa. Propensas a ver os erros das outras pessoas como enormes transgressões (e, portanto, não podem perdoar) e com medo de que as pessoas irão deixá-las para baixo/deixá-las ir a qualquer momento, elas vivem em constante estado de negatividade determinante do destino e falta de esperança. Uma vez que não se sentem capazes de mudar a trajetória delas, elas tentarão arrastá-lo com elas.
      • Buscadores de atenção: Insegura, incapaz de criar seu próprio senso de auto-estima e emocionalmente imatura, essa pessoa é uma “Agarradora”. Elas querem sua atenção, querem quando querem (agora!) e precisam estar no centro de tudo. A constante necessidade dessa pessoa de ser ouvida e resgatada vai desgastá-lo e, eventualmente, a incapacidade delas de se estabelecerem e dar uma boa olhada nelas mesmas significa que elas tentam sugar a energia e a vida de outros lugares, ou seja, de você.
      • Fofoqueiros: “Quando tudo mais em sua própria vida falhar, derrame o feijão sobre os infortúnios das outras pessoas” é o lema deste personagem difícil. Em vez de manter confidências e ser solidária, essa pessoa permite que os sentimentos de inveja peguem o melhor dela em vez de reorientar seus sentimentos invejosos. Infelizmente, a fofoca parece emocionante para aqueles que a recebem inicialmente, mas é como uma alta de açúcar – logo cai e as sequelas desagradáveis prejudicam todos. Se você já se viu apanhado por uma fofoca e as habilitou ou se beneficiou delas, não fique preso em se preocupar com sua cumplicidade; perdoe a si mesmo, faça a escolha de falar apenas bem dos outros a partir deste ponto e retirar-se da esfera delas.
      • Ameaçadores assustadores: Preocupação, ansiedade, “e se” e o medo empurram essa personalidade. Tudo na vida, de relacionamentos a atravessar a rua, tem algum potencial de medo e terror, e a ansiedade dessa pessoa é, infelizmente, muito contagiosa.
    4. Dê uma olhada na companhia que você mantém (ou atrai).Olhando na lista do passo anterior, analise amizades, relacionamentos familiares, colegas de trabalho e decida objetivamente o quão saudável são essas pessoas em termos de seubem-estar e compostura geral. Eles revelam o melhor em você ou você serve como uma esponja para todos os problemas e misérias delas? Se o último for o caso, para sua própria sanidade e bem-estar, afaste-se delas. Isto pode ser muito difícil inicialmente, por causa das expectativas e senso de obrigação que se acumulam nos relacionamentos, mas ficar com pessoas que levam você à miséria constante não será recompensado, por isso, não se submeta a ele. Livre-se da companhia delas educadamente, minimizando o contato até que uma distância saudável possa ser mantida. Você precisa deste tempo para ponderar e refletir sobre se salvar e se preservar com base no otimismo, esperança e energia positiva que tem dentro de si.

      • Há um instinto primitivo em cada um de nós para espelhar as outras pessoas com as quais estamos. É uma técnica de sobrevivência e social. E se esse espelho for obscuro, negativo e com falta de auto-estima, é um espelho que você precisa jogar uma cortina em cima por uma questão de auto-proteção e seguir em frente. Lembre-se de que você não pode mudar outra pessoa, só a si mesmo, por isso, não se atole com desculpas sobre ser responsável por elas ou sentir pena delas. Você só pode realmente ajudar uma pessoa negativa quando não é mais influenciado por elas.
    5. Ouça seletivamente ao se envolver em qualquer conversa.Procure se apegar nos aspectos positivos e construtivos de qualquer conversa. Treine sua mente para arremessar conscientemente a essência má da conversa. Isso se torna uma questão de escolher o que é que você deseja viver; permitir que o lado bom se apegue mais forte a você e para servir como os pensamentos sobre os quais você se concentra e reflete. Quando lado negativo começa a ficar realmente tentador, volte à energia positiva através de palavras positivas ou sugestões que sejam favoráveis. Isso cria um espaço entre você; enquanto a outra pessoa pode estar lutando internamente para refutar sua insistência positivo, é claro para ela que você não será derrotado pelo o lado negro!

      • Crie um sinal pessoal para se lembrar de se manter desviando a conversa negativa e sinais emitidos em você de uma personalidade tóxica. Ela pode estar puxando um pedaço de seu cabelo, cavando sua miniatura em sua palma, sacudindo seu punho, batendo o joelho, etc. Esta ação menor é um mecanismo de proteção para lembrá-lo de notar conscientemente que a negatividade está sendo enviada em seu caminho e fazer um esforço consciente para recusar a entrada ou abrigo em seus próprios pensamentos.
      • Quando se tratar de acusadores, mude a perspectiva. Enquanto a personalidade tóxica quer que a outra pessoa assuma a culpa por uma situação, manter a calma e continuar insistindo que oproblema seja resolvido em vez de discutir de quem é a culpa. Buscar culpar alguém mantém as coisas estáticas e paradas no tempo, e não será encontrada uma solução, porque ela se perdeu de vista, e o acusador não quer assumir a responsabilidade de melhorar sua própria situação de maneira nenhuma. Atenha-se aos fatos e aponte o que precisa ser feito para corrigir um problema. Se eles ficarem de cabeça quente ou violentos, afaste-se deles e dê-lhes espaço para se acalmar.
      • Use empatia e compaixão com aqueles que procuram espalhar o medo. Limite sua exposição ao medo deles de falar mudando a conversa negativa deles sobre si mesmos. Por exemplo, se eles insistem que seu empreendimento vai falhar, pergunte a eles “Bem, e se isso não acontecer?”. Ajude-os a ver as possibilidades, em vez das negativas sem fim. E quando eles realmente pegarem você, veja o medo deles como uma forma de estar chateados e diga a si mesmo uma e outra vez que esta é a reação deles, não a sua, e que você tem a opção de permanecer com os pés no chão ancorados e fiel aos seus objetivos.
      • Lembre-se sempre que as emoções negativas têm um limite de tempo; elas não duram, em breve vão passar. Você não precisa levar a bola de negatividade com você além da batalha.
    6. Desenvolva uma mente bonita. Isto pode ser conseguido através da aceitação da realidade das coisas que não podem ser alteradas. Deixe as coisas que passaram onde elas pertencem – em arquivos históricos da memória reprimida. Se essas emoções se tornarem muito difíceis de manter fechadas, procure ajuda para fechar este capítulo total e finalmente. Desta forma, você não permitirá que os pensamentos negativos se agravarem e controlem seu eu presente e futuro; compreender e aprender a aceitar o que se foi como uma lição de crescimento ao invés de uma cristalização de quem você é no momento o tempo todo é a forma de se libertar da negatividade. A aceitação forma uma grande parte desta mente bela, trazendo o fechamento e deixando a mente e o corpo livres para alcançar um estilo de vida mais produtivo e de melhor qualidade.

      • Faça práticas que te ajudem a se manter firme. Algumas coisas que podem ajudá-lo incluem meditação, yoga, reflexão na natureza, artes marciais, esportes de resistência, um hobby que preencha uma paixão, etc. Encontre algo que o acalme e o centralize e para que você possa recuar quando precisar se reenergizar.
    7. Saiba quais são suas necessidades e desejos. Tire um tempo para decifrar o que é importante para você. Saiba quais são seus gostos e desgostos são e desenvolva alguma ideia de onde você gostaria de se ver no futuro. Anote seus planos no papel. Cole-o em uma parede onde você possa constantemente se lembrar e mantenha o foco. Isso também irá ajudá-lo quando as coisas ficarem difíceis e você sentir o desejo forte de voltar a cair nos antigos hábitos negativos. Mais importante, saber o que você quer na vida age como um escudo para impedi-lo de embarcar nas expectativas das outras pessoas para você e tomá-las em si mesmo. Por todos os meios, permaneça aberto a ouvir o que os outros têm a dizer, mas não se deixe influenciar por aquilo que não se encaixa às suas necessidades e desejos ou o que o impeça de ser fiel a si mesmo.

    • Às vezes, você precisará fazer compromissos com as pessoas próximas a você ou que impactam em sua vida profissional; mas, faça isso consciente e confiante e não porque você se sente forçado a fazer escolhas por uma personalidade tóxica.
  1. Encontre pessoas com a mente parecida. Como todos sabem, nenhuma pessoa é uma ilha – nós, seres humanos, somos criaturas sociais. Conforme o tempo passa, todo o seu ser se acostumará com interações felizes e saudáveis. O que você descobrirá quando se concentrar em manter uma atitude otimista e recusando-se a se debruçar na negatividade é que você atrairá pessoas com uma mentalidade semelhante a sua. Misture-se com a companhia que ajude você a desenvolver um corpo e mente saudáveis – esteja com pessoas otimistas, alegres e felizes. Quanto mais tempo gasto com pessoas desta natureza, mais feliz e mais brilhante você se sentirá. As atitudes nutritivas, saudáveis e positivas delas são contagiosas de uma boa forma e ajudarão você a ficar em equilíbrio. Da mesma forma, uma vez que você chegue ao ponto em que qualquer coisa ou qualquer um que perturbar seu senso de equilíbrio e paz interior começar a irritá-lo, saberá como se desviar dele educadamente, e isso confirma que você está bem em seu caminho para uma vida maior e mais contente.

    • Passe adiante. Use o exemplo de inspiração das pessoas mais positivas em sua vida para guiar-se para longe dos possuidores de pensamento tóxicos. Por sua vez, torne-se mais como as pessoas otimistas por ver o melhor nos outros e elogiando o bem que você vê nas pessoas. Seja a fonte de uma “cadeia saudável de emoções”, permanecendo otimista ao interagir com os outros; aceitar e dê elogios com gratidão, mantenha o contato visual com eles e sorria.
  2. Esforce-se para se tornar um consigo mesmo, o meio ambiente e suas necessidades. Isto pode ser difícil no começo, mas com o tempo, a rotina de ver tudo como uma maravilha e encontrar o bom e positivo nas interações cotidianas acabará ficar no lugar. Uma mente calma e serena é engenhosa e complementa o pensamento produtivo e sensato.

Dicas

  • Reveja e siga os passos acima, sua mente e psique estarão então preparados para ficar de guarda contra aqueles que consciente ou inconscientemente o colocam para baixo, criando dúvidas sobre seu potencial e capacidades.
  • Não importa se as pessoas pensem de você como anti-social ou arrogante; tal terminologia é muito facilmente aplicada a uma pessoa que atinge assertivamente como fazer uma marca no mundo e se tornarem melhores. Você precisa se tornar a pessoa mais importante em sua própria vida. Se a presença delas trouxer dor indevida, então você está melhor sem elas ou a presença delas, e isso não é desleal ou ser esnobe; lembre-se de que as pessoas tóxicas tentarão fazer com que você veja dessa forma, de modo a arrastá-lo de volta para a visão de mundo tóxico delas, mas até mesmo o julgamento delas sobre você é equivocado e, na realidade, uma desculpa para o próprio comportamento delas, em vez de um somatório equilibrado de quem você é.
  • Esforce-se para ver o melhor em tudo que você faz. Uma vez que as vozes no interior ecoem mais alto do que as vozes do lado de fora, depois de ter alcançado um nível mais alto de pensamento dentro de si mesmo.
  • Obrigue-se a fazer isso até que se torne um hábito diário sem o qual você não pode viver. Você descobrirá que provoca encontros negativos se afastar de seus pensamentos e substituí-los por pensamentos mais harmoniosos, felizes e produtivos.
  • Encontre uma coisa por dia para ser grato.
  • Gaste menos tempo possível com pessoas negativas. Mesmo que sejam apenas cinco minutos por dia, isso é menos cinco minutos positivos e produtivos para você.
  • Use uma pequena moldura bonita para postar uma simples nota que diz: “Seja Grato Sempre”; coloque-a em um lugar de destaque onde você passa e a vê frequentemente.
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