A pornografia é uma questão de esquerda

A pornografia é uma questão de esquerda

Feministas anti-pornografia se acostumaram com os insultos da esquerda. Mais e mais somos informadas de que somos anti-sexo, pudicas, simplistas, politicamente ingênuas, diversionistas e tacanhas. Os críticos mais rudes, não hesitam em sugerir que a cura para esses males está em, como digamos, uma sólida experiência sexual.

Além dos insultos, nós constantemente enfrentamos uma pergunta: Por que  perdemos o nosso tempo com a questão da pornografia? Uma vez que somos anti-capitalistas e esquerdistas anti-imperialistas, bem como feministas, não devemos nos concentrar  nas muitas crises políticas, econômicas e ecológicas (guerra, pobreza, aquecimento global, etc)? Por que gastaríamos parte de nossas energias intelectuais e de organização ao longo das últimas duas décadas prosseguindo na crítica feminista à pornografia e à indústria da exploração sexual?

A resposta é simples: Nós somos contra a pornografia precisamente porque somos de esquerda, bem como feministas.

Como  esquerdistas, rejeitamos o sexismo e o racismo que satura o mercado de massa  contemporânea da pornografia. Como esquerdistas, rejeitamos a mercantilização capitalista de um dos aspectos mais básicos de nossa humanidade. Como esquerdistas, rejeitamos a dominação das empresas de mídia e cultura. Feministas anti-pornografia não estão pedindo que a esquerda aceite uma nova maneira de olhar o mundo, mas em vez disso, argumentando por  consistência na análise e aplicação de  princípios.

Sempre pareceu-nos estranho que muitos da esquerda de forma consistente,  se recusam a se envolver em uma crítica sustentada e ponderada da pornografia. Tudo isso é particularmente desastroso num momento em que a esquerda está se debatendo para encontrar adesão por parte do público,  uma critica da pornografia baseada em uma análise feminista radical de esquerda que se contraponha aos direitistas moralistas, poderia ser parte de uma estratégia de organização eficaz.

Análise da mídia pela esquerda

Esquerdistas examinam a mídia como um local onde a classe dominante cria e impõe definições  e explicações do mundo. Sabemos que  notícias não são neutras, que os programas de entretenimento são mais do que apenas diversão e jogos. Estes são lugares onde a ideologia é reforçada, onde o ponto de vista dos poderosos é articulado.Esse processo é sempre uma luta, as tentativas de definir o mundo pelas classes dominantes podem ser, e são, combatidos. O termo “hegemonia” é geralmente usado para descrever este sempre contestado processo, a maneira pela qual a classe dominante tenta assegurar controle sobre a construção de sentido.

A crítica feminista da pornografia é consistente com – e, para muitos de nós,  se origina de – uma análise amplamente aceita na esquerda,  da ideologia hegemônica  dos meios de comunicação, levando à observação de que a pornografia está para o patriarcado assim como os comerciais de TV para o capitalismo. No entanto, quando a pornografia é o tema, muitos na esquerda parecem esquecer-se da teoria de Gramsci da hegemonia e aceitar o argumento de auto-defesa do pornógrafo de que a pornografia é mera fantasia.

Aparentemente, a percepção comum da esquerda de que as imagens da mídia podem ser ferramentas para a legitimação da desigualdade, vale para uma análise da CBS ou  CNN, mas evapora-se quando a imagem é de uma mulher tendo um pênis enfiado em sua garganta com tanta força que engasga. Nesse caso, por razões inexplicáveis, não devemos tomar a sério as representações pornográficas ou visualizá-los como produtos cuidadosamente construídos  dentro de um sistema mais amplo de gênero, raça e desigualdade de classe. O  valioso trabalho realizado pela crítica sobre a política da mídia de produção, aparentemente, não tem valor para a pornografia.

A pornografia é fantasia, de uma espécie. Assim como programas policiais na TV que afirmam a nobreza da polícia e promotores como protetores do povo são fantasia. Assim como as histórias de Horatio Alger de que trabalho duro são recompensados no capitalismo são fantasias. Assim como os filmes onde o elenco árabe são todos terroristas, são uma fantasia.

Todos esses produtos da mídia são criticados pela esquerda, precisamente porque o mundo de fantasia que eles criaram é uma distorção do mundo real em que vivemos. A polícia e promotores fazem, por vezes, a busca pela justiça, mas também reforçam o regime dos poderosos. Os indivíduos no capitalismo prosperam algumas vezes como resultado de seu trabalho árduo, mas o sistema não fornece a todos os que trabalham duro uma vida decente. Um pequeno número de árabes são terroristas, mas isso fica obscurecido na América branca quanto à humanidade da grande maioria árabe.

Tais fantasias também refletem como os detentores do poder querem que as pessoas subordinadas se sintam. Imagens de negros felizes nas plantações fazem brancos se sentirem satisfeitos na sua opressão aos escravos. Imagens de trabalhadores satisfeitos acalmam os receios capitalistas de uma revolução. E homens lidam com seus complexos sentimentais sobre a masculinidade contemporânea e sua tóxica mistura de sexo e agressão, buscando imagens de mulheres que gostam de dor e humilhação.

Por que tantos na esquerda parecem assumir que pornógrafos operam num universo diferente do de outros capitalistas? Por que a pornografia seria a única forma de representação produzida e distribuída por empresas que não seria um veículo para legitimar a desigualdade? Por que os  pornógrafos seriam os capitalistas rebeldes à procura de subverter o sistema hegemônico?

Por que os pornógrafos são, frequentemente, os únicos com livre acesso na esquerda?

Depois de anos enfrentando a hostilidade da esquerda em público e na imprensa, nós acreditamos que a resposta é óbvia: o desejo sexual pode restringir a capacidade das pessoas para a razão crítica – especialmente em homens no patriarcado, onde o sexo não é só prazer, mas sobre o poder.

Esquerdistas – especialmente os homens à esquerda – precisam superar a obsessão com escapismo.

Vamos analisar a pornografia não como sexo, mas como mídia. Onde é que se ligam?

A mídia corporativa

Críticas ao poder corporativo da mídia comercial são onipresentes na esquerda. Esquerdistas com diferentes projetos políticos podem se unir para condenar o controle dos conglomerados sobre notícias e entretenimento. Devido à estrutura do sistema, é um dado que estas corporações criam programas que vão ao encontro dos interesses dos anunciantes e elites, não das pessoas comuns.

No entanto, ao discutir a pornografia, esta análise voa para fora da janela. Ouvindo muitos na esquerda defendendo a pornografia, poderíamos pensar que o material está sendo feito por artistas batalhadores que incansavelmente trabalham em sótãos só para nos ajudar a compreender os mistérios da sexualidade. Nada poderia estar mais longe da realidade.  A indústria da pornografia é apenas isso — indústria dominada por empresas de produção de pornografia que criam o material fundamental que corporações lucram distribuindo.

É fácil entender isso em troca de ideias entre os pornógrafos — eles tem uma revista comercial “Adult Video News”. As discussões nela não tendem a se concentrar sobre o potencial transgressor da pornografia polissêmica dos textos sexualmente explícitos. Trata-se  — que surpresa! — de lucros. As histórias da revista não refletem uma consciência crítica sobre muita coisa, especialmente gênero, raça e sexo.

Andrew Edmond – presidente e CEO da Flying Crocodilo, uma empresa de pornografia de US $ 20 milhões  – coloca sem rodeios: “Um monte de gente arranja distração do modelo de negócios (o sexo). É tão sofisticado e multifacetado quanto qualquer outro tipo de mercado. Operamos como qualquer empresa da Fortune 500.”

As empresas de produção – a partir de grandes produtores, como Larry Flynt Productions aos pequenos operadores fly-by-night – atuam como corporações no capitalismo, buscando maximizar a sua cota de mercado e o seu lucro. Eles não consideram as necessidades das pessoas ou os efeitos dos seus produtos, mais do que outros capitalistas. Romantizar a pornografia faz tanto sentido quanto romantizar os executivos da Viacom ou da Disney.

Pornografia incrementa igualmente o lucro das grandes corporações de mídia. Hugh Hefner e Flynt tiveram que lutar par ganhar credibilidade dentro dos salões do capitalismo, mas hoje muitos das corporações lucram com a pornografia através da propriedade de empresas de distribuição a cabo e internet.  As grandes empresas que distribuem pornografia também distribuem mídia. Um exemplo é o NewsCop de Rupert Murdoch.

NewsCop é o grande proprietário da DirectTv,  que vende mais filmes pornográficos do que Flynt.  Em 2000, o New York Times relatou que cerca de US$200 milhões de dólares é gasto por ano pelos 8,7 milhões de assinantes com a DirectTV. Entre News Corp  e outras explorações de mídia estão a Fox e redes de TV a cabo, a Twentieth Century Fox, o New York Post e TV Guide. Bem-vindo à  sinergia:  Murdoch também é proprietário da HarperCollins, que publicou o best seller  pornográfico de Jenna Jameson “How To Make Love Like a Porn Star”.

Quando Paul Thomas aceitou o prêmio de melhor diretor na cerimônia de premiação  da indústria da pornográfica de 2005, ele comentou sobre a empresarialização do setor, brincando: “Eu costumava receber o pagamento em dinheiro dos italianos.  Agora eu sou pago com um cheque de um judeu… ” Ignorando as  cruas referências étnicas  (Thomas trabalha principalmente para a Vivid, cujo dono é judeu), o seu ponto era que o que antes era em grande parte uma multidão de negócios financiados agora é apenas uma outra empresa corporativa.

Como a esquerda se sente  acerca de empresas corporativas? Queremos executivos ávidos por lucros corporativos construindo a nossa cultura?

Mercantilização

Há muito que se compreendeu que um dos aspectos mais insidiosos do capitalismo é a mercantilização da tudo. Não há nada que não possa ser vendido no jogo capitalista de acumulação infinita.

Na pornografia os riscos são ainda maiores, o  que está a ser mercantilizado é crucial para nosso sentido de ser. Qualquer que seja a sexualidade ou pontos de vista sobre a sexualidade, praticamente todos concordam que é um aspecto importante da nossa identidade. Na pornografia e na indústria do sexo em geral, a sexualidade é mais um produto para ser embalado e vendido.

Quando essas preocupações são levantadas, os esquerdistas pró-pornografia, muitas vezes correm para explicar que as mulheres da pornografia escolheram esse trabalho. Embora qualquer discussão sobre a escolha deva levar em consideração as condições em que se escolhe, não contestamos que as mulheres escolhem, e como feministas respeitamos a escolha e tentamos compreendê-la.

Mas, no melhor de nosso entendimento, ninguém na esquerda defende a mídia capitalista – ou qualquer outra empresa capitalista -apontando os trabalhadores como tendo consentido em fazer o seu trabalho. As pessoas que participam da produção de conteúdo de mídia ou qualquer outro produto, consentem em trabalhar em tais empresas. E daí? A crítica não é sobre os trabalhadores, mas sobre os proprietários e estrutura.

Olhe para a maior estrela da indústria Jenna Jameson, que parece controlar a sua vida empresarial. No entanto, em seu livro, ela relata que foi estuprada na adolescência e descreve as maneiras pelas quais os homens que passavam por sua vida a cafetinavam. Seu desespero por dinheiro também vem à tona quando ela tentava conseguir um emprego como stripper, mas parecia muito jovem — ela entrou num banheiro e tirou o aparelho dos dentes com um alicate. Ela também descreve o abuso de drogas e lamenta os muitos amigos na indústria que perdeu para as drogas. E esta é a mulher que se diz a mais poderosa da indústria.

Entendemos que numa análise da esquerda, o foco não está nas decisões individuais sobre como sobreviver em um sistema que transforma tudo em mercadoria e retira-nos oportunidades significativas para controlar nossas vidas. É sobre a luta contra um sistema.

Racismo

Como as formas mais gritantes e repelentes de racismo desapareceram da mídia, a esquerda tem salientado que as formas sutis sustentam o racismo, e que sua constante reprodução através da mídia é um problema. Raça importa e representações raciais da mídia, importam.

A pornografia é o único gênero de mídia em que o racismo declarado é aceitável. Não é racismo sutil, codificado, mas o antiquado racismo americano — representações estereotipadas do garanhão negro do sexo masculino, a animalesca mulher negra, a latina quente, a gueixa asiática recatada. Fornecedores de pornografia tem uma categoria especial, “inter-racial”, que permite aos consumidores exercer várias combinações de características raciais e cenários racistas.

O racismo do setor é tão abrangente que passa despercebido. Numa entrevista com o produtor do DVD “Black Bros and Asian Ho’s”, um de nós perguntou se ele já foi criticado pelo racismo da tais filmes. Ele disse: “Não, eles são muito populares.” Repetimos a pergunta: “Popular sim, mas as pessoas nunca criticam o racismo?” Ele olhou incrédulo; a questão aparentemente nunca passou pela sua cabeça.

Num tour por lojas de material pornográfico fica claro que justiça racial não é central para a indústria. É típica a declaração em filmes do tipo “Black Attack Gang Bang”: “Minha missão é encontrar lindas bonequinhas brancas para serem metidas com força por alguns grandes e duros paus negros .” Seria interessante ver esquerdistas pró-pornografia argumentando para um público não-branco que estes filmes não estão relacionados com a política de raça e supremacia branca.

O mercado de produtores como Vivid utilizam principalmente mulheres brancas, o rosto oficial da pornografia é predominantemente branco. No entanto, paralelamente a este gênero existe um material mais agressivo em que as mulheres negras aparecem com mais freqüência. Como uma mulher negra na indústria nos disse: “Este é um negócio racista”, de como ela é tratada pelos produtores no dia-a-dia recebendo pagamento diferenciado nas negociações que ela tem no set.

Sexismo

O mercado de massa contemporâneo da pornografia heterossexual — a maior parte de mercado de material sexualmente explícito — é um local onde um significado particular de sexo e gênero é criado e distribuído. A mensagem central da pornografia não é difícil de discernir: mulheres existem para o prazer sexual dos homens, de qualquer forma que os homens quiserem o prazer, não importando as conseqüências para as mulheres. Não se trata apenas das mulheres existirem para o sexo, mas elas existem para o sexo que os homens querem.

Apesar de ingênuas (ou falsas) as alegações sobre a pornografia como um veículo para a liberação sexual das mulheres, a maior parte da pornografia de massa é extremamente sexista. A partir da linguagem ofensiva usada para descrever as mulheres, do papel subordinado, à própria prática dos atos sexuais –pornografia é implacavelmente misógina. Como a indústria “amadurece” o mais popular gênero desses filmes –chamado “gonzo”, continua a empurrar os limites da degradação e crueldade para com as mulheres. Diretores reconhecem que não tem certeza até onde isso vai chegar a partir do nível atual.

Esta misoginia não é uma característica popular de alguns tipos de filmes, com base em três estudos sobre o conteúdo dos vídeos mainstreams/DVDs pornográficos dos últimos 10 anos, concluímos que o ódio à mulher é fundamental na pornografia contemporânea. Tire todos os vídeos em que uma mulher é chamada de vadia, puta, piranha ou prostituta, e as prateleiras estariam quase vazias. Tire todos os DVDs em que uma mulher se torna o alvo do desprezo de um homem e não sobraria muito com o que sair. Mercado de massa da pornografia não celebra as mulheres e sua sexualidade, mas manifesta o desprezo pelas mulheres e celebra o ponto de vista de expressar sexualmente esse desprezo.

Os de esquerda, normalmente rejeitam as análises biológicas deterministas para a desigualdade. Mas a história do sexo na pornografia é a história do determinismo biológico. O tema principal da pornografia é que as mulheres são diferentes dos homens e gostam de dor, humilhação, degradação, pois elas não merecem a mesma humanidade que os homens porque elas são um tipo diferente de seres. Na pornografia, não é apenas que elas queiram ser fodidas de modo degradante, mas que elas necessitam.

Pornografia em última análise, conta historias sobre o lugar que pertence às mulheres — abaixo dos homens.

A maioria da esquerda critica o patriarcado e rejeita o sistema de dominação masculina. Sexo é uma das arenas dessa luta contra a dominação e, portanto, uma arena de luta ideológica. Coloque a percepção da mídia junto com argumentos feministas sobre a igualdade sexual, e você terá um argumento antipornografia.

A necessidade de uma análise consistente do poder

Esquerdistas que de outra forma se orgulham dos sistemas de análise de estruturas do poder, se transformam em individualistas libertários extremistas quando o assunto é pornografia. O sofisticado pensamento crítico que subjaz a melhor das políticas da esquerda pode dar lugar a uma análise simplista, politicamente ingênua e diversionista que deixa a esquerda brincando de lider de torcida para uma indústria exploradora. Nestes termos, não devemos analisar a ideologia da cultura e de como ela molda as percepções das pessoas sobre suas escolhas, e devemos ignorar as condições em que as pessoas vivem, pois tudo diz respeito a escolhas individuais.

Uma crítica da pornografia não implica que a liberdade enraizada na capacidade do indivíduo de escolher não é importante, mas argumenta ao contrário, que estas questões não podem ser reduzidas a esse momento de escolha de um indivíduo. Em vez disso, temos que perguntar:  O que é liberdade significativa dentro de um sistema capitalista que é racista e sexista?

Esquerdistas têm sempre desafiado a argumentação dos poderosos de que a liberdade consiste em aceitar um lugar em uma hierarquia. As feministas têm destacado que um dos sistemas de poder que nos constrange é o gênero.

Defendemos que esquerdistas que tomam a sério o feminismo devem reconhecer que a pornografia, juntamente com outras formas de exploração sexual — principalmente de mulheres, meninas e meninos, pelos homens — no capitalismo é incompatível com um mundo em que pessoas comuns podem assumir o controle dos seus próprios destinos.

Essa é a promessa da esquerda, do feminismo, da teoria racial crítica, do humanismo radical – de todos os movimentos libertadores na história moderna.

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Novos milionários

Ele não pega ônibus cheio para trabalhar todos os dias. Na realidade, ele não tem um trabalho, um emprego, nem uma empresa e muito menos funcionários. Ele não tem férias, pois ele é tecnicamente desempregado. Não tem chefe, não puxa saco de ninguém, não fica feliz porque o vale refeição aumentou e nem tem férias de 30 dias. Ele não cumpre metas estabelecidas por alguém, não tem medo de perder o emprego porque jamais teve um. Este jovem não tem o esteriótipo comum e convencional, admirado costumeiramente pelos adultos e desejado como um bom partido para as filhas deles. Com este currículo, ele seria considerado um fracassado pela maioria dos seres comuns.

Ele é sueco e se chama Felix Kjellberg e ganhou cerca de 2 milhões de reais por mês em 2014, Neste ano, estima-se um acréscimo considerável em seu ganho.

O que ele faz?

Produz conteúdo para internet, precisamente, grava vídeos para o YouTube sobre video game.

Alguns enchem a boca para dizer que ele é uma exceção. É verdade, ele é uma “exceção” ao ganhar mais de 7 milhões de dólares por ano pra falar sobre video game. Ele e milhares de outros jovens espalhados pelo mundo que já ganham mais de 1 milhão de dólares por ano fazendo o mesmo, talvez falando sobre outros assuntos como moda, piadas ou simplesmente dando suas opiniões sobre assuntos do cotidiano. Isso, sem contar com outros milhares de blogueiros e instagramers que faturam alto com publicidade. Tirando esses que produzem conteúdo, há também MILHARES de outros jovens que faturam alto vendendo produtos pela internet, com aplicativos e serviços online. Há também os que dão aula pelo Skype, seções de coaching, geram e vendem leads e outros serviços através da WEB. Sim, eles são “exceções”, mas eles já são dezenas de milhares de jovens em todo mundo que chutaram pra cima o modelinho empreguista e industrial, demonstrando que esta tendência é irreversível.

Na realidade, em vez de exceções, eu prefiro falar que eles são os precursores, os pioneiros de uma nova tendência que é parte de uma nova economia que não tem mais volta e que está apenas começando, deixando os tradicionais confusos, inseguros e em alguns casos, revoltados, dizendo:

“um absurdo, esses inúteis que não fazem nada da vida ganharem tanto dinheiro, enquanto eu que estudo e trabalho tanto, não sou reconhecido…”.

Senhores, sua remuneração jamais será proporcional a quantidade de informação que você acumulou em seu cérebro, nem pela quantidade de diplomas pendurados na parede e tampouco pelo seu sobrenome ou esforço para cumprir horários e protocolos corporativos.

Numa economia de mercado, não existe nada absoluto e cristalizado. Se há demanda para entretenimento e por conteúdo na internet, principalmente com a rápida expansão do mobile, os que atenderem a esta demanda DO JEITO QUE OS CONSUMIDORES DESEJAM serão recompensados por isso. Agora, se a demanda de empregos cai em todo mundo com o aumento da taxa de desemprego, isso significa, se você está neste caminho em busca de oferecer e vender os seus serviços, é natural que, pela falta de demanda de mercado e o excesso de gente oferecendo a mesma coisa, é óbvio que o valor do que você oferece só vai cair…

Bem vindo ao novo mundo, muito diferente do velho mundo, onde um monte de gente pagava algumas dezenas de milhares de reais numa faculdade e outras dezenas de milhares de reais num MBA para, em seguida, levarem, se tudo desse certo, quase uma década só para recuperarem este investimento.

Foto de Geração de Valor.

Auto estima negra

A SOLIDÃO DA MULHER AFRODESCENDENTE.SÓMENTE A MULHER!?
Devemos deixar as acusações de lado para que não entre-mos em conflito,pois os culpados…ou melhor,dolosos, somos nós mesmos com nossos traumas e preconceitos inseridos em nossa formação cultural pelo sistema opressor para causar o “negrocidio”,mesmo ñ tendo culpa diretamente,pois somos conscientes e essas aulas não foram por nós assimiladas,mas…pela maioria da população preta as quais ñ sabemos o que fazer para defende-los e terem consciência pra rejeitar tal situação e aí sim o nossa culpa,na causa.


Temos o complexo de que qualquer experiência pretérita de fracasso afetivo ou separação que deveria servir como aprendizado,ampliação de consciência ou crescimento pessoal,nos causa amarguras e rancores que se transferem para futuros relacionamentos.Temos…mesmo que lá no fundo do nosso âmago,pavor a rejeição! que nos assusta, nos faz sentir-mos menores o que faz causar a desistência da busca. temos o medo incutido de que a outra preta, não vai nos aceitar, ou por ensinamentos adquiridos de auto discriminação ou por achar-mos que o pretendido  não veja o afrocentrismo como resistência e seja adepta da teoria de que o amor não  tem côr, do colorismo e de que o certo é a miscigenação!


Os homens diante da “soberania patriarcal”, buscam incansavelmente diante do desnorteio,o prazer,pois apesar de aparentemente seguros,somos frágeis e carentes de reciprosidade afetiva tão descaradamente escondida por nós diante da formação machista que recebemos.


Não colocamos o fracasso (coordenado) afetivo, como de responsabilidade feminina, até porque as mesmas, assim como nós homens afrocentrados na vida e no amor, sofremos com essa solidão…uma depressão na auto estima. Os nossos conflitos conscientes ou inconscientes são iguais!

Não sofremos somente do pânico da perda, que nos torna putos, com o intuito de saciar-mos nosso prazer individual sexual, como forma de “vingança”, em qualquer uma…branca! O que queremos e buscamos é algo igual sentimentalmente, uma mulher preta…um amor preto!


Sofremos, os solteiros, do mal da solidão, sim é fato, a partir do momento que temos como meta esse “tipo” de amor.

Estamos no mesmo barco! Se temos esperança que um dia esse encontro apareça! só o tempo, que já é curto, dirá!

Volta por cima

5 hábitos de pessoas emocionalmente inteligentes

1 – Seguir ações em vez de palavras

“Quando contrato alguém, não ligo muito para o que suas bocas falam sobre negócios ou trabalho duro. Pelo contrário, foco no que elas realmente percorreram: Essas pessoas seguem prazos? Prospectam negócios? Fecham acordos? O que elas estão fazendo em vez de falando?”, ressalta Eric.

Nos assuntos pessoais e no mundo dos negócios, falar é fácil. Agir é o mais difícil.

2 – Tenha controle de si

Todas as pessoas possuem sentimentos e, às vezes, coisas pequenas tomam forma de bolas de neve e se tornam coisas grandes, sem nenhuma necessidade. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem quando estão prontas para entrar em colapso e percebem antes de explodirem.

Alguém interrompeu você durante uma reunião? Schiffer diz que parar para pensar um pouco na situação é sempre a melhor solução. “Não planeje uma vingança imediata ou reclame sobre o que aconteceu, pense que, talvez, a pessoa esteja abalada por problemas pessoais em casa. Talvez ela se sinta diminuída ou escanteada pelo chefe e esteja tentando compensar de forma exagerada. Seja superior à situação e dê a todos o benefício da dúvida. Nem sempre é algo com você”, diz Eric.

3 – Foque em seus objetivosAs mesmas regras funcionam na sua vida amorosa e nos seus negócios. “Todos têm dias ruins, todos têm seus problemas. Só porque seu parceiro não está com vontade de dançar, não significa que ele tem vergonha de ser visto com você, ou que você não deveria sair com ele de novo. Não leve um incidente ou um dia ruim como uma verdade universal e siga em frente”, comenta Schiffer.

Para ser bem sucedido na vida e nos negócios, ter a visão focada no objetivo maior é fundamental. “Ou seja”, diz Eric, “não se preocupe com todas as pequenas coisas que possam aparecer pelo caminho como se fossem as maiores dificuldades do planeta”. E ele continua: “Quando você tem o objetivo maior como sua prioridade máxima, é mais fácil de negociar com um cliente difícil, criar parcerias lucrativas para ambos e focar suas energias no que é mais importante, em vez de se preocupar com pequenas perturbações”.

“Isso serve para relacionamentos também. Se um compromisso longo com seu companheiro é sua principal prioridade, então você está menos sujeito a focar nas coisa insignificantes do dia a dia. Até problemas grandes, como o uso do dinheiro ou a educação dos filhos, são negociados de forma mais fácil quando os dois estão focados na colaboração e na convivência”, afirma Eric.

4 – Limpe-se das impurezas emocionais

Negócios bem sucedidos se alimentam de boas energias, e pessoas negativas podem destruir uma empresa. “Empresários com inteligência emocional sabem que existem pessoas positivas o suficiente no mundo para que não seja necessário ter que lidar com as pessoas de energia tóxica. Até mesmo pessoas competentes podem cair no rendimento caso sejam manipuladoras, combativas ou negativas no ambiente de trabalho”, diz Eric.

A regra vale tanto para sua vida amorosa quanto para seus relações de negócio. “Se alguém consome suas energias ou faz você se sentir mal com você mesmo, junte forças e siga em frente. Pessoas emocionalmente inteligentes não têm tolerância para pessoas que não são sinceras, críticas demais, carentes em excesso ou tenham vícios poderosos. Existem pessoas que são melhores fora da sua vida”, aconselha Eric.

5 – Mantenha contato

“Só porque um relacionamento chegou ao fim, não significa que a ponte precisa ser destruída. Mesmo que um acordo ou sociedade acabe de forma amarga, pessoas emocionalmente inteligentes se esforçam para manter uma conexão positiva. Nunca se sabe quando você vai encontrar seu ex-sócio, ou pior, precisar dessa pessoa no futuro”, diz Eric.

Um relacionamento não durar a vida inteira, não significa que as duas partes precisam se tornar inimigas com o fim dele. Na maioria das vezes, relacionamentos têm seus fins motivados por diferenças ou circustâncias. “Quando a ponte ainda está disponível, mais oportunidades para melhorar suas experiências irão aparecer”, completa Schiffer.

A Lei Mais Poderosa Da Atração

 

Uma indescritível aura enigmática vai fazer as pessoas quererem saber mais, atraindo-as para o seu círculo… A hora em que as pessoas saberem o que podem esperar de você, o seu feitiço sobre elas estará quebrado.” – Robert Greene, The Art of Seduction

As pessoas gostam de pessoas que gostam delas. Esta é uma das descobertas mais replicadas em toda a psicologia social. Mas as pessoas também gostam de pessoas que podem gostar delas. Este é um dos princípios mais conhecidos da sedução.

Ao receber sinais claros de interesse de alguém, a pessoa fica momentaneamente satisfeita, adapta-se rapidamente, e o caso está encerrado. Mas quando o interesse é incerto, a pessoa pode pensar em outra coisa; ela ficará constantemente em busca de uma explicação. Eventualmente, a pessoa interpreta esses pensamentos como sinais de que está gostando e pensa: “Puxa, eu devo realmente gostar desta pessoa já que não consigo parar de pensar nela!”. Cada pétala arrancada da rosa se perguntando: “Ele me ama, ele não me ama…” é um passo a mais em direção à atração.
 
Mas qual é a força mais potente da sedução: o conhecido princípio da reciprocidade da psicologia social (pessoas gostam de pessoas que gostam delas) ou o princípio da incerteza (pessoas gostam de pessoas que podem gostar delas)?
 
Erin Whitchurch e seus colegas conduziram um estudo com 47 estudantes universitários do sexo feminino para descobrir. Foi dito a cada mulher que vários estudantes do sexo masculino tinham visto seu perfil no Facebook e avaliado o quanto eles gostariam de conhecê-la.
 
A um grupo de garotas foi dito que elas veriam os quatro homens que as classificaram com a mais elevada nota (a condição “gostar-mais”). Outro grupo de mulheres foi informado de que elas estariam vendo os quatro homens que lhes deram notas médias (a condição “gostar-médio”). Finalmente, a um outro grupo de mulheres foi dito que era desconhecido o quanto cada homem gostava delas (a condição “incerta”). Em seguia, as mulheres viram quatro perfis fictícios de estudantes universitários do sexo masculino no Facebook.
 
Depois de ver os perfis, elas relataram o seu humor e avaliaram vários aspectos de sua atração pelos estudantes do sexo masculino (por exemplo, “alguém para quem eu ligaria”). As participantes, em seguida, avaliaram o seu estado de espírito e também relataram a medida em que os pensamentos sobre os homens tinham “surgido em sua cabeça” durante os 15 minutos passados.

Os pesquisadores encontraram evidências do princípio da reciprocidade: As mulheres gostaram mais dos homens quando foram levadas a crer que eles ´´gostavam-mais´´, em comparação com quando elas foram induzidas a acreditar que eles ´´gostavam-médio´´.
 
As mulheres da condição ´´incerta´´, no entanto, foram as que se sentiram mais atraídas pelos homens. As mulheres também relataram pensar mais sobre os homens na condição ´´incerta´´, e haviam evidências experimentais de que os efeitos da incerteza sobre a atração se deviam àfrequência dos seus pensamentos. Em outras palavras, não foi a incerteza por si só que tornou os homens atraentes, mas os pensamentos que induziram.
 
As mulheres na condição ´´gostar-mais´´ relataram um estado de espírito mais positivo do que as mulheres na condição ´´gostar-médio´´, mas não houve diferença no humor entre as mulheres na condição ´´incerta´´ e as da condição ´´gostar-mais´´. As mulheres se sentiram tão positivas na condição de incerteza quanto na condição em que sabiam que os homens gostavam delas.
 
Este estudo é importante, pois é o primeiro a manipular diferentes graus de certeza. Ele também coloca uma nova rodada sobre a questão de “fazer jogo duro para conquistar”: Ao que tudo indica, ser difícil não é atraente, mas ser misterioso é. Segundo os pesquisadores, “as pessoas que criam incerteza sobre o quanto elas gostam de alguém pode aumentar o interesse da pessoa.”
 
É claro que o estudo tem limitações: para começar, envolveu apenas as fêmeas. Seria interessante ver se os homens também são tão afetados pela incerteza. Além disso, apenas a atração inicial foi medida. Uma vez que as mulheres começam a conhecer melhor os homens misteriosos, o feitiço sedutor pode muito bem desaparecer. Mas, como apontam os pesquisadores, o estudo ainda tem implicações no mundo real. Muitas pessoas encontram potenciais companheiros on-line e recebem tantas informações quanto as mulheres que participaram deste estudo.
 
Quando se trata de sedução, parece uma das forças mais potentes é o fascínio pelo desconhecido.

8 PASSOS (SIMPLES) PARA SE TORNAR UM MILIONÁRIO:

1- Pare de ficar obcecado por dinheiro

Embora possa parecer contraditório, o foco na quantidade de dinheiro atrapalha na hora de fazer coisas que realmente contribuem para a construção e crescimento da riqueza. Então, mude a sua perspectiva: veja o dinheiro não como o objetivo principal, mas como um subproduto da realização das coisas certas.

2- Comece a ajudar as pessoas, mesmo que de forma pequena

As pessoas mais bem sucedidas – tanto financeiramente quando de outras formas – são incrivelmente úteis. Elas são boas em entender as outras pessoas e ajudá-las a alcançar seus objetivos; além disso, sabem que seu sucesso depende do sucesso das pessoas ao seu redor: funcionários, clientes, fornecedores, família, entre outros.

Quando você tem apenas alguns clientes e seu objetivo é fazer um monte de dinheiro, você está focado em encontrar maneiras de extrair até o último centavo deles. Mas quando você encontra uma maneira de servir um milhão de pessoas, o efeito do boca a boca é ampliado, o feedback que você recebe é exponencialmente maior e assim as suas oportunidades para melhorar seus produtos e serviços também crescem.

E, com o tempo, seu negócio se torna algo que você nunca sonhou, porque seus clientes e seus funcionários podem te levar a lugares que você não podia sequer imaginar.

4- Veja o dinheiro como uma forma de fazer mais coisas

De um modo geral, existem dois tipos de pessoas: aquelas que fazem as coisas porque querem ganhar dinheiro; e aquelas que querem ganhar dinheiro para fazer mais coisas. As primeiras irão fazer qualquer coisa, não importa o que, desde que recebam algo por isso, enquanto as outras amam o que fazem e o dinheiro é visto como um resultado disso.

Uma vez Walt Disney disse: “Nós não fazemos filmes para ganhar dinheiro, nós fazemos dinheiro para fazer mais filmes”.

5- Faça algo melhor

Escolha alguma coisa para você fazer e que você seja melhor do que qualquer um. Foque, trabalhe, traine, aprenda, inove e seja autocrítico, mas não de uma maneira masoquista, e sim para garantir que você continue a trabalhar para melhorar todos os aspectos do seu negócio. Pessoas financeiramente bem sucedidas fazem pelo menos uma coisa melhor do que quase todo mundo ao seu redor.

6- Faça uma lista das 10 melhores pessoas do mundo

Como você escolheu esses 10? Como você determinou quem foi o “melhor”? Como você mediu o seu sucesso? Use esses critérios para acompanhar seu próprio progresso.

Não basta admirar as pessoas de sucesso. Dê uma olhada de perto no que as torna bem-sucedidas. Em seguida, use esses critérios para ajudar a criar as suas próprias medidas de sucesso.

7- Acompanhe o seu próprio crescimento

Temos a tendência de nos tornar o que medimos; por isso, acompanhar o seu progresso, pelo menos uma vez por semana, conta como uma das suas principais medidas para chegar ao topo.

8- Crie rotinas que garantam o progresso

Nunca se esqueça de que para alcançar um objetivo é preciso criar rotinas. Digamos que você queira escrever um livro de 200 páginas; seu sistema para atingir esse objetivo poderia ser a escrever quatro páginas por dia. Apenas o desejo não vai terminar o seu manuscrito, mas aderindo fielmente à sua rotina, você vai alcançar seu objetivo.

Estabeleça metas, crie rotinas que suportem os seus objetivos e, em seguida, acompanhe o seu progresso. Consertar o que não funciona; melhorar e repetir o que funciona; refinar, rever, adaptar e trabalhar duro todos os dias vão te fazer ser melhor do que você era ontem.

10 Perguntas Que Você Precisa se Fazer Quando se Sentir Arrasado

 
Quando você se sente esmagado pela vida, a vontade de desistir e permanecer no fundo do poço é tentadora. Aqui estão 10 perguntas para você se fazer quando se sentir fraco. Elas o ajudarão a ver as coisas sob uma nova perspectiva e iniciar um movimento mais construtivo. Elas podem ser aplicadas a qualquer área da sua vida que faça você se sentir para baixo, com raiva, com medo, triste ou confuso.

1. Me permitirei se fazer de vítima ou escolherei ser responsável ​​por esta situação?
 
2. Vou continuar a reagir às circunstâncias ou vou optar por criar a vida que quero viver?
 
3. Posso ter um tempo para refletir antes de responder, em vez de reagir impulsivamente a esta experiência?
 
4. Vou culpar os outros pela situação ou assumirei a responsabilidade e criarei um plano de ação para seguir adiante?
 
5. Será que estou permitindo que outra pessoa tire o meu poder pessoal? (Dica: se você estiver se fazendo de vítima, a resposta será sempre sim).
 
6. Como posso servir a esta pessoa (situação ou circunstância) e a mim mesmo, de modo que ambos se sintam impulsionados?
 
7. Como posso criar algo significativo para mim e/ou outras pessoas fora desta experiência?

8. Estou colocando expectativas sobre mim ou sobre os outros? Essas expectativas estão me servindo de alguma forma?
 
 
10. O que o meu instinto está me dizendo? (Eu estou ouvindo?)
 
A vida é cheia de estímulos; a única coisa que podemos controlar é o modo como escolhemos responder. Quando você tomar um tempo para pensar sobre isso, tudo o que acontecer ao seu redor será neutro e sem sentido, até o momento em que você der um sentido.
 
Toda situação é uma questão de escolha: Será que vou permitir que isso me chateie? Vou optar por fazer isto bem feito ou mal feito? Vou optar por ir embora? Vou escolher gritar ou sussurrar? Vou escolher reagir ou dar um tempo para responder?
 
Você vai se surpreender com o quanto o mundo se abrirá para você, quando você optar por se abrir para o mundo.

Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção

Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis ​​em sua própria pele.

Lembre-se que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é imploram por atenção de pessoas que não querem estar com você.

Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente

Pessoas emocionalmente fortes ignoraram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.

Elas não deixam de acreditar em si mesmas

De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acreditá nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente.

Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.

Elas não têm medo de amar

O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo.

As pessoas que possuem força emocional na maioria das vezes já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só porque você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.

Elas não têm medo de desacelerar

Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.

Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias

Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo  para melhorar  a cada dia.

Eles não têm problema em dizer não

Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem que aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você entenderá, mesmo que não seja no dia .

Elas não recusam desafios

Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida . Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos percebemos nossa real força e capacidade interna.

Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer

Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.

Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão

Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes . Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.

Elas não perdem tempo

Abraham Lincoln disse:

“Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos. “

As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.

Elas não têm medo de pedir ajuda

Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.

Elas não se colocam “para baixo”

Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de prender-se ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.

Elas não se importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros

As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite.

Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.

Elas não reagem de forma exagerada aquando as coisas saem de seu controle

“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”

Pense em quantas vezes por dia você exagerar a em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isto realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.

Elas não se contentam com uma vida medíocre

Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.

Elas nunca, jamais desistem

Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:

Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.

Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos:

1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.

Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo concentrando-se na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem que ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas . Deixe-os ficar impressionados e inspirados pela forma como você lida com suas imperfeições.

2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.

O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você está de pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você vai fazer coisas e ser considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.

3. Mantendo companhias negativas.

Não deixe que alguém que tem uma atitude te influencie. Não deixe quem cheguem em você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha, em vez de uma obrigação, você se libertará para sentimentos de compaixão ao invés e raiva, generosidade em vez de ganância, e paciência em vez de ansiedade.

4. Ser egoísta.

Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram  e com quem você  compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.

5. Evitar mudanças e crescimento.

Você deve deixar o passado ir e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.

6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.

Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é  um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que gradualmente constroem uma realidade diferente.

7. Deixe de tentar gerenciar cada pequena coisa.

A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes você tem que relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio.  Respire fundo e, quando a poeira baixar e você voltar, dê o próximo passo. Nem sempre você tem que saber exatamente onde  vai.

8. Se contentar com menos do que você merece.

Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom ir e sábio o suficiente para esperar o que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar  mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.

9. Esquecer que tempo é finito.

O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem.  Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos que você definiu para si mesmo.

10. Ser preguiçoso e passivo.

O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e começar a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle.  É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .

A verdade é que você pode escolher não fazer nada. Mas se você escolher fazer alguma coisa, a qualidade da sua vida emocional vai melhorar consideravelmente. O texto abaixo é uma lista de 25 coisas que causam muito estresse e emoções negativas. Apesar de você achar que elas são obvias, não se deixe levar pela aparência das coisas – é um fato óbvio que açúcar e cigarro são prejudiciais à saúde, e ainda assim, a maioria das pessoas não faz nada a respeito.

1. Pare de se punir pelos seus erros. Você realmente acha que você vai pensar com clareza novamente se apontar seu dedo pra sua testa? Você realmente acha que se chamar de idiota vai te tornar mais criativo? Claro que não! Ficar se culpando pelos seus erros vai ensinar seu cérebro padrões errados de comportamento. Quando você comete um erro, pergunte a você mesmo o que aprendeu com esse erro e pense o que você pode ser feito para melhorar e siga em frente. Não olhe para seus erros como erros, mas sim como um feedback.

2. Pare de procurar pela felicidade externa. Você acha que construir uma casa ainda maior vai te trazer mais confiança? Você espera que um carro luxuoso te traga mais prestígio? Você acha que um título de Mestre ou Doutor vai te fazer parecer mais inteligente ou esperto? Ou que uns quilinhos a menos vão te tornar mais atrativo aos olhos dos seus pretendentes? A ilusão faz com que você se acostume com pessoas que você vai perder mais cedo ou mais tarde. O capitalismo faz com que as pessoas definam elas mesmas a partir da perspectiva do mundo exterior.

3. Pare de pensar mais nos outros do que em você mesmo. As crianças estão felizes? Meu sócio ou chefe está satisfeito? Seus pais estão tranquilos porque você nunca deixa de ligar pra eles? Os problemas dos seus amigos foram resolvidos? Deixar pra pensar em você no futuro te levará a frustação. Quando Bronnie Ware, uma enfermeira australiana, perguntou para seus pacientes terminais sobre seus arrependimentos, a maioria respondeu: “o que eu mais me arrependo é de ter vivido para atender as expectativas dos outros, ao invés de ter tido coragem de viver minha própria vida”.

4. Pare de desistir quando alguma cosa dá errado. Thomas Edson ouviu, uma vez, que ele havia cometido mais de mil erros antes de conseguir inventar a lâmpada. Ele respondeu, então, que aprendeu mil vezes o que não funcionava. A partir do momento que você faz alguma coisa, ela tem chance de dar errado. Afinal, somente aqueles que não fazem nada têm chance de não cometer nenhum erro.

5. Pare de pensar na aceitação dos outros. Você está preocupado se sua mãe aceitará sua escolha? Você está preocupado com a pessoa que brigou com você na internet? Você está preocupado com a pessoa na rua te lançou um olhar de reprovação ou preocupado por não ter tido tantas curtidas no Facebook quanto esperava? Se você acha que mudar quem você é vai te ajudar a ser aceito por elas, você está bem perto de descobrir que está enganado.

6. Para de conter suas emoções. Seu chefe está bravo e, rangendo os dentes, fala sobre a importância de se manter calmo. Alguém conta uma “piada suja” a uma mulher que acha engraçado e quer rir, mas não pode, pois não é polido, nem elegante, uma mulher rir de uma piada como aquela. Quando alguma coisa que você fez é bem sucedida, você tende a fazer pouco caso da sua conquista (dizendo que foi sorte ou o acaso) para não parecer convencido ou metido. Essas “máscaras” de disfarce impedem você de mostrar seu verdadeiro sentimento. Como consequência, você não consegue lidar com a vergonha, medo ou sentimento de culpa, mas não pode bloquear essas emoções por não querer senti-las.

7. Pare de limitar seu potencial ao de outras pessoas. Um artista ou inventor é sempre um revolucionário que quer mudar o mundo. Ele não aceita o Status Quo. Quando Howard Schultz (o criador da Starbucks) tentava encorajar os americanos a beber Capuccino, as pessoas achavam que ele estava louco. Não deixe que outras pessoas limitem seu potencial. Einstein já dizia: “Algo só é impossível, até que alguém duvide e o torne realidade”.

8. Pare de esperar que as coisas mudem sozinhas. Você realmente acredita que seu companheiro virá se desculpar, ou que um problema particular se resolverá sozinho, ou que um bom emprego vai bater na sua porta pedindo pra você aceita-lo? Como um judeu diria: “você deve ser a causa das coisas, não o resultado delas”. Uma atitude passiva fará de você o objeto da ação de outra pessoa e te fará dependente do resto do mundo.

9. Pare de viver no passado. Você não pode mudar o que passou, somente o que está por vir. Se você aceitar o passado, será capaz de chegar a conclusões racionais e perdoar os erros e sofrimentos passados. Se você parar de pensar no “e se …” (porque você nunca poderá saber o que teria acontecido se tivesse feito diferente) e no “quando eu tinha sua idade…” (o que seria impossível trazer a realidade presente), aí então você será capaz de resolver muitos dos seus problemas.

10. Pare de pensar que as coisas serão fáceis. Você nunca terá coragem, se não tiver um pouco de medo. Sem inimigos, você nunca aprenderá como ser tolerante, e sem sofrimento, você nunca entenderá o que a sensibilidade significa. Passar a vida de modo fácil e cuidadoso só te faz construir relações superficiais com você mesmo e com outras pessoas, os problemas serão sempre evitados ou escondidos. “Nenhum marinheiro vai aprender a velejar, se o mar for calmo”.

11. Pare de gastar seu tempo com as pessoas erradas. Um patrão que você precisa agradar, ou um cliente que você precisa bajular, ou um tio que é a única pessoa que te acha engraçado. Bem, algumas pessoas simplesmente sugam sua energia. Você deve amar sua família, mas passe seu tempo com pessoas que contribuem para seu desenvolvimento e te faça feliz. Você não é perfeito! Não tem que ser amado por todo mundo.

12. Pare de destruir as coisas. Criticar alguém só para parecer melhor ou mais inteligente, ou ganhar dinheiro às custas de outra pessoa, ou mostrar que você é uma pessoa única e inigualável, ou ser uma pessoa sem caráter e humilhar alguém usando da sua posição ou autoridade são todos exemplos de comportamento destrutivo. Para fugir de sentimentos ruins, você não precisa recorrer à bebida, ao cigarro e outros semelhantes.


14. Pare de se comparar com os outros.
“Ela foi promovida antes de mim. Mas isso só aconteceu porque ela tem um corpo bonito e é mais atrativa para os homens”, “O filho do meu vizinho já aprendeu a falar, o meu ainda não”. Ficar se julgando se comparando com outras pessoas… Isso lhe parece familiar? Ou talvez seja hora de se perguntar: Eu sou melhor hoje do que eu era ontem? Afinal, ninguém será tão competente quanto você ao lidar com você mesmo.13. Pare de fugir das dificuldades. Mais de 60% que assistem Reality Shows, o fazem por não saberem com o que preencher suas vidas. Ficar o tempo todo em redes sociais, ou pegar o celular assim que tem um minuto livre, ou até comer impulsivamente são exemplos de vícios contemporâneos de pessoas que estão seguindo esse caminho. Você não pode evitar seus problemas, suas dificuldades emocionais ou suas deficiências. Ao invés disso, você deve encarar a realidade e assumir o desafio de superar suas dificuldades.

15. Pare de dizer aos outros somente o que eles querem ouvir. Se você é uma mulher, você pode ser elogiada pelo vestido que está usando mesmo não ficando bem nele. Se você é um homem, pode viver sua vida na crença de que é um mestre na arte do amor. Se você é um estudante, já deve ter ouvido que é o melhor aluno da turma. Uma crítica inteligente é melhor do que elogios vazios, e ser um enganador não irá ajudar ninguém, porque nenhuma pessoa será capaz de mudar sem um feedback, uma opinião verdadeira.

16. Pare de fingir ser quem você não é. Fazer um trabalho para uma pessoa que você odeia? Aceitar ir ao cinema com seu companheiro, quando, na verdade, você queria estar em casa? Se você pesquisar o número de pessoas que estão trabalhando em empregos que elas prefeririam não trabalhar, ou o número de pessoas em relações com pessoas que elas não amam, ou o número de pessoas que dizem alguém coisa que elas não sentem realmente ou fazem coisas que elas na verdade não querem fazer, o resultado seria assustador.

17. Pare de viver sua vida do jeito que os outros acham que você deve. Sua mãe diz que você deve se tornar um médico; seu professor diz que você nasceu pra ser um advogado; e uma revista nova acabou de publicar uma lista de trabalhos do futuro? Parece que muitas pessoas sabem o que você deve fazer da sua vida. Mas nenhuma delas colocará essas ideias em prática, e será você que ficará desapontado. Não há pessoa melhor que você para decidir a maneira como deve viver sua vida.

18. Pare de ignorar a importância de coisas pequenas. Uma pequena mensagem de texto pode fazer o dia do seu parceiro melhor. Um pequeno presente para seu filho pode fazê-lo feliz. Elogios não custam nada, e assistir o por do sol te fará lembrar da beleza do mundo. Com sua mente focada no futuro, com mil problemas pra lidar, você perde momentos da sua vida que nunca mais voltarão.

19. Pare de exagerar e ignorar as coisas. Um avião está com turbulência e um passageiro começou a se desesperar, contudo, isso não fará com que a turbulência pare e o avião provavelmente não vai cair. Todos os dias, alguém bebe um copo de vodka e diz que este será o último copo, mas isso continua por anos. Sua você baseia seu julgamento em fatos e na realidade, você será capaz de manter o bom senso e seu julgamento será mais justo e suas ações mais adequadas.

20. Pare de procrastinar. Você realmente acha que você vai ler todos os jornais que você deixou de lado? Você realmente acha que vai pedir sua namorada em casamento, mas não agora? Provavelmente você vai querer ter filhos um dia, mas aí você terá idade mais de avô do que de pai. As pessoas adiam as coisas por vários motivos: por medo de falhar, pela pressão de se forçar a fazer alguma coisa, por falta de vontade ou para evitar intimidade.

21. Pare de sentir pena de você mesmo. É outra pessoa que está te fazendo sentir mal? Você sofreu muito em sua vida e é incapaz de mudar algumas coisas no seu comportamento hoje? Se você vivesse em um país diferente ou se os políticos no seu país fossem melhores, você certamente seria uma pessoa bem sucedida. É isso que você pensa? Agir como vítima te permite abdicar da responsabilidade de controlar os outros, de encontrar desculpas para suas falhas, mas não te traz nada de bom.

22. Pare de fazer as coisas que são responsabilidades dos outros.Você emprestou dinheiro para alguém de novo, mas ele ou ela não parece que vai te reembolsar tão cedo? No trabalho, você está fazendo um trabalho que caberia a seu colega, dizendo que ele ainda está em fase de aprendizado. Você decide assumir uma coisa que seu marido preguiçoso deveria fazer? A habilidade de dizer “não” é tão importante quanto a habilidade de dizer “sim”, e você precisa saber dizer os dois para estabelecer limites.

23. Pare de reclamar. Pesquisas mostram que pessoas gostam de socializar com pessoas otimistas. Então, pare de reclamar e passe mais tempo com ‘vibes positivas’. É mais saudável e ajuda outras pessoas. E tem mais! Dizem que reduz o risco de pegar um resfriado!

24. Pare de controlar muitas coisas ao mesmo tempo. Seu companheiro vai mudar e se tornar a pessoa que você quer ele seja. Motoristas vão continuar com seu jeito de dirigir e empregados vão continuar fazendo seu trabalho como sempre fizeram até agora. Pessoas não estão dispostas a mudar só porque outras querem que elas mudem, e controlar os outros leva a emoções negativas, além de deixa-los desamparados. Cuidado com o que você realmente controla.

25. Pare de se preocupar tanto. O fato de seu namorado ou namorada estar olhando para outra pessoa não significa que ele vai te trair. O fato de seu patrão estar num dia ruim não significa que ele vai te despedir e seus filhos certamente voltarão pra casa sãos e salvos. A maioria das coisas pelas quais você se preocupa são resultado de pensamentos negativos sobre o futuro e nunca acontecerão.

Uma vez que você acreditar que é emocionalmente forte, você inconscientemente atuará de maneira mais firme e assertiva e começará a assumir o controle sobre seus caprichos emocionais.

A vida é composta por uma série de histórias sendo que cada um de nós tem uma única história para contar .  Existem bilhões e bilhões de histórias mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos  tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.

Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.

Guia prático para abraçar o medo

Para afiar a percepção de que estas ações só fazem sentido dentro deste jogo específico, separei um pequeno guia. A ideia é percebermos a prisão desta dualidade operando e, então, podermos nos posicionar além dela, num lugar onde o fracasso e o sucesso sequer sejam questões para orgulho ou sofrimento, mas fruto de ações mais ou menos autônomas, diminuindo expectativas e removendo pesos desnecessários.

1. Quando for bem sucedido em algo e o orgulho surgir, pare e olhe fixamente para o ocorrido. Observe como, no final, todo o esforço de repente começa a perder o sentido, uma espécie de vazio surge e, numa tentativa de evitá-lo, automaticamente já buscamos um novo objetivo, um novo esforço para empreendermos. Isso acontece, pois o sucesso, de fato, é vazio, não tem um sentido último, assim como o próprio fracasso. Então, abra os olhos para a percepção de que o orgulho é inflado por menos do que ar, por puro vazio. So, what’s the deal?

2. Ao fracassar, perceba o mesmo fenômeno. Perceba como, da mesma maneira, ao fracassar, deixamos algo vazio nos atingir e levar ao chão.

3.Viva de maneira imperfeita. Desista da perfeição, desista de ser um gênio. Os verdadeiros gênios estão muito ocupados fazendo algo concreto, ao invés de se preocuparem em ser perfeitos. Eles estão falhando constantemente, seguindo em frente e, volta e meia, acertam.

4. Caso perceba-se suscitando culpa, remorso ou tentando justificar-se,reconheça que está sendo arrastado. Pare e siga em frente.

5.Flagre-se com medo. Reconheça-o surgindo e desafie-o. Faça exatamente aquilo que travou seus pés e o impediu de caminhar. Treine agir em meio ao medo. Caso seja bem-sucedido, volte ao passo 1. Caso fracasse, passo 2.

Talvez esta não seja a melhor e nem a última forma de encarar um obstáculo que, muitas vezes, está mais enraizado do que gostaríamos de admitir. Este é apenas um entre muitos métodos existentes para fazê-lo. Método este que não tem respaldo científico algum, sendo apenas a minha experiência, totalmente sem garantias.

1 – Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente

As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

10 comportamentos que pessoas de sucesso não têm

Alguns comportamentos separam você do sucesso. Saiba quais são eles e os motivos para evitá-los

1. Ingenuidade

Todos começam um pouco ingênuos no mundo dos negócios, mas tornar-se esperto e cético ao longo do caminho aumenta as chances de sucesso. Aprenda a questionar tudo o que você lê e ouve.

2. Pânico
Situações estressantes são típicas do dia a dia do empreendedor. As coisas dificilmente vão de acordo com o planejado e têm grandes chances de dar errado. Faz parte. E se você não consegue manter a calma e o foco durante as crises, talvez essa área não seja para você.

3. Fanatismo
Ter paixão pelo ofício é ótimo para o sucesso. Já o fanatismo pode funcionar contra você. Os fanáticos tendem a ter uma percepção errada do mundo e acabam tomando várias decisões erradas.

4. Preguiça
Quem alcança o sucesso sabe: nada vem sem esforço. Por isso os empreendedores de sucesso são tão focadas e disciplinadas.

5. Desistência
Steve Jobs já dizia: “o que separa os empreendedores bem-sucedidos dos que falharam é a perseverança”. Se você não é apaixonado pelo que faz, não insistirá. A maioria das pessoas quer gratificação instantânea e isso simplesmente não atrai o sucesso.

6. Ficar na defensiva
Não importa o que você está sentindo, transferir isso para as pessoas com quem você trabalha e ser passivo-agressivo não ajudará em nada. Só deixará as pessoas ao seu redor irritadas.

7. Egoísmo
Se você age como se o mundo girasse ao seu redor, é melhor reconsiderar suas atitudes. Ao abrir um negócio, você não pode pensar apenas em você. Seus clientes e seus colaboradores é que são a principal razão para sua empresa prosperar.

8. Viver com a cabeça no passado ou no futuro
Claro que o passado ensina lições, mas ficar com a cabeça nele o tempo todo é destrutivo. Da mesma forma, dá para pensar e sonhar sobre como será o futuro, mas as ações têm que ser tomadas no presente.

9. Indiferença
Frases do tipo “o que funcionar”, “tanto faz” e “sem problemas” não saem das bocas de pessoas bem-sucedidas. Elas podem ter vários comportamentos, mas praticar a indiferença não é um deles.

10. Sensibilidade demais
O mundo dos negócios não é o lugar muito acolhedor para pessoas sensíveis demais, que não podem ouvir uma crítica construtiva sem ficarem ofendidas. Grandes líderes costumam ter senso de humor e humildade e não se levam tão a sério.

A fórmula para ser feliz é não se apegar a essas 15 coisas

A felicidade é um estado de espírito.

Pessoas verdadeiramente felizes mantém uma atitude positiva, mesmo diante de aspectos negativos na vida.

Essas pessoas estão otimistas, procuram viver de forma ética e valorizam a integridade.

Elas são gentis, amorosas, carinhosas e compassivas com todos, sem discriminações.

Quando você olha para elas, você perceber como, de maneira confiante e à vontade, elas são simplesmente quem elas são.

O que as mantém positivas e cheias de uma disposição é que existem coisas a que as pessoas mais felizes simplesmente NÃO SE APEGAM.

Abaixo veja a lista das coisas com o que você definitivamente NÃO DEVE se preocupar para ter uma vida muito mais feliz.

1. As pessoas mais felizes não têm sua vida centrada na acumulação de bens materiais.

É evidente que os bens materiais são importantes para uma vida digna. Possuir uma casa para morar, ter um carro ou mesmo um dinheiro no banco não só é bom como pode ser muito importante em muitos momentos.  Entretanto, as pessoas mais felizes sabem que, uma vez que suas necessidades mais básicas estão sanadas, ter dinheiro ou mesmo sucesso não garante a felicidade de ninguém. Elas estão mais interessadas ​​em usar seus recursos para agregar valor à vida das pessoas e a viver uma vida decente, mesmo que modesta. Se o dinheiro continua chegando e for fruto do que fazem, é claro que ficarão felizes, mas se o dinheiro não for tão abundante, elas não deixam de enxergar possibilidades e alegria na vida.

2. As pessoas mais felizes são aquelas que dão sem esperar receber em troca.

Todo mundo gosta de um presente ou mesmo de uma surpresa inesperada, no entanto, enquanto muitos anseiam por elogios e recompensas, as pessoas verdadeiramente felizes encontram realização pessoal ao servir e ajudar aos outros sem esperar nada em troca. Para essas pessoas a recompensa é saber que elas têm valor acrescentado e enriquecido a vida de alguém.

3. Elas não se comportam de acordo com as expectativas da sociedade.

Rotineiramente, mesmo que sem ter plena consciência disso, as pessoas vivem sob pressão para atender às expectativas da sociedade, o que é muitas vezes estressante e avassalador para o bem estar geral. As pessoas com quem você anda, trabalha e até mesmo se casa são muitas vezes escolhidas para atender às expectativas externas.  Entretanto, fazer escolhas baseadas em demandas dos outros está longe de ser uma boa receita para felicidade. As pessoas que vivem mais  felizes não se importam com isso. Elas olham muito mais para dentro de si mesmas ao fazer suas escolhas. Elas seguem o que mandam seus corações.

4. Elas não cultivam preconceitos de qualquer espécie.

Algumas pessoas possuem noções preconceituosas sobre culturas diferentes, outros grupos sociais, religião, raça… As pessoas que vivem melhor e são mais felizes não se importam com nada disso. Quem vive bem consigo mesmo observa o outro e o conhece  “por quem ele é” , nunca baseado em fatores que agrupam e segregam pessoas segundo grupos ou raças diferentes.

5. Elas não se importam com a aprovação de quem está por perto para tomar as atitudes que julgam corretas

Pessoas que são mais felizes realmente não se importam com o que você pensa delas. Elas ouvem e consideram o que os outros têm a dizer, mas não tomam uma atitude para conseguir a aprovação de ninguém. Elas sabem que, se você viver para a aprovação das pessoas, você vai morrer devido a rejeição que receber. Pessoas mais felizes fazem o que precisa ser feito e nunca deixam pessimistas desencorajá-las.

6. Elas não se importam quando percebem que erraram. Sabem que não têm que estar sempre com a razão.

O ser humano é falho, erra, conserta, cai, levanta e prossegue. Ninguém sabe tudo e tem todas as respostas na vida. É justamente quando aceitamos que estamos errados que abrimos portas para aprender o que é certo.

7. Eles não se importam com ambientes improdutivos.

Pessoas mais felizes evitam os ambientes onde se sentem mais estressadas como lugares muito ruidosos,  sujos e poluídos. Em vez disso, as pessoas verdadeiramente felizes valorizam e protegem os ambientes que promovem sensações agradáveis, como parques.

8. Elas não estão “nem aí” para comparações sociais.

As pessoas que vivem mais felizes não têm nenhuma necessidade de se comparar aos outros. Elas podem aprender o que os outros fazem melhor do que elas para também crescer, mas o seu foco está em seu próprio progresso. Elas sabem que o crescimento pessoal é algo construído e por isso não precisam da inveja, do ressentimento ou mesmo de sentimentos doentios de superioridade frente aos outros.

9. Elas não perdem tempo se intrometendo na vida dos outros.

As pessoas que vivem mais felizes podem até ajudar ou dar sua opinião se forem solicitadas, mas elas farão de tudo para não interferir nas decisões pessoais dos outros.

10. Elas ignoram fofocas.

Quem vive bem não precisa se preocupar com a opinião dos outros, mesmo que o que seja dito seja mentira. As pessoas felizes estão satisfeitas com suas próprias vidas e não têm nenhum desejo de se preocupar com o que está acontecendo na vida de outra pessoa. As únicas pessoas que se importam com fofocas são pessoas superficiais e que não acreditam em si mesmas.

11. Elas não cultivam relacionamentos tóxicos.

Não só vícios, abusos físicos e xingamentos, mas também as coisas sutis, como reclamações constantes e mudanças de humor podem arrastar qualquer um para baixo. As pessoas que vivem mais felizes evitam relacionamentos tóxicos. Uma boa receita para viver bem é passar o maior tempo possível perto de pessoas saudáveis ​​e que trazem alegria.

12. Elas não guardam rancor

As pessoas verdadeiramente felizes sabem que sentimentos negativos como o rancor aprisionam e envenenam. Depois de situações ruins, a melhor pedida é seguir em frente.

13. Elas evitam mentiras.

Vidas desmoronam rápido quando são mantidas baseadas em mentiras e enganos. Pessoas verdadeiramente felizes compreendem  esse fato e sabem que é melhor não oferecer nenhuma explicação do que responder a uma situação com mentiras.

14. Elas não perdem tempo reclamando.

As queixas são os frutos de uma vida descontente. Pessoas felizes são simplesmente gratos por aquilo que têm e mantém esperança  no que virá, mesmo quando as coisas não estão indo bem seu caminho.

15. Elas são avessas à vingança

Finalmente, se você realmente quiser levar uma vida feliz, você não pode se dar ao luxo de perder tempo com vinganças. Pessoas felizes deixam essa área por conta do destino. Elas sabem que existem lugares muito melhores para canalizar suas energias.

Lembre-se …

A vida nem sempre é um mar de rosas. Às vezes as coisas não saem do seu jeito e ninguém é feliz 24 horas por dia. Entretanto, viver bem envolve escolhas muito mais ligadas a comportamentos positivos e com encaramos o hoje.  A vida é assim, opte por vivê-la da melhor maneira possível.

14 coisas que você precisará saber quando chegar ao sucesso

Quando você apresenta sua ideia, dão risadas. No dia em que você resolve implementar, criticam. Depois de seu sucesso se perguntam: “Mas como?” Em seguida, tentam imitar. Quando fracassam, dizem que você teve sorte. Alguns vão te admirar. Outros vão se corroer de inveja. Uma parte vai querer aprender com você. Outra parte vai dizer que você é burguês.
1 – Vale a pena não seguir a boiada.Depois de chegar ao topo, você vai chegar a algumas conclusões:

2 – A sociedade é hipócrita.
3 – Os que te chamam de burguês são invejosos e gostariam de estar no seu lugar.
4 – Só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado.
5 – Uma única pessoa que corresponde compensa todas as outras que foram ingratas.
6 – Compartilhar vale a pena.
7 – Nenhum sucesso justificará o fracasso de sua família. Não é necessário escolher. Dê conta dos dois.
8 – Dinheiro é muito bom, mas é menos do que as pessoas imaginam.
9 – A simplicidade compensa.
10 – Não vale a pena viver em função do que as pessoas pensam sobre você.
11 – Se possível, evitar a fama.
12 – Simplificar a vida compensa.
13 – Se tem um dinheiro que vale a pena gastar é com viagens com a família.
14 – Falando em gastar, sempre menos do que se ganha. Colocar o dinheiro no seu devido lugar. Ele deve trabalhar para você e jamais o contrário.

10 coisas que você precisa ter em mente para atingir seus objetivos

Nem sempre você terá todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Mas tenha isso em mente:

1. Inicie sua jornada mesmo sem ter todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Muitas vezes, fazemos muitas descobertas no meio do caminho.

2. Afaste-se de propostas que firam sua consciência e seus princípios.

3. Tenha coragem de entrar por portas diferentes daquelas que você idealizou originalmente.

4. Nessa viagem, você é o roteirista e protagonista de sua vida. Portanto, não se comporte como figurante de seu próprio filme.

6. Seu troféu não vai cair do céu. Vontade de parar e dúvidas farão parte das tempestades que você enfrentará. Não perder de vista o que levou você à jornada é fundamental para ter forças para prosseguir na hora da tempestade.5. Selecione bem os companheiros dessa viagem. Estar mal acompanhado pode levar você por outros caminhos e roteiros dos quais não terá retorno.

7. Não se abata com as críticas. Para não levar uma vida corriqueira, é preciso fazer escolhas ousadas e contra o fluxo comum.

8. Inspire-se em vencedores. Admire, copie, inspire-se, aprenda com os erros e, se for possível, aborde-os e pergunte, procure aprender sempre com os que passaram pela mesma jornada e não ficaram pelo caminho.

9. Se for para se comparar, que não seja para ficar se lamentando de forma melancólica. Não caia na armadilha da inveja ou da autopiedade. Se a comparação for inevitável, que seja para encorajar-se e para olhar no espelho e dizer com convicção: eu também sou capaz.

10. A vida é uma só para você ser escravizado pelo medo. A propósito, todos os viajantes sentem medo ao percorrerem terras estranhas. Uns se acovardam e acabam não saindo do próprio quintal. Outros encorajam-se por saberem que, ao ficarem parados, de fato, não correm o risco de viver na mediocridade, porque isso será uma certeza tanto quanto 1 + 1 = 2. Logo, entre a certeza da mediocridade e o risco de sair em busca de seu próprio caminho, com essa nova percepção, o risco deixa de ser um problema, mas sim uma possibilidade, e acaba se transformando numa oportunidade.

Auto confiança e auto estima

4 passos para sair da sua zona de conforto

Você já ouviu falar que o crescimento pessoal só acontece fora da nossa zona de conforto? Isso é a mais pura verdade! Todos nós temos uma área em que nos sentimos seguros física e emocionalmente. Uma das características mais comuns entre empreendedores de sucesso são a capacidade e a determinação de sair de sua zona de conforto e ampliar os seus limites constantemente.

É claro que não há nada errado com as pessoas se sentirem felizes na sua zona de conforto. Isso é uma opção. Agora, se você quer se desenvolver pessoal e profissionalmente, aprender e fazer coisas novas é essencial. Assumir riscos e ousar é inevitável para o crescimento do seu negócio. Não estou sugerindo que se assumam riscos irresponsáveis, mas aproveitar as oportunidades e arriscar de maneira calculada é fundamental para construir um negócio bem-sucedido.

Eu me considero privilegiada porque a minha filha tem uma empresa de treinamento que ensina as pessoas a sair da sua zona de conforto. Eu, como boa aluna, tenho praticado muito. Mesmo assim, devo confessar que nem sempre é fácil. Por exemplo: no momento, estou participando de uma concorrência pública aqui nos Estados Unidos cujo valor de contrato é aproximadamente o faturamento anual da minha empresa. Depois de muita análise, ansiedade e insônia, resolvi encarar o medo e ir em frente – esticando a minha zona de conforto. Afinal, se, entre os negócios listados na Inc 5000, o rol das empresas que mais crescem nos Estados Unidos, a média anual de crescimento é de 172%, dobrar o faturamento não é tanto risco assim.
Existem alguns sinais que ajudam a identificar que a sua zona de conforto pode estar atrapalhando. Aqui estão alguns deles:

• Autocrítica exagerada
• Estresse excessivo
• Falta de motivaçao
• Ansiedade
• Desculpas constantes
• Um negócio estagnado ou em declínio

Caso alguns desses sinais sejam uma constante na sua vida e você esteja decidido a crescer, está na hora de sair conscientemente da sua zona de conforto. Algumas dicas para ajudar nesse processo:

1. Não se preocupe com o que os outros vão pensar
É impressionante o quanto isso afeta a maioria das pessoas. Pesquisas nos Estados Unidos apontam que falar em público ocupa o primeiro lugar na lista dos maiores medos dos americanos. Pasme: é maior do que o medo de morrer ou de ficar doente. Mas isso não é nada mais do que a preocupação com o que vão pensar de nós. Considere o seguinte: se esse é o principal medo do ser humano, quer dizer que isso é normal. Não há por que ter receio. Uma boa dica é enfrentar os seus medos começando pelos menores e partir para os maiores à medida que se sentir mais seguro.

2. Faça parcerias
Li um artigo que falava que existem algumas coisas que simplesmente não são destinadas a serem feitas sozinhas. O exemplo era o de uma mulher que, havia mais de dois anos, sonhava apresentar uma palestra na associação a que ela pertencia. Até que lhe sugeriram encontrar uma parceira para fazer a palestra com ela. Ela seguiu o conselho, encontrou alguém em uma semana e, depois de trabalharem animadamente, a apresentação foi feita com muito sucesso.  Em alguns casos, trabalhar em conjunto não só é muito mais divertido como também faz com que você se sinta mais seguro.

3. Confie e aceite
A zona de conforto é um espaço muito previsível, e você geralmente sabe o que vai acontecer nela. O medo do desconhecido poderá mantê-lo preso para sempre. Uma boa sugestão é não criar expectativas e aceitar os resultados de suas ações. Assumir riscos calculados e arriscar somente aquilo que você pode perder é uma boa saída. Não há necessidade de entrar de cabeça e arriscar a perder tudo. Por exemplo: caso esteja planejando lançar um produto ou serviço, não assuma compromissos em grande escala antes de testar o mercado. Comece pequeno pois, caso não tenha os resultados esperados, a perda poderá ser encarada como lição para aperfeiçoar o produto ou serviço ou a forma como eles são oferecidos. Sem grandes expectativas, você se sentirá mais seguro para arriscar.

4. Vizualize o sucesso
O pensamento positivo tem um poder imenso. Se ficar pensando que pode não dar certo, não haverá como não aumentar a sua insegurança e, consequentemente, o medo. Passar alguns minutos por dia visualizando o sucesso fará com que você fique muito mais disposto a assumir os riscos associados. Isso funciona seja nos negócios, seja na sua vida pessoal. O poder da mente é surpreendente.

Para concluir, se você nunca sai da sua zona de conforto, está sabotando as suas chances de sucesso e de uma vida mais feliz. Não tenha medo de experimentar coisas novas em nenhum aspecto da sua vida. Você vai descobrir que tem muito mais capacidade e coragem do que pensava. E, ao enfrentar cada desafio, você terá pela frente uma vida muito mais excitante e gratificante. Ponha isso em prática! Você não tem nada a perder – e tudo a ganhar.

Sucesso na crise: 10 coisas que aprendi remando contra a maré

Comecei minha carreira em 1991, quando tive minhas primeiras lições de mercado ainda aos 19 anos de idade. Qual era o cenário naquela ocasião? Fernando Collor de Melo era o presidente do Brasil. Eleito em 1989, tomou posse em 1990. O Brasil vivia uma inflação louca de mais de 80% ao mês. O preço de tudo mudava duas vezes por dia e até mesmo as donas de casa precisavam agir como verdadeiras economistas para aplicarem seu dinheiro.

Para que você entenda bem o que significa uma inflação de 80% ao mês, imagine que o seu salário é de 100 reais. Ao final do mês ele se tornava algo equivalente a 20 reais, porque 80% dele foi consumido pela inflação. Para isso, existiam complexos dispositivos bancários e de indexações para que as pessoas conseguissem proteger um pedaço de seu poder de compra. Era um caos.

Na tentativa de resolver a economia, uma das primeiras decisões do governo Collor foi um pacote ousado e inesperado de confisco de dinheiro da população. O chamado Plano Collor. Todos os brasileiros tiveram a poupança confiscada, deixando apenas um pequeno valor à disposição de cada um. O valor confiscado seria, um dia, devolvido para todos. Alguns se suicidaram, outros que tinham compromissos a serem honrados quebraram e houve uma revolta generalizada. O que se esperava era que, como os ricos são a minoria, que a grande massa aprovasse as medidas. No dia 29 de dezembro de 1992, no entanto, Collor foi deposto pelo processo de impeachment. Três dias antes, no dia 26 de dezembro, com 20 anos, eu me casava com Luciana, que tinha 17 anos de idade. Estávamos decididos a iniciar a nossa vida e escrever a nossa história com as nossas própria mãos.

Nesse cenário, com o mercado sem dinheiro, desemprego alto, recessão e com inflação explodindo, foi que eu comecei minha carreira profissional. Nessa época, dizer que falar inglês um dia seria importante como sabemos hoje era uma grande novidade. Enquanto as pessoas trabalhavam para sobreviver, vender cursos de inglês requeria uma habilidade e idealismo acima da média.

Trabalhei por quatro anos nessa empresa e escalei vários cargos até ser um diretor de quatro cidades, responsável por 20 gerentes em minha divisão, ganhando 7 mil dólares por mês, com apenas 22 anos de idade. Em 1994, entrou em cena o Plano Real, que finalmente conseguiu implantar uma economia estável no Brasil. Esse cenário coincidia com minha decisão de largar aquele ganho, pedindo demissão da empresa que representou para mim o meu MBA em cenários turbulentos, para abrir meu próprio negócio. Em abril de 1995, inaugurei a primeira escola da WiseUp, que 18 anos mais tarde veio a ter quase 400 escolas em funcionamento em 6 países e que gerou mais de 10 mil empregos diretos no Brasil.

O que aprendi naquele ambiente turbulento?

1. Crise é sinônimo de oportunidades. Não gosto de crises e prefiro muito mais os ambientes estáveis. No entanto, não temos controle sobre o que acontece no país e no mundo. Logo, as crises sempre virão e se destacam os que sabem lidar com ela, ou melhor, os que sabem aproveitar as oportunidades que aparecem no meio delas. Eu costumo dizer que, em momentos de crises, o dinheiro troca de mão. Os velhos ricos sempre darão o lugar aos novos ricos que virão de baixo, os que são mais resistentes às mudanças e são mais arrojados, enquanto os velhos ricos ficam na defensiva, porque acham que têm algo a perder. Geralmente, perdem por não saírem da defesa e acabam levando uma goleada. Afinal, quem não faz leva.

2. Numa crise, é preciso ter um grau maior de idealismo. Prosperar no deserto da crise requer mais idealismo. Tecnocratas não resistem aos percalços e não encontram razão para acordar pela manhã. Mergulham na lamúria da autopiedade e se afogam no mar das lamentações. A crise é o campo de batalha perfeito para você tirar a poeira de sua espada e escudo que ficaram guardados nos momentos de bonança. Associar seu negócio a um ideal mais forte e saber envolver seu time nesse propósito fará com que você consiga navegar contra o vento e a correnteza.

3. Durante a crise é preciso mudar a mentalidade e parar de fazer comparações. O mercado muda, a economia muda, a realidade muda. Logo, é preciso compreender as mudanças, reformatar a visão e sua compreensão da realidade e olhar para a frente. Evite ficar fazendo comparações com o passado, falando da época em que o dólar custava R$ 1,56, que você viajava para o exterior todos os anos e que tudo era mais fácil. Essa época passou e, agora, quanto mais tempo você levar para compreender que a realidade mudou e, por isso, sua mentalidade e disposição também precisam mudar, menos chances terá de prosperar durante a crise e maior será a possibilidade de você aumentar as estatísticas de fracasso.

4. Na crise, o que é problema para alguns, desemprego por exemplo, pode ser uma oportunidade para você. Excelente mão de obra fica disponível em tempos assim. Pessoas que querem virar o jogo e, por isso, podem se tornar excelentes aliados para construir seu projeto ao seu lado. Em tempos de crise, as pessoas precisam se preparar. Por isso, o setor de educação é sempre uma tendência.

5. Em tempos de dólar alto, exportar seu produto ou serviço pode ser uma boa saída. A expansão internacional pode ganhar o lugar da abertura de novas filiais no país e a conquista de novos mercados em terras estranhas se tornar uma nova tendência.

6. Durante a crise, separe as estações. É muito comum em tempos de crises acontecerem manifestações e mobilizações em torno do ambiente político. Não permita que essa agenda ocupe 100% de seu foco. Faça sua parte. Mas, no dia seguinte, volte para seu trabalho, para seu projeto e concentre-se em liderar sua equipe na direção certa. Cuidado para não transformar sua equipe de trabalho num movimento social. Em casos assim, a produtividade cai mais de 50% por um erro estratégico de gestão de pessoas.

7. Afaste-se dos que aproveitam a crise para justificar o fracasso. É fato que muitos passam dificuldades numa crise. No entanto, para vencer enquanto ela durar, é preciso reposicionar sua mentalidade e seu foco, e estar atento às oportunidades, como já citei. No entanto, os que não foram capazes de fazer isso rapidamente passarão por muitas dificuldades. Alguns, em vez de aprenderem com a experiência, não se levantam mais e acabam por influenciar outros que ainda lutam por seus objetivos. Selecione bem quem vai ter a permissão de depositar informações nos seus ouvidos.

8. Durante a crise, observe quem está vencendo. Busque identificar os que surfarão as melhores ondas. Observe o que fazem, suas táticas, como abordam o mercado e a razão de seu sucesso. Aprender com maiores referenciais é sempre recomendável em qualquer cenário, em especial numa crise.

9. Não se apegue a nada. Se o seu produto ou serviço não fazem mais sentido, mude, recomece, identifique e observe a sinergia entre a atividade que você exerceu e as novas tendências a fim de otimizar os esforços e investimentos para seu novo foco.

10. Por fim, a crise é um ambiente perfeito para os mais determinados, para os destemidos, para os que não se esmorecem por conta das adversidades e desejam mudar de vida e proporcionar uma vida melhor para sua família, apesar do cenário adverso.

Coitadistas e vitimistas padecem na crise e estão sempre prontos a encontrar um culpado. Numa crise, os protagonistas são os que terão história para contar e darão muitas risadas no futuro, contando para seus filhos e netos como venceram em meio ao caos.

Por fim, a crise pode acontecer na cidade, no país ou até no mundo. No entanto, você pode não sofrer os efeitos dela, ou melhor, pode até crescer durante a crise, se tiver a mentalidade certa e souber posicionar seu projeto com inteligência. A propósito, no ano de 2008, quando o mundo entrou numa grande crise financeira, foi quando minha empresa começou a crescer mais de 50% ao ano, contrariando todas as estatísticas.

Sobre crise, eu não li em um livro e nem escutei sobre isso numa cadeira da faculdade. Vivi tudo intensamente nas últimas duas décadas e com resultados positivos. Vivo hoje mais uma vez, empreendendo em diversos setores. Desejo a você todo sucesso nessa nova fase do Brasil. Não é fácil, mas é possível.

Força, GV. Quero ouvir e contar suas histórias de sucesso.

Quanto às minhas histórias, também quero continuar fazendo jus e obtendo bons resultados para poder compartilhar com você por aqui todos os dias.

8 PASSOS (SIMPLES) PARA SE TORNAR UM MILIONÁRIO:

1- Pare de ficar obcecado por dinheiro

Embora possa parecer contraditório, o foco na quantidade de dinheiro atrapalha na hora de fazer coisas que realmente contribuem para a construção e crescimento da riqueza. Então, mude a sua perspectiva: veja o dinheiro não como o objetivo principal, mas como um subproduto da realização das coisas certas.

2- Comece a ajudar as pessoas, mesmo que de forma pequena

As pessoas mais bem sucedidas – tanto financeiramente quando de outras formas – são incrivelmente úteis. Elas são boas em entender as outras pessoas e ajudá-las a alcançar seus objetivos; além disso, sabem que seu sucesso depende do sucesso das pessoas ao seu redor: funcionários, clientes, fornecedores, família, entre outros.

Quando você tem apenas alguns clientes e seu objetivo é fazer um monte de dinheiro, você está focado em encontrar maneiras de extrair até o último centavo deles. Mas quando você encontra uma maneira de servir um milhão de pessoas, o efeito do boca a boca é ampliado, o feedback que você recebe é exponencialmente maior e assim as suas oportunidades para melhorar seus produtos e serviços também crescem.

E, com o tempo, seu negócio se torna algo que você nunca sonhou, porque seus clientes e seus funcionários podem te levar a lugares que você não podia sequer imaginar.

4- Veja o dinheiro como uma forma de fazer mais coisas

De um modo geral, existem dois tipos de pessoas: aquelas que fazem as coisas porque querem ganhar dinheiro; e aquelas que querem ganhar dinheiro para fazer mais coisas. As primeiras irão fazer qualquer coisa, não importa o que, desde que recebam algo por isso, enquanto as outras amam o que fazem e o dinheiro é visto como um resultado disso.

Uma vez Walt Disney disse: “Nós não fazemos filmes para ganhar dinheiro, nós fazemos dinheiro para fazer mais filmes”.

5- Faça algo melhor

Escolha alguma coisa para você fazer e que você seja melhor do que qualquer um. Foque, trabalhe, traine, aprenda, inove e seja autocrítico, mas não de uma maneira masoquista, e sim para garantir que você continue a trabalhar para melhorar todos os aspectos do seu negócio. Pessoas financeiramente bem sucedidas fazem pelo menos uma coisa melhor do que quase todo mundo ao seu redor.

6- Faça uma lista das 10 melhores pessoas do mundo

Como você escolheu esses 10? Como você determinou quem foi o “melhor”? Como você mediu o seu sucesso? Use esses critérios para acompanhar seu próprio progresso.

Não basta admirar as pessoas de sucesso. Dê uma olhada de perto no que as torna bem-sucedidas. Em seguida, use esses critérios para ajudar a criar as suas próprias medidas de sucesso.

7- Acompanhe o seu próprio crescimento

Temos a tendência de nos tornar o que medimos; por isso, acompanhar o seu progresso, pelo menos uma vez por semana, conta como uma das suas principais medidas para chegar ao topo.

8- Crie rotinas que garantam o progresso

Nunca se esqueça de que para alcançar um objetivo é preciso criar rotinas. Digamos que você queira escrever um livro de 200 páginas; seu sistema para atingir esse objetivo poderia ser a escrever quatro páginas por dia. Apenas o desejo não vai terminar o seu manuscrito, mas aderindo fielmente à sua rotina, você vai alcançar seu objetivo.

Estabeleça metas, crie rotinas que suportem os seus objetivos e, em seguida, acompanhe o seu progresso. Consertar o que não funciona; melhorar e repetir o que funciona; refinar, rever, adaptar e trabalhar duro todos os dias vão te fazer ser melhor do que você era ontem.

7 Dicas Para Elevar Sua Autoestima

A autoconfiança está diretamente ligada a autoestima, e nesse artigo de hoje irei falar mais sobre as consequências de você ter uma baixa autoestima e eu vou te dar 7 dicas para você superar essa dificuldade.

Em primeiro lugar, é normal nós termos momentos em nossa vida em que nós sentimos para baixo, o grande problema é quando esses momentos começam a ser rotineiros.

A baixa autoestima é o resultado de diversas dificuldades emocionais, tais como sentimentos de culpa, vergonha, medos, inseguranças e diversos outros. Quando esses sintomas passam a fazer parte da rotina da pessoa, é um sinal que ela está precisando de dar mais atenção para o seu lado emocional.

E quais são as consequências disso?

Eu acredito que a autoestima é o fator chave que vai determinar o seu sucesso ou fracasso na vida, e quando mais baixa autoestima à pessoa tem mais distante de ter uma vida feliz ela fica.

Além disso, a pessoa passa a perder a produtividade em diversas áreas da vida, é comum ver uma redução drástica na qualidade dos relacionamentos, finanças e saúde.

Acompanhe comigo, quando a pessoa está com baixa autoestima ela não está se aceitando, se amando, em outras palavras ela está rejeitando o próprio ser.

A partir disso a pessoa começa atrair situações que vão gerar mais dor e dificuldade para a sua vida, ela entra em um ciclo de sofrimento que pode levar a uma depressão profunda, ou seja, se a pessoa não romper esse ciclo vicioso ela poderá ir para um caminho sem volta.

7 dicas para você  melhorar sua autoestima:

1 – Autoconhecimento

Invista no seu autoconhecimento, adquira cursos e livros e invista tempo para se conhecer mais. É a máxima socrática, conheça-te a ti mesmo.

2 – Pare de fazer comparações

Pare de fazer comparações com os outros… como eu ouvi de um grande empreendedor, nunca compare o palco de alguém com os seus bastidores. Cada pessoa é única e possui suas peculiaridades, por isso, passe a se conhecer e identificar os seus pontos positivos e negativos.

3 – Tenhas metas para a sua vida

Quando você define metas alcançáveis com um plano de ação passo a passo, aumenta muito sua autoconfiança para gerar resultados em sua vida, consequentemente isso aumenta a sua autoestima.

4 – Socialize

Tire um tempo da semana ou do mês para você se encontrar com amigos e conversar, o simples fato de você estar cercado de pessoas que você gosta fará você se sentir bem e assim estará sustentando um dos pilares da autoestima, que é o pilar do sentimento de pertinência, ou seja, é aquele sentimento de pertencer e estar inserido em um grupo de pessoas que te ama.

5 – Faça algo por você diariamente

Quando foi a última vez que você fez algo por você? Muitas pessoas acabam fazendo algo apenas para as outras pessoas e esquecem de si mesma. Procure retirar um tempo do seu dia para você, seja para fazer um exercício, comer algo que você goste, ouvir uma música, enfim, fazer algo que te deixa feliz.

6 – Seja positivo

Faça uma lista com todos os acontecimentos bons de sua vida, e sempre que você começar a se sentir para baixo, pegue essa lista e procure relembrar com intensidade cada memória. Isso fará com que você se mantenha, boa parte do tempo em um estado de bem estar.

7 – Cuide de suas emoções

Procure meios de curar suas feridas emocionais, seja através de técnicas como a EFT, ou através de treinamentos e terapia. Quanto menos emoções desconfortáveis você tiver, maior será sua felicidade e sua autoestima.

Eliminar medo de realizar felicidade

Nossa emoção deve ser sempre sobrepujada pela nossa razão para que possamos ser criaturas maduras e ponderadas, realizando nossas atividades sem que percamos nosso autocontrole. A olhos desatentos, essa parece ser uma missão muito fácil de ser executada, contudo raríssimas são as pessoas que conseguem suportar as pressões diárias sem sofrer algum tipo de eclosão. Sim, isso é um fato: a sociedade morre de ansiedade e insegurança o tempo todo e a sensação que temos é a de que o planeta inteiro poderá sofrer um infarto mundial em cadeia, que causará um efeito mortífero mais poderoso que a famigerada bomba atômica e fará as pessoas rolarem para dentro de seus túmulos imediatamente.

Inacreditavelmente, é fatídico que o homem moderno aceita ser descontrolado se isso lhe trouxer algum tipo de benefício (imediato ou não), de sorte que ele barganha sua saúde com alguns embrulhos bem enfeitados, em um fetiche masoquista de negociações endiabradas que o envenena de forma doce e sorrateiramente perversa. Pode parecer loucura, mas infelizmente, essa é a visão que muitos possuem até encontrarem o final de suas forças mentais, ou melhor, o esgotamento total de suas serenidades interiores. E então, como uma criatura que nasce de novo, esse “nenezinho” passa a ter uma meta diferente, que é a de ter uma personalidade temperada, moderada e equacionada, objetivando com isso, criar ações versadas e atitudes sabiamente medidas para que sua vida seja pacífica e harmônica diante de seus semelhantes.

Gerado então o desejo, é hora de buscar a pratica: primeiramente, o individuo precisa compreender que a inteligência emocional não é um atributo gerado da noite para o dia, isto é, não é uma questão fácil de ser entendida e consequentemente obtida. Não acredita? Faça um teste na sua comunidade e veja quantas pessoas revidam a um ataque do mesmo modo que o receberam, ou perceba quantas não aceitam serem contrariadas em suas ideias, ou ainda, note quantas amizades são desfeitas simplesmente porque uma parte resolveu ser sincera e emitir uma opinião mais vigorosa.

Além de tudo isso, precisamos registrar também que as pessoas orgulhosas, egocêntricas e vaidosas jamais alcançarão a resiliência, pois elas são a antítese exata da virtude em foco. Ora, é uma conclusão óbvia: se você se importa em demasia com a ignorância alheia é simplesmente impossível criar escudos emocionais a sua volta e fazer com que sua barra de energia permaneça estática perante esses ataques anímicos, porquanto o segredo de qualquer criatura que ostenta o domínio próprio é resistir e aceitar ser questionado, desrespeitado e humilhado sempre, em inúmeras situações e circunstâncias que automaticamente farão com que esta gere uma casca poderosamente impenetrável diante dessas flechas inflamadas atiradas pelos sugadores de almas terrestres.

Em outras palavras o que quero dizer é que esse revestimento emocional é exclusivamente alcançado através de dias ininterruptos de treinamentos duros e puxados, como um tatame social, onde tal “lutador” é testado até o limite de sua força, sem poder reclamar, chorar, protestar e, principalmente, desanimar. Portanto, o livro desses seres humanos será borrado de eventos ruins e desconfortos inimagináveis e somente aqueles que não forem nocauteados na arena é que poderão ser verdadeiros gladiadores da vida, contemplando o coliseu inteiro ovacionando-os e reverenciando-os pelo peso incomparável de suas espadas transversais.

Concluindo, há um grande paradoxo: as pessoas querem ostentar essa qualidade, porém não querem ter que pagar um valor específico para obtê-la, ou seja, são semelhantes a crianças mimadas e birrentas que querem que seus pais comprem-lhes pirulitos e balas sem terem a obrigação clássica de entregar-lhes a lição de casa primeiro. Certamente, todas as conquistas e êxitos humanos exigem suor, labor, sangue e muita tolerância de nossa parte. Logicamente, quem não inferir isto, passará toda a existência vagando por mundos imaginários e por universos fantasiosos, sendo enganado pela sociedade e sofrendo nas mãos de sórdidos manipuladores. Logo, existem duas estradas e você precisa trilhar seu caminho: uma será a da paciência, a outra será a da intolerância. A primeira o fará sofrer muito a curto prazo e somente trará frutos a longo prazo, já a segunda não trará infortúnio algum, porém não trará nenhuma recompensa vindoura, pois ninguém pode colher tesouros sem ter plantado suas sementes.

Seguindo a concatenação dos parágrafos acima e buscando ajudar meus companheiros na criação de hábitos emocionalmente inteligentes, elaborei 12 maneiras de sermos criaturas mais equilibradas. Veja:

1 – Aprenda a ter os olhos da esperança: se você tiver entusiasmo e alegria em suas ações, com toda a certeza seu dia será mais longo, produtivo e feliz. Lamentavelmente, muitas pessoas são negativas e vivem rodeadas de pensamentos pessimistas e hábitos obscuros, que fazem com que elas colham espinhos e pedras constantemente. Assim, seja como as borboletas: prontas para voar alegremente mesmo com ventos contrários e sopros enfurecidos pelo caminho.

2 – Aprenda a não se preocupar com objetos minúsculos: um homem emocionalmente forte não perde espaço com eventos pequenos: como uma palavra hostil proferida pelo oponente, ou uma crítica veemente vinda de alguém próximo, ou uma injustiça perpetrada pelos entes da própria família, ou uma ação prejudicial executada por um adversário implacável, ou uma sucessiva e persistente espetada do inimigo, enfim nada concernente a essas esferas infantis. Além disso, o nível de resistência de tal ser é ilimitado, tendo em vista que ele se preocupa apenas com sua meta principal e faz todo o resto ser meros grãos de palha e um ajuntamento indizível dede ideias tolas. Pode parecer algo invasivo e pouco convencional, mas medite nessa inquestionável verdade: apenas néscios, hipócritas e imbecis perdem seu tempo somatizando e valorizando pensamentos que brotam de mentes pouco instruídas, porque convenhamos: dar poder a um universo estúpido é como fazer parte do coral dos lerdaços, ou seja, é trocar um oceano inteiro por uma piscininha no fundo do quintal (dessas que se rasgam facilmente com o sopro das formigas).

3 – Aprenda a usar as críticas a seu favor: muitos julgamentos que chegam até você são meras ilusões e não raramente foram ditos de maneira insincera por quem os propagou. Além disso, a maior parte dessas espetadas são incoerentes e quase sempre são usadas sem nenhum tipo de critério que justifique tais negatividades. Portanto, devemos olvidar tais ideias e compreendermos ainda que algumas delas podem até ser usadas por nós se tiverem a força de nos mostrar algumas falhas que são imperceptíveis aos nossos olhos, como uma espécie de sexto sentido alheio, que nos avisará quando cometemos uma gafe ou exercemos determinados equívocos. Com essa postura, além de não filtrar essas coisas ruins, ainda teremos a astúcia de fazer com que os nossos inimigos nos entreguem um terceiro olho, que vigiará nossos erros e nos propiciará corrigi-los antecipadamente.

4 – Aprenda a administrar situações desconfortáveis: saiba preservar a integridade de sua galáxia (conjunto de suas emoções) perante os ataques recebidos: uma situação constrangedora, ou uma retaliação sofrida em uma reunião, ou pressões sofridas por um gerente castrador, ou ofensas dirigidas por alguém bem próximo, ou agressões verbais dirigidas por um dinossauro antissocial, ou ataques psicológicos sucessivos praticados ininterruptamente (bullying), em suma, tenha ampla resistência frente a esses cenários caóticos. Vale mencionar anexadamente que somente aqueles que não são preocupados com os pensamentos dos outros são genuinamente livres, pois entenderam que cada pessoa é um santuário perfeito de tesouros intraduzíveis e completamente inigualáveis.

5 – Aprenda a se esquivar de algumas situações: é importante ser prudente em determinadas circunstâncias, buscando uma autodefesa até que nossa mente esteja preparada para enfrentar os problemas mais refratários. Por exemplo: se você tem dificuldades de falar em público, você não irá palestrar para um auditório lotado. Obviamente, você terá que iniciar suas apresentações para um público menor, até que sua âncora esteja forte o suficiente para que gradualmente você possa encarar um número maior de pessoas, sem que haja experiências traumáticas e catastróficas. Além do mais, não fique realizando atividades que lhe trazem desconfortos, pelo contrário, as exclua de sua agenda, pois atmosferas entediantes e enfadonhas são um combustível constante para ficarmos mal humorados e emburrecidos com a vida.

6 – Aprenda a não negociar suas convicções: muitas pessoas deixam as outras viverem por elas, ou seja, elas venderam suas almas por temerem a rejeição e a repulsa alheia, de modo que quanto mais interagem com o próximo, mais desalmadas e alienadas elas se tornam. Assim, elas viram criaturas tristes, melancólicas, depressivas e totalmente infelizes, pois ser escravo das próprias escolhas é uma toxina ímpar para qualquer coração. Ponha uma ideia em sua mente: você é o escultor de sua vida e sua moldura deve ter apenas traços seus para que no final de todas as coisas você seja um genuíno artista e não uma cópia fajuta dos espantalhos fracassados. Isto posto, ouse tudo: permita se machucar de vez em quando, crie cicatrizes, tenha marcas para se lembrar, tenha arranhões pelo corpo e não tenha medo da morte e nem da vida, pois tudo pode aquele que vendera tudo em prol de seus objetivos e em troca de sua inoxidável coragem.

7 – Aprenda a bloquear os gatilhos negativos: existem pontos específicos que aumentam seu sofrimento no dia a dia. Saiba identificar esses pontos para que posteriormente você possa criar meios de reduzi-los e/ou eliminá-los. Essa é uma resposta que somente você pode encontrar: trace um mapa entre seus momentos ruins e perceba o cerne desencadeador desses desconfortos, após isso, desmembre-o em partes iguais para que o problema possa ser resolvido mais rapidamente e eficazmente. Por fim, elabore antíteses para eles e execute-as de maneira agradável e inteligente. Realize essas ações com extrema garra e em um curto espaço de tempo você perceberá que sua mente ficará mais leve e totalmente desprendida dessas eventualidades venenosas.

8 – Aprenda a aumentar sua barra de energia: é necessário que você confronte seus medos, de modo a crescer paulatinamente a medida em que eles vão sendo descobertos, desmembrados e posteriormente destronados. Felizmente, é somente através do confronto máximo com os nossos implacáveis pesadelos que conseguimos dimensionar o tamanho de nossas forças, de sorte que entramos em nossa galáxia oculta e enxergamos claramente os tesouros escondidos e as pérolas enterradas. Nessa viagem fabulosa, perceberemos que nossos maiores algozes nunca passaram de falsas percepções e que o maior atributo humano é a intrepidez, pois ela é a única qualidade capaz de produzir homens verdadeiramente virtuosos e sábios.

9 – Aprenda a amar o próximo: se interesse pelas pessoas, se aproxime delas, dê atenção a elas, seja sincero e não tenha receio de ouvi-las, em síntese, mostre para elas a sua história, abra seu diário, conte suas esperanças e frustrações, valorize os gestos e laços criados entre vocês, enfim estabeleça uma conexão forte, mesmo se não houver tanta reciprocidade. Somente defendo essas atitudes porque sei que os maiores sugadores de energia existentes em nosso meio são o ódio, a antipatia, a insensibilidade, a aversão e a repulsa pela raça humana. Quando agimos dominados por esses sentimentos demoníacos nos tornamos criaturas frias e opacas, o que transforma as nossas vidas em um mausoléu de angústias e infinitas tristezas, destruindo nossos corações e dilacerando nossas almas.

10 – Aprenda a não criar impérios pós-equívocos: muitas pessoas supervalorizam seus erros e suas escolhas equivocadas, de forma que passam a aumentar desenfreadamente o tamanho de suas culpas. Essa postura esmaga demasiadamente a psique do homem e o torna refém de sua pessoal natureza. Pense comigo: se os pecados e desacertos são obras peculiares da condição inerente humana, logo, se preocupar neuroticamente com eles é andar eternamente na contramão das coisas naturais, o que acaba por gerar uma multidão de seres apaixonados em “dar murro em pontas de facas”, e alucinados por torturarem a própria aura. Portanto, se errou corrija, aprenda com este erro e foque apenas na solução para o mesmo, sem inventar tabuleiros inúteis.

11 – Aprenda a usar sua criatividade: busque sempre ser uma figura estratégica, procurando se adequar as situações encontradas e buscando estabelecer um elo positivo com os fatos vislumbrados. Sob uma ótica diferente, o que você precisa fazer é identificar os eventos que lhe incomodam e prover ações criativas para transformá-los em cenários harmoniosos. Por exemplo: se você odeia assistir filmes com um companheiro falastrão, simplesmente assista seus filmes solitariamente, ou se você não suporta pessoas que falam alto no telefone, desencoste seu ouvido do aparelho ou reduza o volume do áudio, ou se você não aguenta ler textos longos e complexos, leia obras menores e mais simples até que sua mente esteja preparada para absorver escrituras mais pesadas, ou seja, você não precisa praticar ações que desagradem seu coração, pelo contrário, deve adaptar os acontecimentos de acordo com suas preferências e gostos pessoais.

12 – Aprenda a realizar sua felicidade em abundância: eu não troco os meus animes japoneses, minhas poesias preferidas e tampouco as panquecas que minha mãe faz por nada neste mundo, pois são três perfeições que conectadas ou não, me fazem bem. Certamente, o ser humano precisa compreender que é fundamental criar hábitos regozijantes, entusiasmantes e confortantes para que ele possa usufruir da vida e dos valores aqui presentes. Portanto, busque se cuidar mais, se amar mais e sorrir mais, porque assim procedendo, você vai descobrir uma maneira simples e rápida de se encontrar.

A paciência é uma virtude terrivelmente difícil de ser construída. No entanto, aqueles que conseguem gera-la passam a ostentar uma posição muito acima dos demais, tendo em conta que possuem a essência da sabedoria enraizada em seus corações. Obviamente, os problemas continuarão a existir, todavia seus impactos serão como barbantes desgastados, isto é, poderão ser facilmente destruídos com uma simples brisa matinal.

A felicidade é um estado de espírito.

Pessoas verdadeiramente felizes mantém uma atitude positiva, mesmo diante de aspectos negativos na vida.

Essas pessoas estão otimistas, procuram viver de forma ética e valorizam a integridade.

Elas são gentis, amorosas, carinhosas e compassivas com todos, sem discriminações.

Quando você olha para elas, você perceber como, de maneira confiante e à vontade, elas são simplesmente quem elas são.

O que as mantém positivas e cheias de uma disposição é que existem coisas a que as pessoas mais felizes simplesmente NÃO SE APEGAM.

Abaixo veja a lista das coisas com o que você definitivamente NÃO DEVE se preocupar para ter uma vida muito mais feliz.

1. As pessoas mais felizes não têm sua vida centrada na acumulação de bens materiais.

É evidente que os bens materiais são importantes para uma vida digna. Possuir uma casa para morar, ter um carro ou mesmo um dinheiro no banco não só é bom como pode ser muito importante em muitos momentos.  Entretanto, as pessoas mais felizes sabem que, uma vez que suas necessidades mais básicas estão sanadas, ter dinheiro ou mesmo sucesso não garante a felicidade de ninguém. Elas estão mais interessadas ​​em usar seus recursos para agregar valor à vida das pessoas e a viver uma vida decente, mesmo que modesta. Se o dinheiro continua chegando e for fruto do que fazem, é claro que ficarão felizes, mas se o dinheiro não for tão abundante, elas não deixam de enxergar possibilidades e alegria na vida.

2. As pessoas mais felizes são aquelas que dão sem esperar receber em troca.

Todo mundo gosta de um presente ou mesmo de uma surpresa inesperada, no entanto, enquanto muitos anseiam por elogios e recompensas, as pessoas verdadeiramente felizes encontram realização pessoal ao servir e ajudar aos outros sem esperar nada em troca. Para essas pessoas a recompensa é saber que elas têm valor acrescentado e enriquecido a vida de alguém.

3. Elas não se comportam de acordo com as expectativas da sociedade.

Rotineiramente, mesmo que sem ter plena consciência disso, as pessoas vivem sob pressão para atender às expectativas da sociedade, o que é muitas vezes estressante e avassalador para o bem estar geral. As pessoas com quem você anda, trabalha e até mesmo se casa são muitas vezes escolhidas para atender às expectativas externas.  Entretanto, fazer escolhas baseadas em demandas dos outros está longe de ser uma boa receita para felicidade. As pessoas que vivem mais  felizes não se importam com isso. Elas olham muito mais para dentro de si mesmas ao fazer suas escolhas. Elas seguem o que mandam seus corações.

4. Elas não cultivam preconceitos de qualquer espécie.

Algumas pessoas possuem noções preconceituosas sobre culturas diferentes, outros grupos sociais, religião, raça… As pessoas que vivem melhor e são mais felizes não se importam com nada disso. Quem vive bem consigo mesmo observa o outro e o conhece  “por quem ele é” , nunca baseado em fatores que agrupam e segregam pessoas segundo grupos ou raças diferentes.

5. Elas não se importam com a aprovação de quem está por perto para tomar as atitudes que julgam corretas

Pessoas que são mais felizes realmente não se importam com o que você pensa delas. Elas ouvem e consideram o que os outros têm a dizer, mas não tomam uma atitude para conseguir a aprovação de ninguém. Elas sabem que, se você viver para a aprovação das pessoas, você vai morrer devido a rejeição que receber. Pessoas mais felizes fazem o que precisa ser feito e nunca deixam pessimistas desencorajá-las.

6. Elas não se importam quando percebem que erraram. Sabem que não têm que estar sempre com a razão.

O ser humano é falho, erra, conserta, cai, levanta e prossegue. Ninguém sabe tudo e tem todas as respostas na vida. É justamente quando aceitamos que estamos errados que abrimos portas para aprender o que é certo.

7. Eles não se importam com ambientes improdutivos.

Pessoas mais felizes evitam os ambientes onde se sentem mais estressadas como lugares muito ruidosos,  sujos e poluídos. Em vez disso, as pessoas verdadeiramente felizes valorizam e protegem os ambientes que promovem sensações agradáveis, como parques.

8. Elas não estão “nem aí” para comparações sociais.

As pessoas que vivem mais felizes não têm nenhuma necessidade de se comparar aos outros. Elas podem aprender o que os outros fazem melhor do que elas para também crescer, mas o seu foco está em seu próprio progresso. Elas sabem que o crescimento pessoal é algo construído e por isso não precisam da inveja, do ressentimento ou mesmo de sentimentos doentios de superioridade frente aos outros.

9. Elas não perdem tempo se intrometendo na vida dos outros.

As pessoas que vivem mais felizes podem até ajudar ou dar sua opinião se forem solicitadas, mas elas farão de tudo para não interferir nas decisões pessoais dos outros.

10. Elas ignoram fofocas.

Quem vive bem não precisa se preocupar com a opinião dos outros, mesmo que o que seja dito seja mentira. As pessoas felizes estão satisfeitas com suas próprias vidas e não têm nenhum desejo de se preocupar com o que está acontecendo na vida de outra pessoa. As únicas pessoas que se importam com fofocas são pessoas superficiais e que não acreditam em si mesmas.

11. Elas não cultivam relacionamentos tóxicos.

Não só vícios, abusos físicos e xingamentos, mas também as coisas sutis, como reclamações constantes e mudanças de humor podem arrastar qualquer um para baixo. As pessoas que vivem mais felizes evitam relacionamentos tóxicos. Uma boa receita para viver bem é passar o maior tempo possível perto de pessoas saudáveis ​​e que trazem alegria.

12. Elas não guardam rancor

As pessoas verdadeiramente felizes sabem que sentimentos negativos como o rancor aprisionam e envenenam. Depois de situações ruins, a melhor pedida é seguir em frente.

13. Elas evitam mentiras.

Vidas desmoronam rápido quando são mantidas baseadas em mentiras e enganos. Pessoas verdadeiramente felizes compreendem  esse fato e sabem que é melhor não oferecer nenhuma explicação do que responder a uma situação com mentiras.

14. Elas não perdem tempo reclamando.

As queixas são os frutos de uma vida descontente. Pessoas felizes são simplesmente gratos por aquilo que têm e mantém esperança  no que virá, mesmo quando as coisas não estão indo bem seu caminho.

15. Elas são avessas à vingança

Finalmente, se você realmente quiser levar uma vida feliz, você não pode se dar ao luxo de perder tempo com vinganças. Pessoas felizes deixam essa área por conta do destino. Elas sabem que existem lugares muito melhores para canalizar suas energias.

Lembre-se …

A vida nem sempre é um mar de rosas. Às vezes as coisas não saem do seu jeito e ninguém é feliz 24 horas por dia. Entretanto, viver bem envolve escolhas muito mais ligadas a comportamentos positivos e com encaramos o hoje.  A vida é assim, opte por vivê-la da melhor maneira possível.

14 coisas que você precisará saber quando chegar ao sucesso

Quando você apresenta sua ideia, dão risadas. No dia em que você resolve implementar, criticam. Depois de seu sucesso se perguntam: “Mas como?” Em seguida, tentam imitar. Quando fracassam, dizem que você teve sorte. Alguns vão te admirar. Outros vão se corroer de inveja. Uma parte vai querer aprender com você. Outra parte vai dizer que você é burguês.

1 – Vale a pena não seguir a boiada.Depois de chegar ao topo, você vai chegar a algumas conclusões:

2 – A sociedade é hipócrita.
3 – Os que te chamam de burguês são invejosos e gostariam de estar no seu lugar.
4 – Só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado.
5 – Uma única pessoa que corresponde compensa todas as outras que foram ingratas.
6 – Compartilhar vale a pena.
7 – Nenhum sucesso justificará o fracasso de sua família. Não é necessário escolher. Dê conta dos dois.
8 – Dinheiro é muito bom, mas é menos do que as pessoas imaginam.
9 – A simplicidade compensa.
10 – Não vale a pena viver em função do que as pessoas pensam sobre você.
11 – Se possível, evitar a fama.
12 – Simplificar a vida compensa.
13 – Se tem um dinheiro que vale a pena gastar é com viagens com a família.
14 – Falando em gastar, sempre menos do que se ganha. Colocar o dinheiro no seu devido lugar. Ele deve trabalhar para você e jamais o contrário.

10 coisas que você precisa ter em mente para atingir seus objetivos

Nem sempre você terá todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Mas tenha isso em mente:

1. Inicie sua jornada mesmo sem ter todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Muitas vezes, fazemos muitas descobertas no meio do caminho.

2. Afaste-se de propostas que firam sua consciência e seus princípios.

3. Tenha coragem de entrar por portas diferentes daquelas que você idealizou originalmente.

4. Nessa viagem, você é o roteirista e protagonista de sua vida. Portanto, não se comporte como figurante de seu próprio filme.

5. Selecione bem os companheiros dessa viagem. Estar mal acompanhado pode levar você por outros caminhos e roteiros dos quais não terá retorno.

6. Seu troféu não vai cair do céu. Vontade de parar e dúvidas farão parte das tempestades que você enfrentará. Não perder de vista o que levou você à jornada é fundamental para ter forças para prosseguir na hora da tempestade.

7. Não se abata com as críticas. Para não levar uma vida corriqueira, é preciso fazer escolhas ousadas e contra o fluxo comum.

8. Inspire-se em vencedores. Admire, copie, inspire-se, aprenda com os erros e, se for possível, aborde-os e pergunte, procure aprender sempre com os que passaram pela mesma jornada e não ficaram pelo caminho.

9. Se for para se comparar, que não seja para ficar se lamentando de forma melancólica. Não caia na armadilha da inveja ou da autopiedade. Se a comparação for inevitável, que seja para encorajar-se e para olhar no espelho e dizer com convicção: eu também sou capaz.

10. A vida é uma só para você ser escravizado pelo medo. A propósito, todos os viajantes sentem medo ao percorrerem terras estranhas. Uns se acovardam e acabam não saindo do próprio quintal. Outros encorajam-se por saberem que, ao ficarem parados, de fato, não correm o risco de viver na mediocridade, porque isso será uma certeza tanto quanto 1 + 1 = 2. Logo, entre a certeza da mediocridade e o risco de sair em busca de seu próprio caminho, com essa nova percepção, o risco deixa de ser um problema, mas sim uma possibilidade, e acaba se transformando numa oportunidade.

O medo. Esse incontestável “inimigo”! Como lidar com ele.

Se eu perguntar à pessoa que está lendo este artigo, se já sentiu medo alguma vez, provavelmente a sua resposta é sim.

O medo surge quando as nossas fantasias nos parecem reais. Ele não é real, mas para nós, parece ser.

O medo é um sentimento de fraqueza. Nem sempre possui algo de concreto que o justifique. São pensamentos. Pressuposições do nosso cérebro.

Conhecemos o medo como sendo nosso grande inimigo. Existe, porém a possibilidade de o descobrirmos como nosso amigo.

O medo, visto como inimigo, é aquele que nos paralisa. Ele impede que façamos alguma coisa, na direção de nossos objetivos. Faz com que fiquemos no mesmo lugar, sem progresso e sem mudanças significativas em nossa vida. Ele gera pensamentos assim:

– E se não der certo? Os empecilhos são muitos, é melhor não arriscar, é perigoso, posso me machucar, posso me dar mal.

E aí, não fazemos nada. Assim, nada muda. Tudo fica do jeito que está.

O medo não permite que entremos em contato com o objeto desse medo e, portanto, impede que aprendamos a lidar com ele. Se não sabemos lidar com ele, continuamos subjugados por ele, à sua mercê, ou seja, sofrendo, e nos limitando.

Quando o consideramos como nosso amigo compreendemos que, se por um lado nos impede de aprender a lidar com o objeto do medo, por outro lado não permite que nos exponhamos ao perigo. Ele nos protege do perigo. Daquilo que o nosso cérebro considera perigoso. Ele nos protege daquilo de que temos medo. Ele é benéfico, por um certo ângulo. É, portanto, ambíguo e limitante. Tem duas funções: o lado bom e o lado que nos prejudica.

Essa proteção que ele nos dá pode não ser tão importante que valha a pena mantê-lo conosco. Talvez não seja suficiente para compensar o mal estar que provoca.

O mais adequado talvez seja eliminarmos o medo de nossas vidas e colocarmos algo melhor no lugar. Por exemplo: se alguém tem medo de avião perde oportunidades de conhecer lugares muito agradáveis. Descobrindo-se a origem do medo, é possível eliminá-lo. Assim, sua vida poderá mudar consideravelmente, quando a pessoa puder viajar e conhecer outros lugares.

É claro que precisamos entender e respeitar o medo de cada um. Sem críticas ou julgamentos. Sem achar que seja exagero ou bobagem, pois quem o sente é que conhece a verdadeira dimensão de seu mal estar.

Devemos compreender que é normal ter medo, e que eles podem ser eliminados da nossa mente, nosso cérebro, da nossa vida, dos nossos comportamentos.

Uma das formas de se fazer isso é exercitando a mudança de pensamentos e dirigindo a nossa atenção para o lado oposto. Para o lado positivo do medo. Consequentemente ocorrerá também uma mudança de comportamentos.

Por exemplo: se alguém tem medo de elevador, não poderá morar nem trabalhar em prédios altos, ou, se o fizer, poderá tornar-se um atleta, de tanto subir e descer escadas. Se perder esse medo ele poderá ganhar tempo, facilitar sua vida, porém corre o risco de, talvez, perder a forma física ou engordar. Depende de sua escolha. Nem sempre é conveniente perder-se alguns medos.

Há uma grande variedade de medos, como:

– Fobias diversas, o medo da morte, da falta, da rejeição, do abandono, da violência, de sair de casa (agorafobia); de envelhecer, de gente, de falar com outras pessoas, de falar em público; de lugares fechados, como elevador; de mudar, de não mudar; da felicidade, do ridículo, da intimidade, do desconhecido; medo de amar, medo de sofrer; medo do medo (que é o pânico); medo de errar. Este é um dos mais poderosos, e tem força suficiente para nos paralisar.

As pessoas não têm apenas um medo. Podem possuir vários, ao mesmo tempo e há até algumas pessoas que dizem ter medo de tudo.

Mesmo as pessoas que dizem não ter medo de nada, talvez até tenham medo de pensar em ter medo.

Alguns medos vêm do instinto de sobrevivência e eliminá-lo pode ser um risco à segurança da pessoa. É conveniente, portanto, mantê-lo sob controle e não, tornar-se escravo dele.

A fobia é algo que está fora do controle consciente da pessoa. É gerada por alguma circunstância traumática, quando foi aprendido que aquela situação oferecia perigo. O inconsciente, então, mantém a fobia, para afastar a pessoa daquela situação perigosa. Por exemplo, o medo de bichos ou insetos, como barata, aranha, ratos, entre outros.

Entre os medos mais comuns e mais fortes destacam-se:

O medo da felicidade.

Há pessoas que têm medo até da felicidade. Não acreditam no próprio merecimento. Seu medo é de que a felicidade acabe e traga sofrimento. Preferem deixar as coisas como estão, que assim, pelo menos, elas sabem o que está acontecendo e sabem administrar.

Para vencer esse medo é necessário acreditar no próprio merecimento e no seu direito à felicidade. Todas as pessoas merecem o que há de melhor. Se cada um se propuser a fazer tudo o que depender de si mesmo para ser feliz, usando todas as suas capacidades, a felicidade poderá ser mais facilmente conquistada e mantida. Guardando os momentos felizes na sua memória, ao invés de guardar os piores.

O medo do futuro

Como será o amanha? Ninguém sabe. Ninguém nem ao menos sabe se estará vivo amanha. O futuro deve ser preparado no presente para que seja de sucesso. Todas as condições de ação e de movimento estão no presente.

As experiências do passado e o aprendizado que trouxeram são muito úteis e fazem parte da pessoa hoje, no aqui e agora. Ela trouxe para o presente, todo o seu aprendizado, como, por exemplo, fazer contas, escrever, desenhar, dançar, usar o computador, falar inglês. Ter um diploma e/ou uma profissão. Tudo o que foi aprendido no passado está gravado no seu cérebro aqui no presente, hoje. Aqui é que ele é útil e pode ser usado. Só no presente, que é o seu ponto de poder.

O medo da rejeição

É auto-rejeição. Se a pessoa não mostrar quem é os outros não saberão. Todos querem a aprovação alheia. Querem agradar para obter reconhecimento. Forçam situações e comportamentos na tentativa de serem aceitos. Fazem-se de “bonzinhos” e não expressam o que realmente sentem. Seduzem e fazem de tudo, em troca de retribuição. Querem apoio ao invés de rejeição. Têm dentro de si um vazio, que procuram preencher com a aprovação alheia.

Ser bom não é ter a obrigação de fazer tudo para os outros. Não é preciso fazer tudo que os outros querem, a não ser que seja um prazer. Que seja aquilo que também se quer. Sem expectativa, sem esperar nada em troca.

Pânico

O pânico é caracterizado por uma somatória de medos, entrelaçados, que geram profundo mal estar. É um medo exacerbado, que paralisa a pessoa que o sente, impedindo que ela, até mesmo, saia de casa. Ela tem medo de se sentir mal e de passar por outras situações piores e então prefere não arriscar-se. Escolhe uma situação de aparente proteção. Aparente porque, mesmo assim, acaba se sentindo mal.

O outro lado do pânico é a vantagem e os ganhos que a pessoa obtém, pelo fato de não se expor. O fato de atrair atenções para si, ou a tentativa de manipular as pessoas mais próximas através de sua aparente incapacidade. Recebem atenção, companhia, cuidados, ajuda, entre outras vantagens.

Talvez, no seu inconsciente, ela não conheça outras maneiras de conseguir essa atenção. Há outras causas envolvidas na sensação de pânico, pois cada caso é diferente um do outro e todas as pessoas são individualidades distintas. Há que se estudar cada caso.

O Medo de errar.

O medo de errar está intimamente ligado ao medo da rejeição. Surge o pensamento: se eu errar, posso ser rejeitado. Ou: “se eu não fizer do jeito do outro, ele, ou ela, não vai mais gostar de mim”.

Todos já passaram pela experiência de começar a fazer algo e ficar pensando se vai dar certo ou não. Todos já tiveram, talvez, o medo de encarar uma situação e ir em frente, para realizar aquilo a que se propôs.

Muitos chegam a desistir de seu propósito, pela simples suposição de que pode dar errado. Não arriscam. Outros vão em frente e conseguem.

É um medo de que descubram a verdade a nosso respeito.

É o medo do desconhecido. Quando a situação é conhecida, a pessoa sabe lidar com ela. Já conhece, mais ou menos os resultados. Se tomar um atitude diferente, não sabe o que vai acontecer. Pode ser que o resultado novo seja bom ou não. É melhor não arriscar, não fazer, não ir, não tomar atitudes. Se arriscar, é possível ganhar, ou perder.

Há 50 por cento de chance de ganhar e 50 por cento de perder!

Se você arrisca e faz, você já parte com 50 por cento de chance de vitoria. Se você não arrisca, não há nenhuma possibilidade de vitória. Já perdeu!

Medo de errar é vaidade e arrogância camufladas. É querer mostrar para os outros o que não é. Mostrar como é melhor que os outros. A pessoa age dessa maneira, na verdade não se aceita como é.

O medo do ridículo.

Têm medo de parecerem ridículas e deixarem de ser a pessoa “certinha”. Isso demonstra muita pretensão. Não reconhecem que são seres humanos, sujeitos a erros e enganos.

Acertar é apenas mostrar o que já sabe. Não há nenhuma novidade nisso. Todo mundo mostra o que sabe, o tempo todo. Enganar-se ou fazer algo errado é um exercício, é um treino, dá uma grande oportunidade de aprendizado. Tudo na vida precisa de treino. Todos precisaram de ,muito treino, por exemplo, quando aprenderam a andar, a falar, a ler, escrever, ou a dirigir. Cada etapa foi sendo vencida, uma após a outra, no seu tempo.

Se pensarmos sobre o que, de pior, pode acontecer se cometermos alguma falha ou engano compreenderemos que nada de tão sério aconteceria. O nosso cérebro tem o hábito de pressupor acontecimentos nefastos. De qualquer forma, tudo tem jeito de se resolver e solucionar e, na maioria das vezes, de se fazer de novo.

Se aquilo que se faz não dá o resultado desejado, há sempre a chance de se fazer diferente, quantas vezes for preciso.

Esse é o caminho do aprendizado. Fazer sempre diferente. Aprendendo com os próprios erros. Extraindo deles o melhor ensinamento.

Todos têm diariamente muitas oportunidades de fazerem algo novo. O processo evolutivo, de crescimento individual é baseado nas mudanças e nos novos aprendizados .

Ha uma fórmula para se libertar desses medos. Para se aceitar como se é, como uma pessoa maravilhosa e cheia de qualidades, capacidades, que talvez nem a própria pessoa reconheça que tem.

A fórmula é confessar tudo o que se acha de si mesmo. Aceitar o que fez e admitir o que realmente sente:

“Eu fiz mesmo e pronto! Sou humano e posso errar. Confesso que fiz!”

Perdoar-se! Compreender que é humano, que é, como todo mundo, sujeito a falhas. Que não há porque ter culpa ou arrependimento. Aceitar-se com todas as suas possibilidades de falhas. Sempre há a oportunidade de refazer.

Há também a fórmula do sucesso ou do fracasso, que é uma só: o que se acredita.

Se alguém acredita que pode algo, está certo.

Se acredita que não pode, também está certo. Pois, ao acreditar que não pode, não vai fazer nada. Vai ficar onde está. O medo vai segurá-lo no lugar onde está. Ao acreditar que pode, a própria pessoa abre todas as portas para a sua realização plena.

Exercícios

  • Escolha seu maior medo, dessa lista ou outro que eu não falei, e vamos fazer um exercício rápido. Peça para alguém ler para você o exercício.
  • Respire profundamente. 3 vezes
  • Feche seus olhos.
  • Imagine-se na situação que lhe causa medo e o assusta.
  • Crie uma imagem, como se você estivesse vivenciando aquela situação que lhe causa medo. Como uma fotografia. Fique olhando para ela
  • Você pode perceber que essa fotografia é velha, antiga, meio amarelada. Possui uma moldura barroca,, antiga, envelhecida, gasta. As cores da foto estão desbotadas, e um tanto manchadas.
  • Imagine que está colocando essa foto em uma parede, como um quadro, junto com outros quadros antigos.
  • Imagine que ela está em um museu e deixe-a ficar ali para sempre. Vá afastando essa imagem até ela desaparecer. Abra seus olhos.

Agora que você já afastou seu maior medo, responda sinceramente à pergunta que farei em seguida.

O que você faria se não tivesse medo?

Mergulhe profundamente dentro de si mesmo e busque a resposta. Pense! Quanto mais absurda parecer a resposta, mais verdadeira ela é.

Essa resposta lhe dará orientação sobre seu verdadeiros desejos. Sobre a sua verdade e aquilo que você realmente quer da vida. Preste muita atenção nessa resposta e passe a refletir sobre ela. A partir dela, você poderá começar a detectar as causas de seus medos.

Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção

Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis ​​em sua própria pele.

Lembre-se que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é imploram por atenção de pessoas que não querem estar com você.

Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente

Pessoas emocionalmente fortes ignoraram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.

Elas não deixam de acreditar em si mesmas

De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acreditá nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente.

Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.

Elas não têm medo de amar

O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo.

As pessoas que possuem força emocional na maioria das vezes já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só porque você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.

Elas não têm medo de desacelerar

Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.

Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias

Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo  para melhorar  a cada dia.

Eles não têm problema em dizer não

Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem que aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você entenderá, mesmo que não seja no dia .

Elas não recusam desafios

Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida . Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos percebemos nossa real força e capacidade interna.

Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer

Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.

Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão

Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes . Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.

Elas não perdem tempo

Abraham Lincoln disse:

“Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos. “

As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.

Elas não têm medo de pedir ajuda

Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.

Elas não se colocam “para baixo”

Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de prender-se ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.

Elas não se importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros

As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite.

Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.

Elas não reagem de forma exagerada aquando as coisas saem de seu controle

“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”

Pense em quantas vezes por dia você exagerar a em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isto realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.

Elas não se contentam com uma vida medíocre

Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.

Elas nunca, jamais desistem

Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:

Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.

Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos:

1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.

Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo concentrando-se na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem que ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas . Deixe-os ficar impressionados e inspirados pela forma como você lida com suas imperfeições.

2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.

O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você está de pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você vai fazer coisas e ser considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.

3. Mantendo companhias negativas.

Não deixe que alguém que tem uma atitude te influencie. Não deixe quem cheguem em você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha, em vez de uma obrigação, você se libertará para sentimentos de compaixão ao invés e raiva, generosidade em vez de ganância, e paciência em vez de ansiedade.

4. Ser egoísta.

Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram  e com quem você  compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.

5. Evitar mudanças e crescimento.

Você deve deixar o passado ir e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.

6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.

Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é  um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que gradualmente constroem uma realidade diferente.

7. Deixe de tentar gerenciar cada pequena coisa.

A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes você tem que relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio.  Respire fundo e, quando a poeira baixar e você voltar, dê o próximo passo. Nem sempre você tem que saber exatamente onde  vai.

8. Se contentar com menos do que você merece.

Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom ir e sábio o suficiente para esperar o que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar  mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.

9. Esquecer que tempo é finito.

O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem.  Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos que você definiu para si mesmo.

10. Ser preguiçoso e passivo.

O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e começar a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle.  É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .

A verdade é que você pode escolher não fazer nada. Mas se você escolher fazer alguma coisa, a qualidade da sua vida emocional vai melhorar consideravelmente. O texto abaixo é uma lista de 25 coisas que causam muito estresse e emoções negativas. Apesar de você achar que elas são obvias, não se deixe levar pela aparência das coisas – é um fato óbvio que açúcar e cigarro são prejudiciais à saúde, e ainda assim, a maioria das pessoas não faz nada a respeito.

1. Pare de se punir pelos seus erros. Você realmente acha que você vai pensar com clareza novamente se apontar seu dedo pra sua testa? Você realmente acha que se chamar de idiota vai te tornar mais criativo? Claro que não! Ficar se culpando pelos seus erros vai ensinar seu cérebro padrões errados de comportamento. Quando você comete um erro, pergunte a você mesmo o que aprendeu com esse erro e pense o que você pode ser feito para melhorar e siga em frente. Não olhe para seus erros como erros, mas sim como um feedback.

2. Pare de procurar pela felicidade externa. Você acha que construir uma casa ainda maior vai te trazer mais confiança? Você espera que um carro luxuoso te traga mais prestígio? Você acha que um título de Mestre ou Doutor vai te fazer parecer mais inteligente ou esperto? Ou que uns quilinhos a menos vão te tornar mais atrativo aos olhos dos seus pretendentes? A ilusão faz com que você se acostume com pessoas que você vai perder mais cedo ou mais tarde. O capitalismo faz com que as pessoas definam elas mesmas a partir da perspectiva do mundo exterior.

3. Pare de pensar mais nos outros do que em você mesmo. As crianças estão felizes? Meu sócio ou chefe está satisfeito? Seus pais estão tranquilos porque você nunca deixa de ligar pra eles? Os problemas dos seus amigos foram resolvidos? Deixar pra pensar em você no futuro te levará a frustação. Quando Bronnie Ware, uma enfermeira australiana, perguntou para seus pacientes terminais sobre seus arrependimentos, a maioria respondeu: “o que eu mais me arrependo é de ter vivido para atender as expectativas dos outros, ao invés de ter tido coragem de viver minha própria vida”.

4. Pare de desistir quando alguma cosa dá errado. Thomas Edson ouviu, uma vez, que ele havia cometido mais de mil erros antes de conseguir inventar a lâmpada. Ele respondeu, então, que aprendeu mil vezes o que não funcionava. A partir do momento que você faz alguma coisa, ela tem chance de dar errado. Afinal, somente aqueles que não fazem nada têm chance de não cometer nenhum erro.

5. Pare de pensar na aceitação dos outros. Você está preocupado se sua mãe aceitará sua escolha? Você está preocupado com a pessoa que brigou com você na internet? Você está preocupado com a pessoa na rua te lançou um olhar de reprovação ou preocupado por não ter tido tantas curtidas no Facebook quanto esperava? Se você acha que mudar quem você é vai te ajudar a ser aceito por elas, você está bem perto de descobrir que está enganado.

6. Para de conter suas emoções. Seu chefe está bravo e, rangendo os dentes, fala sobre a importância de se manter calmo. Alguém conta uma “piada suja” a uma mulher que acha engraçado e quer rir, mas não pode, pois não é polido, nem elegante, uma mulher rir de uma piada como aquela. Quando alguma coisa que você fez é bem sucedida, você tende a fazer pouco caso da sua conquista (dizendo que foi sorte ou o acaso) para não parecer convencido ou metido. Essas “máscaras” de disfarce impedem você de mostrar seu verdadeiro sentimento. Como consequência, você não consegue lidar com a vergonha, medo ou sentimento de culpa, mas não pode bloquear essas emoções por não querer senti-las.

7. Pare de limitar seu potencial ao de outras pessoas. Um artista ou inventor é sempre um revolucionário que quer mudar o mundo. Ele não aceita o Status Quo. Quando Howard Schultz (o criador da Starbucks) tentava encorajar os americanos a beber Capuccino, as pessoas achavam que ele estava louco. Não deixe que outras pessoas limitem seu potencial. Einstein já dizia: “Algo só é impossível, até que alguém duvide e o torne realidade”.

8. Pare de esperar que as coisas mudem sozinhas. Você realmente acredita que seu companheiro virá se desculpar, ou que um problema particular se resolverá sozinho, ou que um bom emprego vai bater na sua porta pedindo pra você aceita-lo? Como um judeu diria: “você deve ser a causa das coisas, não o resultado delas”. Uma atitude passiva fará de você o objeto da ação de outra pessoa e te fará dependente do resto do mundo.

9. Pare de viver no passado. Você não pode mudar o que passou, somente o que está por vir. Se você aceitar o passado, será capaz de chegar a conclusões racionais e perdoar os erros e sofrimentos passados. Se você parar de pensar no “e se …” (porque você nunca poderá saber o que teria acontecido se tivesse feito diferente) e no “quando eu tinha sua idade…” (o que seria impossível trazer a realidade presente), aí então você será capaz de resolver muitos dos seus problemas.

10. Pare de pensar que as coisas serão fáceis. Você nunca terá coragem, se não tiver um pouco de medo. Sem inimigos, você nunca aprenderá como ser tolerante, e sem sofrimento, você nunca entenderá o que a sensibilidade significa. Passar a vida de modo fácil e cuidadoso só te faz construir relações superficiais com você mesmo e com outras pessoas, os problemas serão sempre evitados ou escondidos. “Nenhum marinheiro vai aprender a velejar, se o mar for calmo”.

11. Pare de gastar seu tempo com as pessoas erradas. Um patrão que você precisa agradar, ou um cliente que você precisa bajular, ou um tio que é a única pessoa que te acha engraçado. Bem, algumas pessoas simplesmente sugam sua energia. Você deve amar sua família, mas passe seu tempo com pessoas que contribuem para seu desenvolvimento e te faça feliz. Você não é perfeito! Não tem que ser amado por todo mundo.

12. Pare de destruir as coisas. Criticar alguém só para parecer melhor ou mais inteligente, ou ganhar dinheiro às custas de outra pessoa, ou mostrar que você é uma pessoa única e inigualável, ou ser uma pessoa sem caráter e humilhar alguém usando da sua posição ou autoridade são todos exemplos de comportamento destrutivo. Para fugir de sentimentos ruins, você não precisa recorrer à bebida, ao cigarro e outros semelhantes.


14. Pare de se comparar com os outros.
“Ela foi promovida antes de mim. Mas isso só aconteceu porque ela tem um corpo bonito e é mais atrativa para os homens”, “O filho do meu vizinho já aprendeu a falar, o meu ainda não”. Ficar se julgando se comparando com outras pessoas… Isso lhe parece familiar? Ou talvez seja hora de se perguntar: Eu sou melhor hoje do que eu era ontem? Afinal, ninguém será tão competente quanto você ao lidar com você mesmo.13. Pare de fugir das dificuldades. Mais de 60% que assistem Reality Shows, o fazem por não saberem com o que preencher suas vidas. Ficar o tempo todo em redes sociais, ou pegar o celular assim que tem um minuto livre, ou até comer impulsivamente são exemplos de vícios contemporâneos de pessoas que estão seguindo esse caminho. Você não pode evitar seus problemas, suas dificuldades emocionais ou suas deficiências. Ao invés disso, você deve encarar a realidade e assumir o desafio de superar suas dificuldades.

15. Pare de dizer aos outros somente o que eles querem ouvir. Se você é uma mulher, você pode ser elogiada pelo vestido que está usando mesmo não ficando bem nele. Se você é um homem, pode viver sua vida na crença de que é um mestre na arte do amor. Se você é um estudante, já deve ter ouvido que é o melhor aluno da turma. Uma crítica inteligente é melhor do que elogios vazios, e ser um enganador não irá ajudar ninguém, porque nenhuma pessoa será capaz de mudar sem um feedback, uma opinião verdadeira.

16. Pare de fingir ser quem você não é. Fazer um trabalho para uma pessoa que você odeia? Aceitar ir ao cinema com seu companheiro, quando, na verdade, você queria estar em casa? Se você pesquisar o número de pessoas que estão trabalhando em empregos que elas prefeririam não trabalhar, ou o número de pessoas em relações com pessoas que elas não amam, ou o número de pessoas que dizem alguém coisa que elas não sentem realmente ou fazem coisas que elas na verdade não querem fazer, o resultado seria assustador.

17. Pare de viver sua vida do jeito que os outros acham que você deve. Sua mãe diz que você deve se tornar um médico; seu professor diz que você nasceu pra ser um advogado; e uma revista nova acabou de publicar uma lista de trabalhos do futuro? Parece que muitas pessoas sabem o que você deve fazer da sua vida. Mas nenhuma delas colocará essas ideias em prática, e será você que ficará desapontado. Não há pessoa melhor que você para decidir a maneira como deve viver sua vida.

18. Pare de ignorar a importância de coisas pequenas. Uma pequena mensagem de texto pode fazer o dia do seu parceiro melhor. Um pequeno presente para seu filho pode fazê-lo feliz. Elogios não custam nada, e assistir o por do sol te fará lembrar da beleza do mundo. Com sua mente focada no futuro, com mil problemas pra lidar, você perde momentos da sua vida que nunca mais voltarão.

19. Pare de exagerar e ignorar as coisas. Um avião está com turbulência e um passageiro começou a se desesperar, contudo, isso não fará com que a turbulência pare e o avião provavelmente não vai cair. Todos os dias, alguém bebe um copo de vodka e diz que este será o último copo, mas isso continua por anos. Sua você baseia seu julgamento em fatos e na realidade, você será capaz de manter o bom senso e seu julgamento será mais justo e suas ações mais adequadas.

20. Pare de procrastinar. Você realmente acha que você vai ler todos os jornais que você deixou de lado? Você realmente acha que vai pedir sua namorada em casamento, mas não agora? Provavelmente você vai querer ter filhos um dia, mas aí você terá idade mais de avô do que de pai. As pessoas adiam as coisas por vários motivos: por medo de falhar, pela pressão de se forçar a fazer alguma coisa, por falta de vontade ou para evitar intimidade.

21. Pare de sentir pena de você mesmo. É outra pessoa que está te fazendo sentir mal? Você sofreu muito em sua vida e é incapaz de mudar algumas coisas no seu comportamento hoje? Se você vivesse em um país diferente ou se os políticos no seu país fossem melhores, você certamente seria uma pessoa bem sucedida. É isso que você pensa? Agir como vítima te permite abdicar da responsabilidade de controlar os outros, de encontrar desculpas para suas falhas, mas não te traz nada de bom.

22. Pare de fazer as coisas que são responsabilidades dos outros.Você emprestou dinheiro para alguém de novo, mas ele ou ela não parece que vai te reembolsar tão cedo? No trabalho, você está fazendo um trabalho que caberia a seu colega, dizendo que ele ainda está em fase de aprendizado. Você decide assumir uma coisa que seu marido preguiçoso deveria fazer? A habilidade de dizer “não” é tão importante quanto a habilidade de dizer “sim”, e você precisa saber dizer os dois para estabelecer limites.

23. Pare de reclamar. Pesquisas mostram que pessoas gostam de socializar com pessoas otimistas. Então, pare de reclamar e passe mais tempo com ‘vibes positivas’. É mais saudável e ajuda outras pessoas. E tem mais! Dizem que reduz o risco de pegar um resfriado!

24. Pare de controlar muitas coisas ao mesmo tempo. Seu companheiro vai mudar e se tornar a pessoa que você quer ele seja. Motoristas vão continuar com seu jeito de dirigir e empregados vão continuar fazendo seu trabalho como sempre fizeram até agora. Pessoas não estão dispostas a mudar só porque outras querem que elas mudem, e controlar os outros leva a emoções negativas, além de deixa-los desamparados. Cuidado com o que você realmente controla.

25. Pare de se preocupar tanto. O fato de seu namorado ou namorada estar olhando para outra pessoa não significa que ele vai te trair. O fato de seu patrão estar num dia ruim não significa que ele vai te despedir e seus filhos certamente voltarão pra casa sãos e salvos. A maioria das coisas pelas quais você se preocupa são resultado de pensamentos negativos sobre o futuro e nunca acontecerão.

Uma vez que você acreditar que é emocionalmente forte, você inconscientemente atuará de maneira mais firme e assertiva e começará a assumir o controle sobre seus caprichos emocionais.

A vida é composta por uma série de histórias sendo que cada um de nós tem uma única história para contar .  Existem bilhões e bilhões de histórias mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos  tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.

Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.

Vaidade, agressividade e inveja

Estamos tratando de um dos aspectos mais intrigantes da nossa condição: nascemos diferentes uns dos outros e vivemos numa sociedade onde, inexoravelmente, algumas propriedades serão mais valorizadas do que outras. Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra. Porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos freqüente chama mais a atenção. A inteligência sempre será valorizada e, quando especial, criará facilidades para a vida prática de seus portadores. O mesmo vale para o vigor físico, para dotes artísticos especiais, para a facilidade no trato com as pessoas etc.

Mesmo em um contexto ideal, no qual a competição não seja estimulada e seja até mesmo desencorajada, penso que a questão da comparação das pessoas entre si tenderia a ocorrer, gerando desconforto e humilhação em algumas das que se sentissem menos favorecidas. Acredito que num ambiente não competitivo muitas pessoas não se sentiriam tão prejudicadas por não serem portadoras de prendas excepcionais (o oposto do que acontece em sociedades como a nossa de hoje, onde a ambição, mesmo desmedida, é tida como virtude). Talvez fosse possível observar mais atentamente até mesmo o lado negativo daquilo que é muito valorizado: mulheres muito bonitas se acostumam a chamar a atenção por esta via e, com freqüência, se tornam displicentes no cultivo de outras prendas; a vida é longa, a beleza é efêmera e talvez tenham uma maturidade e velhice mais sofrida do que aquelas que nunca apostaram muito em sua aparência física. Este é apenas um exemplo, mas poderia ser estendido para outras propriedades muito valorizadas.

Ainda que em menor intensidade e envolvendo um menor número de pessoas, é provável que algumas pessoas se sentissem prejudicadas pelo fato de não terem sido as “eleitas” para serem portadoras de tantas prendas. Ao se compararem, sentirão a dor típica da ofensa à vaidade que é a humilhação. Sentir-se-ão agredidas pela simples presença daquelas virtudes no interlocutor. Reagirão com a agressividade típica deste tipo de mecanismo que chamamos de inveja: farão algum comentário depreciativo, desprezando justamente aquilo que gostariam de ter; farão com humor para disfarçar a sensação de inferioridade que está embutida em toda ação invejosa. A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA.

Penso que é quase impossível que a inveja não exista. As pessoas teriam que ter a docilidade de aceitar sua condição sem nenhum tipo de frustração. Teriam que viver numa sociedade que não privilegiasse virtudes excepcionais e sim as de caráter democrático, acessíveis a todo o mundo. Teriam que, ao se comparar com as outras pessoas, não construir uma hierarquia: teriam que se reconhecer como diferentes e não como superiores ou inferiores. Este seria o mundo ideal, onde as pessoas seriam amigas e solidárias: estamos mais próximos do fim dos tempos do que dele.

O que não tem o menor sentido é atuarmos, consciente e deliberadamente, no sentido inverso, na direção de estimularmos a vaidade, a competição e, portanto, a rivalidade e a hostilidade entre as pessoas. Não sei se todas as pessoas são plenamente conscientes, de modo que vale o alerta: não se trata de um caminho obrigatório, pois não somos assim escravos da nossa biologia. Podemos amenizar ou estimular uma dada predisposição que faça parte de nossa natureza. Estamos no sentido inverso, transformando as pessoas em inimigos, rivais. As pessoas estão cada vez mais solitárias e desamparadas. Quanto mais fracas emocionalmente estiverem, mais serão escravas das “felicidades” aristocráticas, por meio das quais se sentem momentaneamente importantes. O círculo vicioso que estamos vivendo é terrível e já temos claros sinais de para onde é que estamos nos dirigindo.

Nossas qualidades atraem hostilidade

Crescemos e nos formamos levando em consideração, basicamente, aquilo que ouvimos dos nossos pais e professores.Por influência deles, somos levados a concluir que é conveniente sermos pessoas boas, esforçadas, trabalhadoras e gentis com os nossos colegas, uma vez que este é o caminho para sermos aceitos e queridos por eles.

Uma das mais desagradáveis surpresas que muitos de nós tiveram ao longo da adolescência reside no fato de que, exatamente por sermos portadores de tais qualidades, somos muito mais hostilizados que amados. A ideia de que o acúmulo de virtudes despertará o amor das pessoas parece lógica, de modo que quase todos se esforçam nesta direção.

Só não agem de modo legal aqueles que não conseguiram o desenvolvimento interior necessário para, por exemplo, controlar seus impulsos agressivos ou renunciar a determinados prazeres imediatos em favor de outros, maiores, colocados no futuro.

Assim, ao longo da vida adulta convivem dois tipos de pessoas: aquelas que conseguiram vencer estes obstáculos interiores e se tornaram criaturas melhores e outras que não foram capazes de ultrapassar estas primeiras e fundamentais dificuldades – e que se esforçam ao máximo para disfarçar suas fraquezas.

As primeiras são as que saíram vencedoras no primeiro combate importante da vida, o de “domesticar” seus próprios impulsos destrutivos, e se transformaram em criaturas portadoras das propriedades humanas que somos unânimes em catalogar como virtudes.

O que acontece? Os perdedores se sentem incomodados e humilhados pelo fato de não possuírem igual capacidade de controle interior.

Este dado é muito importante, pois indica que, independentemente do que digam, os perdedores sabem perfeitamente quais são as virtudes e as apreciam; não aderem a elas porque isto implica em um esforço que não são capazes de fazer.

De todo modo, os perdedores – que adoram desfilar como “superiores” e indiferentes às questões da moral –, por se sentirem humilhados, também se sentem agredidos pela presença daquelas virtudes em uma outra pessoa que não neles próprios.

Comparam-se com o virtuoso, consideram-se inferiores a eles, sentem-se por baixo, irritados com a presença daquelas virtudes que adorariam possuir. A vaidade dos perdedores fica ferida e eles, como têm pouca competência para controlar a agressividade, saem atirando pedras.

É claro que tais pedradas têm de ser sutis para que não denunciem todos os passos do mecanismo da inveja: reação agressiva derivada de suposta ofensa na vaidade daquele que se sentiu inferiorizado por não ter as virtudes que lhes provocaram a admiração.

Sim, porque o invejoso admira muito o invejado; senão seria tudo totalmente sem sentido. Saber que o bandido inveja o mocinho é uma das razões da esperança que sempre tive no futuro da nossa espécie.

A agressividade sutil derivada da inveja nos derruba, entre outras razões, porque ela vem de pessoas que gostaríamos que nos amassem.

Afinal de contas, nos esforçamos tanto para conseguirmos os bons resultados justamente para ter essa recompensa. É difícil para um filho perceber que suas qualidades despertam em seu pai emoções contraditórias: por um lado, a admiração se transforma em inveja, de modo que o pai se ressente da boa evolução do filho.

O mesmo acontece entre mães e filhas, sendo inúmeras as exceções onde a admiração não dá origem à vertente invejosa.

As “agulhadas”, as indiretas e as observações depreciativas e inoportunas próprias da inveja existem de modo muito intenso entre irmãos (eternos rivais), entre marido e mulher, assim como em todas as outras relações sociais e profissionais.

É praticamente impossível uma pessoa se destacar por virtudes ou competências especiais sem ser objeto da enorme carga negativa derivada da hostilidade invejosa.

O mais grave é que não fomos educados para isso, de modo que nos surpreendemos e ficamos chocados ao observarmos esse resultado. A decepção é tal que muitos se desequilibram quando atingem algum tipo de destaque, condição na qual são levados a um estado de solidão – o oposto do que pretendiam.

Uns se drogam e outros tratam de destruir rapidamente o que construíram, de modo a deixarem de ser objeto de inveja.

Tudo isso é, além de triste, inevitável, ao menos no estágio atual do nosso desenvolvimento emocional. Poderíamos ser ao menos alertados por uma educação mais sincera e sem ilusões.

Toda ilusão trará uma desilusão!

A maior parte das pessoas jamais imaginou, por exemplo, o volume de problemas e de decepções por que passam as moças mais belas, especialmente quando isso se associa a uma inteligência sofisticada e a uma formação moral requintada.

São portadoras daquelas virtudes que mais aparecem e encantam a todos. São, por isso mesmo, objeto de uma hostilidade inesperada e enorme. Ficam totalmente encurraladas e quase nunca sabem como sair da situação a não ser destruindo algumas de suas propriedades.

Guia prático para abraçar o medo

Para afiar a percepção de que estas ações só fazem sentido dentro deste jogo específico, separei um pequeno guia. A ideia é percebermos a prisão desta dualidade operando e, então, podermos nos posicionar além dela, num lugar onde o fracasso e o sucesso sequer sejam questões para orgulho ou sofrimento, mas fruto de ações mais ou menos autônomas, diminuindo expectativas e removendo pesos desnecessários.

1. Quando for bem sucedido em algo e o orgulho surgir, pare e olhe fixamente para o ocorrido. Observe como, no final, todo o esforço de repente começa a perder o sentido, uma espécie de vazio surge e, numa tentativa de evitá-lo, automaticamente já buscamos um novo objetivo, um novo esforço para empreendermos. Isso acontece, pois o sucesso, de fato, é vazio, não tem um sentido último, assim como o próprio fracasso. Então, abra os olhos para a percepção de que o orgulho é inflado por menos do que ar, por puro vazio. So, what’s the deal?

2. Ao fracassar, perceba o mesmo fenômeno. Perceba como, da mesma maneira, ao fracassar, deixamos algo vazio nos atingir e levar ao chão.

3. Viva de maneira imperfeita. Desista da perfeição, desista de ser um gênio. Os verdadeiros gênios estão muito ocupados fazendo algo concreto, ao invés de se preocuparem em ser perfeitos. Eles estão falhando constantemente, seguindo em frente e, volta e meia, acertam.

4. Caso perceba-se suscitando culpa, remorso ou tentando justificar-se,reconheça que está sendo arrastado. Pare e siga em frente.

5. Flagre-se com medo. Reconheça-o surgindo e desafie-o. Faça exatamente aquilo que travou seus pés e o impediu de caminhar. Treine agir em meio ao medo. Caso seja bem-sucedido, volte ao passo 1. Caso fracasse, passo 2.

Talvez esta não seja a melhor e nem a última forma de encarar um obstáculo que, muitas vezes, está mais enraizado do que gostaríamos de admitir. Este é apenas um entre muitos métodos existentes para fazê-lo. Método este que não tem respaldo científico algum, sendo apenas a minha experiência, totalmente sem garantias.

1 – Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente

As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

Sexo amor gravidade

Como Se Proteger de Pessoas Tóxicas

Você está no melhor dos humores e o dia promete. De repente, você sente que suas energias foram minadas e seu espírito foi derrubado. A fonte da deflação? Você acabou de encontrar alguém que tem uma atitude ruim e que lançou uma cortina de fumaça sobre seu estado de espírito. Embora seja uma escolha pessoal tentar desviar os humores negativos dos outros, nem sempre é assim tão fácil – emoções são contagiosas e estamos programados para simpatizar com os outros que nos cercam e entrar em sintonia com as emoções deles.
Os humores negativos e pensamentos de uma pessoa tóxica são pervasivos – energia nervosa, raiva, tristeza, reclamações, apego, uma visão do mundo constantemente marcada pela negatividade. E se acontecer de você ser pego com pessoas tóxicas diariamente em sua vida, deixando a negatividade delas atingir você, ela pode corroer seu próprio senso de si e desinflar mesmo as perspectivas mais otimistas. Constantemente, emoções negativas podem levar à doenças e uma vida encurtada – personalidades tóxicas não são saudáveis para elas mesmas ou para você. E, uma vez que a miséria adora companhia, pessoas miseráveis tentarão arrastá-lo para o rebanho delas; entretanto, assumir a responsabilidade de defender a si mesmo e aprender a se libertar das atitudes tóxicas ao seu redor, para sustentar sua visão saudável, de realização e otimismo.

    1. Descubra suas atitudes atuais em relação à vida em geral. Não há nenhum ponto em se esforçar para ser progressivo e bem sucedido quando você mesmo possui a energia negativa que o impede. Faça um balanço de suas ações e palavras. Se os seus próprios comportamentos levam na direção da auto-piedade e pessimismo (um status de vítima auto-percebida), é hora de voltar à pista e começar de novo, fazendo uma opção por adotar crenças e atitudes mais otimistas. A vida vai lhe dar o que você espera, de modo que suas expectativas precisam ser equilibradas com medidas realistas e um quadro mais positivo. Isso começa com você como uma pessoa antesde procurar culpar os outros por seus fracassos e misérias.

    2. Aprenda a pegar a energia (ou vibrações) ao seu redor. Além de se conhecer bem, você precisa saber como se sente quando pessoas tóxicas estão ao seu redor. Você provavelmente já sabe como fazer isso, mas aprenda a tornar isso um ato consciente e não apenas uma reação inconsciente. Por exemplo, pense em como você se sente quando entra em uma empresa onde todos são amigáveis e não podem fazer o suficiente para envolvê-lo em uma conversa casual. Então, pense em andar em uma empresa onde o humor é ácido, os assistentes mal são capazes de balbuciar um “olá” para você e parecem ter outras coisas melhores a fazer do que se envolverem com você, os rostos deles cheios de ressentimento e desejo de estar em qualquer outro lugar além daquele onde estão. A energia em ambos os casos é extremamente diferente e você pegar ela imediatamente. É o mesmo com os indivíduos; você se desenvolverá para perceber conscientemente quando se sentir imediatamente erguido ou derrubado pelas pessoas em sua presença e pode tomar medidas para fazer escolhas sobre como reagir quando reconhecer esses sentimentos.

    3. Reconheça os tipos de personalidade tóxicas. Todos têm dias para baixo, e cada um de nós está sujeito às tristezas agora e depois. Entretanto, quando se trata de pessoas tóxicas, as tristezas parecem ser um estado permanente de ser e se sentir para baixo, triste, com raiva, etc, torna-se um traço de personalidade principal em vez de um estado de espírito temporário. Os seguintes tipos de personalidade tóxicas que são aquelas que devem estar na vigia são:

      • Raiva da vida: Uma pessoa que esteja sempre com raiva, explodindo, gritando e reagindo a todos de uma forma volátil é uma pessoa tóxica. Elas precisam de muita ajuda, mas você não precisa ser o saco de pancada delas. Ficar ao redor de uma pessoa assim fará com que você também fique com raiva, veja deslizes onde eles não existem, reagir em vez de refletir e temer coisas.
      • Tudo no mundo está estragada: Uma pessoa com essa visão de mundo é sempre para baixo e sempre encontra o lado escuro em tudo. E elas adoram companhia miserável; quanto mais pensadores escuros concordando com as conspirações e teorias assustadoras delas, melhor. Curiosamente, essa pessoa, muitas vezes, é competitiva sobre miséria dela, tentando superar a miséria de qualquer outra pessoa. Propensas a ver os erros das outras pessoas como enormes transgressões (e, portanto, não podem perdoar) e com medo de que as pessoas irão deixá-las para baixo/deixá-las ir a qualquer momento, elas vivem em constante estado de negatividade determinante do destino e falta de esperança. Uma vez que não se sentem capazes de mudar a trajetória delas, elas tentarão arrastá-lo com elas.
      • Buscadores de atenção: Insegura, incapaz de criar seu próprio senso de auto-estima e emocionalmente imatura, essa pessoa é uma “Agarradora”. Elas querem sua atenção, querem quando querem (agora!) e precisam estar no centro de tudo. A constante necessidade dessa pessoa de ser ouvida e resgatada vai desgastá-lo e, eventualmente, a incapacidade delas de se estabelecerem e dar uma boa olhada nelas mesmas significa que elas tentam sugar a energia e a vida de outros lugares, ou seja, de você.
      • Fofoqueiros: “Quando tudo mais em sua própria vida falhar, derrame o feijão sobre os infortúnios das outras pessoas” é o lema deste personagem difícil. Em vez de manter confidências e ser solidária, essa pessoa permite que os sentimentos de inveja peguem o melhor dela em vez de reorientar seus sentimentos invejosos. Infelizmente, a fofoca parece emocionante para aqueles que a recebem inicialmente, mas é como uma alta de açúcar – logo cai e as sequelas desagradáveis prejudicam todos. Se você já se viu apanhado por uma fofoca e as habilitou ou se beneficiou delas, não fique preso em se preocupar com sua cumplicidade; perdoe a si mesmo, faça a escolha de falar apenas bem dos outros a partir deste ponto e retirar-se da esfera delas.
      • Ameaçadores assustadores: Preocupação, ansiedade, “e se” e o medo empurram essa personalidade. Tudo na vida, de relacionamentos a atravessar a rua, tem algum potencial de medo e terror, e a ansiedade dessa pessoa é, infelizmente, muito contagiosa.
    4. Dê uma olhada na companhia que você mantém (ou atrai).Olhando na lista do passo anterior, analise amizades, relacionamentos familiares, colegas de trabalho e decida objetivamente o quão saudável são essas pessoas em termos de seubem-estar e compostura geral. Eles revelam o melhor em você ou você serve como uma esponja para todos os problemas e misérias delas? Se o último for o caso, para sua própria sanidade e bem-estar, afaste-se delas. Isto pode ser muito difícil inicialmente, por causa das expectativas e senso de obrigação que se acumulam nos relacionamentos, mas ficar com pessoas que levam você à miséria constante não será recompensado, por isso, não se submeta a ele. Livre-se da companhia delas educadamente, minimizando o contato até que uma distância saudável possa ser mantida. Você precisa deste tempo para ponderar e refletir sobre se salvar e se preservar com base no otimismo, esperança e energia positiva que tem dentro de si.

      • Há um instinto primitivo em cada um de nós para espelhar as outras pessoas com as quais estamos. É uma técnica de sobrevivência e social. E se esse espelho for obscuro, negativo e com falta de auto-estima, é um espelho que você precisa jogar uma cortina em cima por uma questão de auto-proteção e seguir em frente. Lembre-se de que você não pode mudar outra pessoa, só a si mesmo, por isso, não se atole com desculpas sobre ser responsável por elas ou sentir pena delas. Você só pode realmente ajudar uma pessoa negativa quando não é mais influenciado por elas.
    5. Ouça seletivamente ao se envolver em qualquer conversa.Procure se apegar nos aspectos positivos e construtivos de qualquer conversa. Treine sua mente para arremessar conscientemente a essência má da conversa. Isso se torna uma questão de escolher o que é que você deseja viver; permitir que o lado bom se apegue mais forte a você e para servir como os pensamentos sobre os quais você se concentra e reflete. Quando lado negativo começa a ficar realmente tentador, volte à energia positiva através de palavras positivas ou sugestões que sejam favoráveis. Isso cria um espaço entre você; enquanto a outra pessoa pode estar lutando internamente para refutar sua insistência positivo, é claro para ela que você não será derrotado pelo o lado negro!

      • Crie um sinal pessoal para se lembrar de se manter desviando a conversa negativa e sinais emitidos em você de uma personalidade tóxica. Ela pode estar puxando um pedaço de seu cabelo, cavando sua miniatura em sua palma, sacudindo seu punho, batendo o joelho, etc. Esta ação menor é um mecanismo de proteção para lembrá-lo de notar conscientemente que a negatividade está sendo enviada em seu caminho e fazer um esforço consciente para recusar a entrada ou abrigo em seus próprios pensamentos.
      • Quando se tratar de acusadores, mude a perspectiva. Enquanto a personalidade tóxica quer que a outra pessoa assuma a culpa por uma situação, manter a calma e continuar insistindo que oproblema seja resolvido em vez de discutir de quem é a culpa. Buscar culpar alguém mantém as coisas estáticas e paradas no tempo, e não será encontrada uma solução, porque ela se perdeu de vista, e o acusador não quer assumir a responsabilidade de melhorar sua própria situação de maneira nenhuma. Atenha-se aos fatos e aponte o que precisa ser feito para corrigir um problema. Se eles ficarem de cabeça quente ou violentos, afaste-se deles e dê-lhes espaço para se acalmar.
      • Use empatia e compaixão com aqueles que procuram espalhar o medo. Limite sua exposição ao medo deles de falar mudando a conversa negativa deles sobre si mesmos. Por exemplo, se eles insistem que seu empreendimento vai falhar, pergunte a eles “Bem, e se isso não acontecer?”. Ajude-os a ver as possibilidades, em vez das negativas sem fim. E quando eles realmente pegarem você, veja o medo deles como uma forma de estar chateados e diga a si mesmo uma e outra vez que esta é a reação deles, não a sua, e que você tem a opção de permanecer com os pés no chão ancorados e fiel aos seus objetivos.
      • Lembre-se sempre que as emoções negativas têm um limite de tempo; elas não duram, em breve vão passar. Você não precisa levar a bola de negatividade com você além da batalha.
    6. Desenvolva uma mente bonita. Isto pode ser conseguido através da aceitação da realidade das coisas que não podem ser alteradas. Deixe as coisas que passaram onde elas pertencem – em arquivos históricos da memória reprimida. Se essas emoções se tornarem muito difíceis de manter fechadas, procure ajuda para fechar este capítulo total e finalmente. Desta forma, você não permitirá que os pensamentos negativos se agravarem e controlem seu eu presente e futuro; compreender e aprender a aceitar o que se foi como uma lição de crescimento ao invés de uma cristalização de quem você é no momento o tempo todo é a forma de se libertar da negatividade. A aceitação forma uma grande parte desta mente bela, trazendo o fechamento e deixando a mente e o corpo livres para alcançar um estilo de vida mais produtivo e de melhor qualidade.

      • Faça práticas que te ajudem a se manter firme. Algumas coisas que podem ajudá-lo incluem meditação, yoga, reflexão na natureza, artes marciais, esportes de resistência, um hobby que preencha uma paixão, etc. Encontre algo que o acalme e o centralize e para que você possa recuar quando precisar se reenergizar.
    7. Saiba quais são suas necessidades e desejos. Tire um tempo para decifrar o que é importante para você. Saiba quais são seus gostos e desgostos são e desenvolva alguma ideia de onde você gostaria de se ver no futuro. Anote seus planos no papel. Cole-o em uma parede onde você possa constantemente se lembrar e mantenha o foco. Isso também irá ajudá-lo quando as coisas ficarem difíceis e você sentir o desejo forte de voltar a cair nos antigos hábitos negativos. Mais importante, saber o que você quer na vida age como um escudo para impedi-lo de embarcar nas expectativas das outras pessoas para você e tomá-las em si mesmo. Por todos os meios, permaneça aberto a ouvir o que os outros têm a dizer, mas não se deixe influenciar por aquilo que não se encaixa às suas necessidades e desejos ou o que o impeça de ser fiel a si mesmo.
    • Às vezes, você precisará fazer compromissos com as pessoas próximas a você ou que impactam em sua vida profissional; mas, faça isso consciente e confiante e não porque você se sente forçado a fazer escolhas por uma personalidade tóxica.
  1. Encontre pessoas com a mente parecida. Como todos sabem, nenhuma pessoa é uma ilha – nós, seres humanos, somos criaturas sociais. Conforme o tempo passa, todo o seu ser se acostumará com interações felizes e saudáveis. O que você descobrirá quando se concentrar em manter uma atitude otimista e recusando-se a se debruçar na negatividade é que você atrairá pessoas com uma mentalidade semelhante a sua. Misture-se com a companhia que ajude você a desenvolver um corpo e mente saudáveis – esteja com pessoas otimistas, alegres e felizes. Quanto mais tempo gasto com pessoas desta natureza, mais feliz e mais brilhante você se sentirá. As atitudes nutritivas, saudáveis e positivas delas são contagiosas de uma boa forma e ajudarão você a ficar em equilíbrio. Da mesma forma, uma vez que você chegue ao ponto em que qualquer coisa ou qualquer um que perturbar seu senso de equilíbrio e paz interior começar a irritá-lo, saberá como se desviar dele educadamente, e isso confirma que você está bem em seu caminho para uma vida maior e mais contente.

    • Passe adiante. Use o exemplo de inspiração das pessoas mais positivas em sua vida para guiar-se para longe dos possuidores de pensamento tóxicos. Por sua vez, torne-se mais como as pessoas otimistas por ver o melhor nos outros e elogiando o bem que você vê nas pessoas. Seja a fonte de uma “cadeia saudável de emoções”, permanecendo otimista ao interagir com os outros; aceitar e dê elogios com gratidão, mantenha o contato visual com eles e sorria.
  2. Esforce-se para se tornar um consigo mesmo, o meio ambiente e suas necessidades. Isto pode ser difícil no começo, mas com o tempo, a rotina de ver tudo como uma maravilha e encontrar o bom e positivo nas interações cotidianas acabará ficar no lugar. Uma mente calma e serena é engenhosa e complementa o pensamento produtivo e sensato.

Dicas

  • Reveja e siga os passos acima, sua mente e psique estarão então preparados para ficar de guarda contra aqueles que consciente ou inconscientemente o colocam para baixo, criando dúvidas sobre seu potencial e capacidades.
  • Não importa se as pessoas pensem de você como anti-social ou arrogante; tal terminologia é muito facilmente aplicada a uma pessoa que atinge assertivamente como fazer uma marca no mundo e se tornarem melhores. Você precisa se tornar a pessoa mais importante em sua própria vida. Se a presença delas trouxer dor indevida, então você está melhor sem elas ou a presença delas, e isso não é desleal ou ser esnobe; lembre-se de que as pessoas tóxicas tentarão fazer com que você veja dessa forma, de modo a arrastá-lo de volta para a visão de mundo tóxico delas, mas até mesmo o julgamento delas sobre você é equivocado e, na realidade, uma desculpa para o próprio comportamento delas, em vez de um somatório equilibrado de quem você é.
  • Esforce-se para ver o melhor em tudo que você faz. Uma vez que as vozes no interior ecoem mais alto do que as vozes do lado de fora, depois de ter alcançado um nível mais alto de pensamento dentro de si mesmo.
  • Obrigue-se a fazer isso até que se torne um hábito diário sem o qual você não pode viver. Você descobrirá que provoca encontros negativos se afastar de seus pensamentos e substituí-los por pensamentos mais harmoniosos, felizes e produtivos.
  • Encontre uma coisa por dia para ser grato.
  • Gaste menos tempo possível com pessoas negativas. Mesmo que sejam apenas cinco minutos por dia, isso é menos cinco minutos positivos e produtivos para você.
  • Use uma pequena moldura bonita para postar uma simples nota que diz: “Seja Grato Sempre”; coloque-a em um lugar de destaque onde você passa e a vê frequentemente.



1. FAÇA UMA LISTA DAQUILO EM QUE VOCÊ CONSIDERA QUE SEJA BOM – Ninguém é bom em tudo ou ruim em tudo. Certamente, você tem fortalezas e fraquezas. Identifique-as a fim de planejar suas ações em cima de suas fortalezas. Isso poderá lhe ajudar a construir sua autoconfiança dentro de um ambiente em que você se sinta mais seguro por dominar as etapas do processo.



2. FRACIONE SUAS METAS – Sonhe grande, mas divida esse sonho em vários pequenos sonhos de maneira a sentir-se confiante a realizar cada um deles, atingindo, por consequência, seu objetivo final. A jornada é longa, mas aplique seu foco somente no próximo passo.



3. PLANEJE MAIS – Todo músico precisa ensaiar, mas quanto menos confiante é um músico, mais ele precisa ensaiar para compensar sua insegurança. Em seu planejamento, simule cenários e esteja preparado para lidar com cada um deles. Não deixe espaço para improvisos ou decisões baseadas somente na intuição. Não tenha pressa. Quanto mais preparado, mais confiante você vai ficar.



4. PREPARE-SE TECNICAMENTE – O preparo técnico ajuda um atleta a melhorar sua autoconfiança. Treine uma hora a mais, bata 10 faltas a mais, corra 1 km a mais. Sua dedicação à parte técnica também ajuda a compensar sua debilidade emocional.



5. ADMINISTRE SEUS PENSAMENTOS – Uma frase que ouvi recentemente diz que “pensamentos negativos são como pássaros. Não conseguimos evitar que eles voem sobre nossa cabeça, mas podemos impedir que eles façam ninho”. Não entre na pilha de seu negativismo e insegurança alimentados por anos. Ao contrário, alimente sua mente de esperança e fortaleça sua convicção sobre sua capacidade. Sei que parece piegas, mas o caminho é esse. Infelizmente, muitos se arrastam pela vida considerando-se a pior das criaturas na Terra. Acostumaram-se a agir assim, talvez porque sofreram em sua infância ou porque foram duramente desprezados e não conseguiram administrar o constrangimento. Por isso, acabaram criando danos profundos na imagem que têm de si próprio.



6. TOME A DECISÃO DE SER PROTAGONISTA – Isso é uma decisão pessoal e ninguém pode fazer isso por você. Quanto ao seu passado, não é possível modificá-lo, mas somente com sua decisão, seu futuro pode ser reescrito. Aliás, somente você pode produzir essa mudança, assumindo o comando em vez de ficar sentado na cadeira de castigo, vestindo o chapéu de coitado.

Você nasceu de uma corrida de 200 milhões de espermatozoides. Portanto, você já nasceu campeão. Seu cérebro tem uma capacidade de armazenamento e processamento de informações maior que a do computador em que você está lendo esta mensagem. Você é incrivelmente fantástico ou implacavelmente medíocre.
A escolha é toda sua.

Você está no melhor dos humores e o dia promete. De repente, você sente que suas energias foram minadas e seu espírito foi derrubado. A fonte da deflação? Você acabou de encontrar alguém que tem uma atitude ruim e que lançou uma cortina de fumaça sobre seu estado de espírito. Embora seja uma escolha pessoal tentar desviar os humores negativos dos outros, nem sempre é assim tão fácil – emoções são contagiosas e estamos programados para simpatizar com os outros que nos cercam e entrar em sintonia com as emoções deles.
Os humores negativos e pensamentos de uma pessoa tóxica são pervasivos – energia nervosa, raiva, tristeza, reclamações, apego, uma visão do mundo constantemente marcada pela negatividade. E se acontecer de você ser pego com pessoas tóxicas diariamente em sua vida, deixando a negatividade delas atingir você, ela pode corroer seu próprio senso de si e desinflar mesmo as perspectivas mais otimistas. Constantemente, emoções negativas podem levar à doenças e uma vida encurtada – personalidades tóxicas não são saudáveis para elas mesmas ou para você. E, uma vez que a miséria adora companhia, pessoas miseráveis tentarão arrastá-lo para o rebanho delas; entretanto, assumir a responsabilidade de defender a si mesmo e aprender a se libertar das atitudes tóxicas ao seu redor, para sustentar sua visão saudável, de realização e otimismo.

Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção

Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis ​​em sua própria pele.

Lembre-se que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é imploram por atenção de pessoas que não querem estar com você.

Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente

Pessoas emocionalmente fortes ignoraram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.

Elas não deixam de acreditar em si mesmas

De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acreditá nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente.

Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.

Elas não têm medo de amar

O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo.

As pessoas que possuem força emocional na maioria das vezes já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só porque você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.

Elas não têm medo de desacelerar

Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.

Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias

Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo  para melhorar  a cada dia.

Eles não têm problema em dizer não

Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem que aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você entenderá, mesmo que não seja no dia .

Elas não recusam desafios

Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida . Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos percebemos nossa real força e capacidade interna.

Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer

Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.

Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão

Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes . Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.

Elas não perdem tempo

Abraham Lincoln disse:

“Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos. “

As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.

Elas não têm medo de pedir ajuda

Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.

Elas não se colocam “para baixo”

Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de prender-se ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.

Elas não se importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros

As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite.

Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.

Elas não reagem de forma exagerada aquando as coisas saem de seu controle

“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”

Pense em quantas vezes por dia você exagerar a em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isto realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.

Elas não se contentam com uma vida medíocre

Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.

Elas nunca, jamais desistem

Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:

Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.

Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos:

1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.

Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo concentrando-se na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem que ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas . Deixe-os ficar impressionados e inspirados pela forma como você lida com suas imperfeições.

2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.

O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você está de pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você vai fazer coisas e ser considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.

3. Mantendo companhias negativas.

Não deixe que alguém que tem uma atitude te influencie. Não deixe quem cheguem em você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha, em vez de uma obrigação, você se libertará para sentimentos de compaixão ao invés e raiva, generosidade em vez de ganância, e paciência em vez de ansiedade.

4. Ser egoísta.

Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram  e com quem você  compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.

5. Evitar mudanças e crescimento.

Você deve deixar o passado ir e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.

6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.

Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é  um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que gradualmente constroem uma realidade diferente.

7. Deixe de tentar gerenciar cada pequena coisa.

A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes você tem que relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio.  Respire fundo e, quando a poeira baixar e você voltar, dê o próximo passo. Nem sempre você tem que saber exatamente onde  vai.

8. Se contentar com menos do que você merece.

Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom ir e sábio o suficiente para esperar o que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar  mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.

9. Esquecer que tempo é finito.

O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem.  Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos que você definiu para si mesmo.

10. Ser preguiçoso e passivo.

O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e começar a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle.  É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .

A verdade é que você pode escolher não fazer nada. Mas se você escolher fazer alguma coisa, a qualidade da sua vida emocional vai melhorar consideravelmente. O texto abaixo é uma lista de 25 coisas que causam muito estresse e emoções negativas. Apesar de você achar que elas são obvias, não se deixe levar pela aparência das coisas – é um fato óbvio que açúcar e cigarro são prejudiciais à saúde, e ainda assim, a maioria das pessoas não faz nada a respeito.

1. Pare de se punir pelos seus erros. Você realmente acha que você vai pensar com clareza novamente se apontar seu dedo pra sua testa? Você realmente acha que se chamar de idiota vai te tornar mais criativo? Claro que não! Ficar se culpando pelos seus erros vai ensinar seu cérebro padrões errados de comportamento. Quando você comete um erro, pergunte a você mesmo o que aprendeu com esse erro e pense o que você pode ser feito para melhorar e siga em frente. Não olhe para seus erros como erros, mas sim como um feedback.

2. Pare de procurar pela felicidade externa. Você acha que construir uma casa ainda maior vai te trazer mais confiança? Você espera que um carro luxuoso te traga mais prestígio? Você acha que um título de Mestre ou Doutor vai te fazer parecer mais inteligente ou esperto? Ou que uns quilinhos a menos vão te tornar mais atrativo aos olhos dos seus pretendentes? A ilusão faz com que você se acostume com pessoas que você vai perder mais cedo ou mais tarde. O capitalismo faz com que as pessoas definam elas mesmas a partir da perspectiva do mundo exterior.

3. Pare de pensar mais nos outros do que em você mesmo. As crianças estão felizes? Meu sócio ou chefe está satisfeito? Seus pais estão tranquilos porque você nunca deixa de ligar pra eles? Os problemas dos seus amigos foram resolvidos? Deixar pra pensar em você no futuro te levará a frustação. Quando Bronnie Ware, uma enfermeira australiana, perguntou para seus pacientes terminais sobre seus arrependimentos, a maioria respondeu: “o que eu mais me arrependo é de ter vivido para atender as expectativas dos outros, ao invés de ter tido coragem de viver minha própria vida”.

4. Pare de desistir quando alguma cosa dá errado. Thomas Edson ouviu, uma vez, que ele havia cometido mais de mil erros antes de conseguir inventar a lâmpada. Ele respondeu, então, que aprendeu mil vezes o que não funcionava. A partir do momento que você faz alguma coisa, ela tem chance de dar errado. Afinal, somente aqueles que não fazem nada têm chance de não cometer nenhum erro.

5. Pare de pensar na aceitação dos outros. Você está preocupado se sua mãe aceitará sua escolha? Você está preocupado com a pessoa que brigou com você na internet? Você está preocupado com a pessoa na rua te lançou um olhar de reprovação ou preocupado por não ter tido tantas curtidas no Facebook quanto esperava? Se você acha que mudar quem você é vai te ajudar a ser aceito por elas, você está bem perto de descobrir que está enganado.

6. Para de conter suas emoções. Seu chefe está bravo e, rangendo os dentes, fala sobre a importância de se manter calmo. Alguém conta uma “piada suja” a uma mulher que acha engraçado e quer rir, mas não pode, pois não é polido, nem elegante, uma mulher rir de uma piada como aquela. Quando alguma coisa que você fez é bem sucedida, você tende a fazer pouco caso da sua conquista (dizendo que foi sorte ou o acaso) para não parecer convencido ou metido. Essas “máscaras” de disfarce impedem você de mostrar seu verdadeiro sentimento. Como consequência, você não consegue lidar com a vergonha, medo ou sentimento de culpa, mas não pode bloquear essas emoções por não querer senti-las.

7. Pare de limitar seu potencial ao de outras pessoas. Um artista ou inventor é sempre um revolucionário que quer mudar o mundo. Ele não aceita o Status Quo. Quando Howard Schultz (o criador da Starbucks) tentava encorajar os americanos a beber Capuccino, as pessoas achavam que ele estava louco. Não deixe que outras pessoas limitem seu potencial. Einstein já dizia: “Algo só é impossível, até que alguém duvide e o torne realidade”.

8. Pare de esperar que as coisas mudem sozinhas. Você realmente acredita que seu companheiro virá se desculpar, ou que um problema particular se resolverá sozinho, ou que um bom emprego vai bater na sua porta pedindo pra você aceita-lo? Como um judeu diria: “você deve ser a causa das coisas, não o resultado delas”. Uma atitude passiva fará de você o objeto da ação de outra pessoa e te fará dependente do resto do mundo.

9. Pare de viver no passado. Você não pode mudar o que passou, somente o que está por vir. Se você aceitar o passado, será capaz de chegar a conclusões racionais e perdoar os erros e sofrimentos passados. Se você parar de pensar no “e se …” (porque você nunca poderá saber o que teria acontecido se tivesse feito diferente) e no “quando eu tinha sua idade…” (o que seria impossível trazer a realidade presente), aí então você será capaz de resolver muitos dos seus problemas.

10. Pare de pensar que as coisas serão fáceis. Você nunca terá coragem, se não tiver um pouco de medo. Sem inimigos, você nunca aprenderá como ser tolerante, e sem sofrimento, você nunca entenderá o que a sensibilidade significa. Passar a vida de modo fácil e cuidadoso só te faz construir relações superficiais com você mesmo e com outras pessoas, os problemas serão sempre evitados ou escondidos. “Nenhum marinheiro vai aprender a velejar, se o mar for calmo”.

11. Pare de gastar seu tempo com as pessoas erradas. Um patrão que você precisa agradar, ou um cliente que você precisa bajular, ou um tio que é a única pessoa que te acha engraçado. Bem, algumas pessoas simplesmente sugam sua energia. Você deve amar sua família, mas passe seu tempo com pessoas que contribuem para seu desenvolvimento e te faça feliz. Você não é perfeito! Não tem que ser amado por todo mundo.

12. Pare de destruir as coisas. Criticar alguém só para parecer melhor ou mais inteligente, ou ganhar dinheiro às custas de outra pessoa, ou mostrar que você é uma pessoa única e inigualável, ou ser uma pessoa sem caráter e humilhar alguém usando da sua posição ou autoridade são todos exemplos de comportamento destrutivo. Para fugir de sentimentos ruins, você não precisa recorrer à bebida, ao cigarro e outros semelhantes.


14. Pare de se comparar com os outros.
“Ela foi promovida antes de mim. Mas isso só aconteceu porque ela tem um corpo bonito e é mais atrativa para os homens”, “O filho do meu vizinho já aprendeu a falar, o meu ainda não”. Ficar se julgando se comparando com outras pessoas… Isso lhe parece familiar? Ou talvez seja hora de se perguntar: Eu sou melhor hoje do que eu era ontem? Afinal, ninguém será tão competente quanto você ao lidar com você mesmo.13. Pare de fugir das dificuldades. Mais de 60% que assistem Reality Shows, o fazem por não saberem com o que preencher suas vidas. Ficar o tempo todo em redes sociais, ou pegar o celular assim que tem um minuto livre, ou até comer impulsivamente são exemplos de vícios contemporâneos de pessoas que estão seguindo esse caminho. Você não pode evitar seus problemas, suas dificuldades emocionais ou suas deficiências. Ao invés disso, você deve encarar a realidade e assumir o desafio de superar suas dificuldades.

15. Pare de dizer aos outros somente o que eles querem ouvir. Se você é uma mulher, você pode ser elogiada pelo vestido que está usando mesmo não ficando bem nele. Se você é um homem, pode viver sua vida na crença de que é um mestre na arte do amor. Se você é um estudante, já deve ter ouvido que é o melhor aluno da turma. Uma crítica inteligente é melhor do que elogios vazios, e ser um enganador não irá ajudar ninguém, porque nenhuma pessoa será capaz de mudar sem um feedback, uma opinião verdadeira.

16. Pare de fingir ser quem você não é. Fazer um trabalho para uma pessoa que você odeia? Aceitar ir ao cinema com seu companheiro, quando, na verdade, você queria estar em casa? Se você pesquisar o número de pessoas que estão trabalhando em empregos que elas prefeririam não trabalhar, ou o número de pessoas em relações com pessoas que elas não amam, ou o número de pessoas que dizem alguém coisa que elas não sentem realmente ou fazem coisas que elas na verdade não querem fazer, o resultado seria assustador.

17. Pare de viver sua vida do jeito que os outros acham que você deve. Sua mãe diz que você deve se tornar um médico; seu professor diz que você nasceu pra ser um advogado; e uma revista nova acabou de publicar uma lista de trabalhos do futuro? Parece que muitas pessoas sabem o que você deve fazer da sua vida. Mas nenhuma delas colocará essas ideias em prática, e será você que ficará desapontado. Não há pessoa melhor que você para decidir a maneira como deve viver sua vida.

18. Pare de ignorar a importância de coisas pequenas. Uma pequena mensagem de texto pode fazer o dia do seu parceiro melhor. Um pequeno presente para seu filho pode fazê-lo feliz. Elogios não custam nada, e assistir o por do sol te fará lembrar da beleza do mundo. Com sua mente focada no futuro, com mil problemas pra lidar, você perde momentos da sua vida que nunca mais voltarão.

19. Pare de exagerar e ignorar as coisas. Um avião está com turbulência e um passageiro começou a se desesperar, contudo, isso não fará com que a turbulência pare e o avião provavelmente não vai cair. Todos os dias, alguém bebe um copo de vodka e diz que este será o último copo, mas isso continua por anos. Sua você baseia seu julgamento em fatos e na realidade, você será capaz de manter o bom senso e seu julgamento será mais justo e suas ações mais adequadas.

20. Pare de procrastinar. Você realmente acha que você vai ler todos os jornais que você deixou de lado? Você realmente acha que vai pedir sua namorada em casamento, mas não agora? Provavelmente você vai querer ter filhos um dia, mas aí você terá idade mais de avô do que de pai. As pessoas adiam as coisas por vários motivos: por medo de falhar, pela pressão de se forçar a fazer alguma coisa, por falta de vontade ou para evitar intimidade.

21. Pare de sentir pena de você mesmo. É outra pessoa que está te fazendo sentir mal? Você sofreu muito em sua vida e é incapaz de mudar algumas coisas no seu comportamento hoje? Se você vivesse em um país diferente ou se os políticos no seu país fossem melhores, você certamente seria uma pessoa bem sucedida. É isso que você pensa? Agir como vítima te permite abdicar da responsabilidade de controlar os outros, de encontrar desculpas para suas falhas, mas não te traz nada de bom.

22. Pare de fazer as coisas que são responsabilidades dos outros.Você emprestou dinheiro para alguém de novo, mas ele ou ela não parece que vai te reembolsar tão cedo? No trabalho, você está fazendo um trabalho que caberia a seu colega, dizendo que ele ainda está em fase de aprendizado. Você decide assumir uma coisa que seu marido preguiçoso deveria fazer? A habilidade de dizer “não” é tão importante quanto a habilidade de dizer “sim”, e você precisa saber dizer os dois para estabelecer limites.

23. Pare de reclamar. Pesquisas mostram que pessoas gostam de socializar com pessoas otimistas. Então, pare de reclamar e passe mais tempo com ‘vibes positivas’. É mais saudável e ajuda outras pessoas. E tem mais! Dizem que reduz o risco de pegar um resfriado!

24. Pare de controlar muitas coisas ao mesmo tempo. Seu companheiro vai mudar e se tornar a pessoa que você quer ele seja. Motoristas vão continuar com seu jeito de dirigir e empregados vão continuar fazendo seu trabalho como sempre fizeram até agora. Pessoas não estão dispostas a mudar só porque outras querem que elas mudem, e controlar os outros leva a emoções negativas, além de deixa-los desamparados. Cuidado com o que você realmente controla.

25. Pare de se preocupar tanto. O fato de seu namorado ou namorada estar olhando para outra pessoa não significa que ele vai te trair. O fato de seu patrão estar num dia ruim não significa que ele vai te despedir e seus filhos certamente voltarão pra casa sãos e salvos. A maioria das coisas pelas quais você se preocupa são resultado de pensamentos negativos sobre o futuro e nunca acontecerão.

Uma vez que você acreditar que é emocionalmente forte, você inconscientemente atuará de maneira mais firme e assertiva e começará a assumir o controle sobre seus caprichos emocionais.

A vida é composta por uma série de histórias sendo que cada um de nós tem uma única história para contar .  Existem bilhões e bilhões de histórias mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos  tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.

Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.

Vaidade, agressividade e inveja

Estamos tratando de um dos aspectos mais intrigantes da nossa condição: nascemos diferentes uns dos outros e vivemos numa sociedade onde, inexoravelmente, algumas propriedades serão mais valorizadas do que outras. Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra. Porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos freqüente chama mais a atenção. A inteligência sempre será valorizada e, quando especial, criará facilidades para a vida prática de seus portadores. O mesmo vale para o vigor físico, para dotes artísticos especiais, para a facilidade no trato com as pessoas etc.

Mesmo em um contexto ideal, no qual a competição não seja estimulada e seja até mesmo desencorajada, penso que a questão da comparação das pessoas entre si tenderia a ocorrer, gerando desconforto e humilhação em algumas das que se sentissem menos favorecidas. Acredito que num ambiente não competitivo muitas pessoas não se sentiriam tão prejudicadas por não serem portadoras de prendas excepcionais (o oposto do que acontece em sociedades como a nossa de hoje, onde a ambição, mesmo desmedida, é tida como virtude). Talvez fosse possível observar mais atentamente até mesmo o lado negativo daquilo que é muito valorizado: mulheres muito bonitas se acostumam a chamar a atenção por esta via e, com freqüência, se tornam displicentes no cultivo de outras prendas; a vida é longa, a beleza é efêmera e talvez tenham uma maturidade e velhice mais sofrida do que aquelas que nunca apostaram muito em sua aparência física. Este é apenas um exemplo, mas poderia ser estendido para outras propriedades muito valorizadas.

Ainda que em menor intensidade e envolvendo um menor número de pessoas, é provável que algumas pessoas se sentissem prejudicadas pelo fato de não terem sido as “eleitas” para serem portadoras de tantas prendas. Ao se compararem, sentirão a dor típica da ofensa à vaidade que é a humilhação. Sentir-se-ão agredidas pela simples presença daquelas virtudes no interlocutor. Reagirão com a agressividade típica deste tipo de mecanismo que chamamos de inveja: farão algum comentário depreciativo, desprezando justamente aquilo que gostariam de ter; farão com humor para disfarçar a sensação de inferioridade que está embutida em toda ação invejosa. A AGRESSIVIDADE SUTIL DIRIGIDA CONTRA PESSOAS, QUE NADA FIZERAM A NÃO SER EXISTIREM E SEREM COMO SÃO, É A MARCA REGISTRADA DA INVEJA.

Penso que é quase impossível que a inveja não exista. As pessoas teriam que ter a docilidade de aceitar sua condição sem nenhum tipo de frustração. Teriam que viver numa sociedade que não privilegiasse virtudes excepcionais e sim as de caráter democrático, acessíveis a todo o mundo. Teriam que, ao se comparar com as outras pessoas, não construir uma hierarquia: teriam que se reconhecer como diferentes e não como superiores ou inferiores. Este seria o mundo ideal, onde as pessoas seriam amigas e solidárias: estamos mais próximos do fim dos tempos do que dele.

O que não tem o menor sentido é atuarmos, consciente e deliberadamente, no sentido inverso, na direção de estimularmos a vaidade, a competição e, portanto, a rivalidade e a hostilidade entre as pessoas. Não sei se todas as pessoas são plenamente conscientes, de modo que vale o alerta: não se trata de um caminho obrigatório, pois não somos assim escravos da nossa biologia. Podemos amenizar ou estimular uma dada predisposição que faça parte de nossa natureza. Estamos no sentido inverso, transformando as pessoas em inimigos, rivais. As pessoas estão cada vez mais solitárias e desamparadas. Quanto mais fracas emocionalmente estiverem, mais serão escravas das “felicidades” aristocráticas, por meio das quais se sentem momentaneamente importantes. O círculo vicioso que estamos vivendo é terrível e já temos claros sinais de para onde é que estamos nos dirigindo.

Nossas qualidades atraem hostilidade

Crescemos e nos formamos levando em consideração, basicamente, aquilo que ouvimos dos nossos pais e professores.Por influência deles, somos levados a concluir que é conveniente sermos pessoas boas, esforçadas, trabalhadoras e gentis com os nossos colegas, uma vez que este é o caminho para sermos aceitos e queridos por eles.

Uma das mais desagradáveis surpresas que muitos de nós tiveram ao longo da adolescência reside no fato de que, exatamente por sermos portadores de tais qualidades, somos muito mais hostilizados que amados. A ideia de que o acúmulo de virtudes despertará o amor das pessoas parece lógica, de modo que quase todos se esforçam nesta direção.

Só não agem de modo legal aqueles que não conseguiram o desenvolvimento interior necessário para, por exemplo, controlar seus impulsos agressivos ou renunciar a determinados prazeres imediatos em favor de outros, maiores, colocados no futuro.

Assim, ao longo da vida adulta convivem dois tipos de pessoas: aquelas que conseguiram vencer estes obstáculos interiores e se tornaram criaturas melhores e outras que não foram capazes de ultrapassar estas primeiras e fundamentais dificuldades – e que se esforçam ao máximo para disfarçar suas fraquezas.

As primeiras são as que saíram vencedoras no primeiro combate importante da vida, o de “domesticar” seus próprios impulsos destrutivos, e se transformaram em criaturas portadoras das propriedades humanas que somos unânimes em catalogar como virtudes.

O que acontece? Os perdedores se sentem incomodados e humilhados pelo fato de não possuírem igual capacidade de controle interior.

Este dado é muito importante, pois indica que, independentemente do que digam, os perdedores sabem perfeitamente quais são as virtudes e as apreciam; não aderem a elas porque isto implica em um esforço que não são capazes de fazer.

De todo modo, os perdedores – que adoram desfilar como “superiores” e indiferentes às questões da moral –, por se sentirem humilhados, também se sentem agredidos pela presença daquelas virtudes em uma outra pessoa que não neles próprios.

Comparam-se com o virtuoso, consideram-se inferiores a eles, sentem-se por baixo, irritados com a presença daquelas virtudes que adorariam possuir. A vaidade dos perdedores fica ferida e eles, como têm pouca competência para controlar a agressividade, saem atirando pedras.

É claro que tais pedradas têm de ser sutis para que não denunciem todos os passos do mecanismo da inveja: reação agressiva derivada de suposta ofensa na vaidade daquele que se sentiu inferiorizado por não ter as virtudes que lhes provocaram a admiração.

Sim, porque o invejoso admira muito o invejado; senão seria tudo totalmente sem sentido. Saber que o bandido inveja o mocinho é uma das razões da esperança que sempre tive no futuro da nossa espécie.

A agressividade sutil derivada da inveja nos derruba, entre outras razões, porque ela vem de pessoas que gostaríamos que nos amassem.

Afinal de contas, nos esforçamos tanto para conseguirmos os bons resultados justamente para ter essa recompensa. É difícil para um filho perceber que suas qualidades despertam em seu pai emoções contraditórias: por um lado, a admiração se transforma em inveja, de modo que o pai se ressente da boa evolução do filho.

O mesmo acontece entre mães e filhas, sendo inúmeras as exceções onde a admiração não dá origem à vertente invejosa.

As “agulhadas”, as indiretas e as observações depreciativas e inoportunas próprias da inveja existem de modo muito intenso entre irmãos (eternos rivais), entre marido e mulher, assim como em todas as outras relações sociais e profissionais.

É praticamente impossível uma pessoa se destacar por virtudes ou competências especiais sem ser objeto da enorme carga negativa derivada da hostilidade invejosa.

O mais grave é que não fomos educados para isso, de modo que nos surpreendemos e ficamos chocados ao observarmos esse resultado. A decepção é tal que muitos se desequilibram quando atingem algum tipo de destaque, condição na qual são levados a um estado de solidão – o oposto do que pretendiam.

Uns se drogam e outros tratam de destruir rapidamente o que construíram, de modo a deixarem de ser objeto de inveja.

Tudo isso é, além de triste, inevitável, ao menos no estágio atual do nosso desenvolvimento emocional. Poderíamos ser ao menos alertados por uma educação mais sincera e sem ilusões.

Toda ilusão trará uma desilusão!

A maior parte das pessoas jamais imaginou, por exemplo, o volume de problemas e de decepções por que passam as moças mais belas, especialmente quando isso se associa a uma inteligência sofisticada e a uma formação moral requintada.

São portadoras daquelas virtudes que mais aparecem e encantam a todos. São, por isso mesmo, objeto de uma hostilidade inesperada e enorme. Ficam totalmente encurraladas e quase nunca sabem como sair da situação a não ser destruindo algumas de suas propriedades.

Guia prático para abraçar o medo

Para afiar a percepção de que estas ações só fazem sentido dentro deste jogo específico, separei um pequeno guia. A ideia é percebermos a prisão desta dualidade operando e, então, podermos nos posicionar além dela, num lugar onde o fracasso e o sucesso sequer sejam questões para orgulho ou sofrimento, mas fruto de ações mais ou menos autônomas, diminuindo expectativas e removendo pesos desnecessários.

1. Quando for bem sucedido em algo e o orgulho surgir, pare e olhe fixamente para o ocorrido. Observe como, no final, todo o esforço de repente começa a perder o sentido, uma espécie de vazio surge e, numa tentativa de evitá-lo, automaticamente já buscamos um novo objetivo, um novo esforço para empreendermos. Isso acontece, pois o sucesso, de fato, é vazio, não tem um sentido último, assim como o próprio fracasso. Então, abra os olhos para a percepção de que o orgulho é inflado por menos do que ar, por puro vazio. So, what’s the deal?

2. Ao fracassar, perceba o mesmo fenômeno. Perceba como, da mesma maneira, ao fracassar, deixamos algo vazio nos atingir e levar ao chão.

3. Viva de maneira imperfeita. Desista da perfeição, desista de ser um gênio. Os verdadeiros gênios estão muito ocupados fazendo algo concreto, ao invés de se preocuparem em ser perfeitos. Eles estão falhando constantemente, seguindo em frente e, volta e meia, acertam.

4. Caso perceba-se suscitando culpa, remorso ou tentando justificar-se,reconheça que está sendo arrastado. Pare e siga em frente.

5. Flagre-se com medo. Reconheça-o surgindo e desafie-o. Faça exatamente aquilo que travou seus pés e o impediu de caminhar. Treine agir em meio ao medo. Caso seja bem-sucedido, volte ao passo 1. Caso fracasse, passo 2.

Talvez esta não seja a melhor e nem a última forma de encarar um obstáculo que, muitas vezes, está mais enraizado do que gostaríamos de admitir. Este é apenas um entre muitos métodos existentes para fazê-lo. Método este que não tem respaldo científico algum, sendo apenas a minha experiência, totalmente sem garantias.

1 – Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente

As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

O medo. Esse incontestável “inimigo”!
Como lidar com ele.

O medo surge quando as nossas fantasias nos parecem reais. Ele não é real, mas para nós, parece ser.

O medo é um sentimento de fraqueza. Nem sempre possui algo de concreto que o justifique. São pensamentos. Pressuposições do nosso cérebro.

Conhecemos o medo como sendo nosso grande inimigo. Existe, porém a possibilidade de o descobrirmos como nosso amigo.

O medo, visto como inimigo, é aquele que nos paralisa. Ele impede que façamos alguma coisa, na direção de nossos objetivos. Faz com que fiquemos no mesmo lugar, sem progresso e sem mudanças significativas em nossa vida. Ele gera pensamentos assim:

– E se não der certo? Os empecilhos são muitos, é melhor não arriscar, é perigoso, posso me machucar, posso me dar mal.

E aí, não fazemos nada. Assim, nada muda. Tudo fica do jeito que está.

O medo não permite que entremos em contato com o objeto desse medo e, portanto, impede que aprendamos a lidar com ele. Se não sabemos lidar com ele, continuamos subjugados por ele, à sua mercê, ou seja, sofrendo, e nos limitando.

Quando o consideramos como nosso amigo compreendemos que, se por um lado nos impede de aprender a lidar com o objeto do medo, por outro lado não permite que nos exponhamos ao perigo. Ele nos protege do perigo. Daquilo que o nosso cérebro considera perigoso. Ele nos protege daquilo de que temos medo. Ele é benéfico, por um certo ângulo. É, portanto, ambíguo e limitante. Tem duas funções: o lado bom e o lado que nos prejudica.

Essa proteção que ele nos dá pode não ser tão importante que valha a pena mantê-lo conosco. Talvez não seja suficiente para compensar o mal estar que provoca.

O mais adequado talvez seja eliminarmos o medo de nossas vidas e colocarmos algo melhor no lugar. Por exemplo: se alguém tem medo de avião perde oportunidades de conhecer lugares muito agradáveis. Descobrindo-se a origem do medo, é possível eliminá-lo. Assim, sua vida poderá mudar consideravelmente, quando a pessoa puder viajar e conhecer outros lugares.

É claro que precisamos entender e respeitar o medo de cada um. Sem críticas ou julgamentos. Sem achar que seja exagero ou bobagem, pois quem o sente é que conhece a verdadeira dimensão de seu mal estar.

Devemos compreender que é normal ter medo, e que eles podem ser eliminados da nossa mente, nosso cérebro, da nossa vida, dos nossos comportamentos.

Uma das formas de se fazer isso é exercitando a mudança de pensamentos e dirigindo a nossa atenção para o lado oposto. Para o lado positivo do medo. Consequentemente ocorrerá também uma mudança de comportamentos.

Por exemplo: se alguém tem medo de elevador, não poderá morar nem trabalhar em prédios altos, ou, se o fizer, poderá tornar-se um atleta, de tanto subir e descer escadas. Se perder esse medo ele poderá ganhar tempo, facilitar sua vida, porém corre o risco de, talvez, perder a forma física ou engordar. Depende de sua escolha. Nem sempre é conveniente perder-se alguns medos.

Há uma grande variedade de medos, como:

– Fobias diversas, o medo da morte, da falta, da rejeição, do abandono, da violência, de sair de casa (agorafobia); de envelhecer, de gente, de falar com outras pessoas, de falar em público; de lugares fechados, como elevador; de mudar, de não mudar; da felicidade, do ridículo, da intimidade, do desconhecido; medo de amar, medo de sofrer; medo do medo (que é o pânico); medo de errar. Este é um dos mais poderosos, e tem força suficiente para nos paralisar.

As pessoas não têm apenas um medo. Podem possuir vários, ao mesmo tempo e há até algumas pessoas que dizem ter medo de tudo.

Mesmo as pessoas que dizem não ter medo de nada, talvez até tenham medo de pensar em ter medo.

Alguns medos vêm do instinto de sobrevivência e eliminá-lo pode ser um risco à segurança da pessoa. É conveniente, portanto, mantê-lo sob controle e não, tornar-se escravo dele.

A fobia é algo que está fora do controle consciente da pessoa. É gerada por alguma circunstância traumática, quando foi aprendido que aquela situação oferecia perigo. O inconsciente, então, mantém a fobia, para afastar a pessoa daquela situação perigosa. Por exemplo, o medo de bichos ou insetos, como barata, aranha, ratos, entre outros.

Entre os medos mais comuns e mais fortes destacam-se:

O medo da felicidade.

Há pessoas que têm medo até da felicidade. Não acreditam no próprio merecimento. Seu medo é de que a felicidade acabe e traga sofrimento. Preferem deixar as coisas como estão, que assim, pelo menos, elas sabem o que está acontecendo e sabem administrar.

Para vencer esse medo é necessário acreditar no próprio merecimento e no seu direito à felicidade. Todas as pessoas merecem o que há de melhor. Se cada um se propuser a fazer tudo o que depender de si mesmo para ser feliz, usando todas as suas capacidades, a felicidade poderá ser mais facilmente conquistada e mantida. Guardando os momentos felizes na sua memória, ao invés de guardar os piores.

O medo do futuro

Como será o amanha? Ninguém sabe. Ninguém nem ao menos sabe se estará vivo amanha. O futuro deve ser preparado no presente para que seja de sucesso. Todas as condições de ação e de movimento estão no presente.

As experiências do passado e o aprendizado que trouxeram são muito úteis e fazem parte da pessoa hoje, no aqui e agora. Ela trouxe para o presente, todo o seu aprendizado, como, por exemplo, fazer contas, escrever, desenhar, dançar, usar o computador, falar inglês. Ter um diploma e/ou uma profissão. Tudo o que foi aprendido no passado está gravado no seu cérebro aqui no presente, hoje. Aqui é que ele é útil e pode ser usado. Só no presente, que é o seu ponto de poder.

O medo da rejeição

É auto-rejeição. Se a pessoa não mostrar quem é os outros não saberão. Todos querem a aprovação alheia. Querem agradar para obter reconhecimento. Forçam situações e comportamentos na tentativa de serem aceitos. Fazem-se de “bonzinhos” e não expressam o que realmente sentem. Seduzem e fazem de tudo, em troca de retribuição. Querem apoio ao invés de rejeição. Têm dentro de si um vazio, que procuram preencher com a aprovação alheia.

Ser bom não é ter a obrigação de fazer tudo para os outros. Não é preciso fazer tudo que os outros querem, a não ser que seja um prazer. Que seja aquilo que também se quer. Sem expectativa, sem esperar nada em troca.

Pânico

O pânico é caracterizado por uma somatória de medos, entrelaçados, que geram profundo mal estar. É um medo exacerbado, que paralisa a pessoa que o sente, impedindo que ela, até mesmo, saia de casa. Ela tem medo de se sentir mal e de passar por outras situações piores e então prefere não arriscar-se. Escolhe uma situação de aparente proteção. Aparente porque, mesmo assim, acaba se sentindo mal.

O outro lado do pânico é a vantagem e os ganhos que a pessoa obtém, pelo fato de não se expor. O fato de atrair atenções para si, ou a tentativa de manipular as pessoas mais próximas através de sua aparente incapacidade. Recebem atenção, companhia, cuidados, ajuda, entre outras vantagens.

Talvez, no seu inconsciente, ela não conheça outras maneiras de conseguir essa atenção. Há outras causas envolvidas na sensação de pânico, pois cada caso é diferente um do outro e todas as pessoas são individualidades distintas. Há que se estudar cada caso.

O Medo de errar.

O medo de errar está intimamente ligado ao medo da rejeição. Surge o pensamento: se eu errar, posso ser rejeitado. Ou: “se eu não fizer do jeito do outro, ele, ou ela, não vai mais gostar de mim”.

Todos já passaram pela experiência de começar a fazer algo e ficar pensando se vai dar certo ou não. Todos já tiveram, talvez, o medo de encarar uma situação e ir em frente, para realizar aquilo a que se propôs.

Muitos chegam a desistir de seu propósito, pela simples suposição de que pode dar errado. Não arriscam. Outros vão em frente e conseguem.

É um medo de que descubram a verdade a nosso respeito.

É o medo do desconhecido. Quando a situação é conhecida, a pessoa sabe lidar com ela. Já conhece, mais ou menos os resultados. Se tomar um atitude diferente, não sabe o que vai acontecer. Pode ser que o resultado novo seja bom ou não. É melhor não arriscar, não fazer, não ir, não tomar atitudes. Se arriscar, é possível ganhar, ou perder.

Há 50 por cento de chance de ganhar e 50 por cento de perder!

Se você arrisca e faz, você já parte com 50 por cento de chance de vitoria. Se você não arrisca, não há nenhuma possibilidade de vitória. Já perdeu!

Medo de errar é vaidade e arrogância camufladas. É querer mostrar para os outros o que não é. Mostrar como é melhor que os outros. A pessoa age dessa maneira, na verdade não se aceita como é.

O medo do ridículo.

Têm medo de parecerem ridículas e deixarem de ser a pessoa “certinha”. Isso demonstra muita pretensão. Não reconhecem que são seres humanos, sujeitos a erros e enganos.

Acertar é apenas mostrar o que já sabe. Não há nenhuma novidade nisso. Todo mundo mostra o que sabe, o tempo todo. Enganar-se ou fazer algo errado é um exercício, é um treino, dá uma grande oportunidade de aprendizado. Tudo na vida precisa de treino. Todos precisaram de ,muito treino, por exemplo, quando aprenderam a andar, a falar, a ler, escrever, ou a dirigir. Cada etapa foi sendo vencida, uma após a outra, no seu tempo.

Se pensarmos sobre o que, de pior, pode acontecer se cometermos alguma falha ou engano compreenderemos que nada de tão sério aconteceria. O nosso cérebro tem o hábito de pressupor acontecimentos nefastos. De qualquer forma, tudo tem jeito de se resolver e solucionar e, na maioria das vezes, de se fazer de novo.

Se aquilo que se faz não dá o resultado desejado, há sempre a chance de se fazer diferente, quantas vezes for preciso.

Esse é o caminho do aprendizado. Fazer sempre diferente. Aprendendo com os próprios erros. Extraindo deles o melhor ensinamento.

Todos têm diariamente muitas oportunidades de fazerem algo novo. O processo evolutivo, de crescimento individual é baseado nas mudanças e nos novos aprendizados .

Ha uma fórmula para se libertar desses medos. Para se aceitar como se é, como uma pessoa maravilhosa e cheia de qualidades, capacidades, que talvez nem a própria pessoa reconheça que tem.

A fórmula é confessar tudo o que se acha de si mesmo. Aceitar o que fez e admitir o que realmente sente:

“Eu fiz mesmo e pronto! Sou humano e posso errar. Confesso que fiz!”

Perdoar-se! Compreender que é humano, que é, como todo mundo, sujeito a falhas. Que não há porque ter culpa ou arrependimento. Aceitar-se com todas as suas possibilidades de falhas. Sempre há a oportunidade de refazer.

Há também a fórmula do sucesso ou do fracasso, que é uma só: o que se acredita.

Se alguém acredita que pode algo, está certo.

Se acredita que não pode, também está certo. Pois, ao acreditar que não pode, não vai fazer nada. Vai ficar onde está. O medo vai segurá-lo no lugar onde está. Ao acreditar que pode, a própria pessoa abre todas as portas para a sua realização plena.

Exercícios

  • Escolha seu maior medo, dessa lista ou outro que eu não falei, e vamos fazer um exercício rápido. Peça para alguém ler para você o exercício.
  • Respire profundamente. 3 vezes
  • Feche seus olhos.
  • Imagine-se na situação que lhe causa medo e o assusta.
  • Crie uma imagem, como se você estivesse vivenciando aquela situação que lhe causa medo. Como uma fotografia. Fique olhando para ela
  • Você pode perceber que essa fotografia é velha, antiga, meio amarelada. Possui uma moldura barroca,, antiga, envelhecida, gasta. As cores da foto estão desbotadas, e um tanto manchadas.
  • Imagine que está colocando essa foto em uma parede, como um quadro, junto com outros quadros antigos.
  • Imagine que ela está em um museu e deixe-a ficar ali para sempre. Vá afastando essa imagem até ela desaparecer. Abra seus olhos.

Com Medo de Ser Feliz

O encontro amoroso pleno é o sonho da maioria das pessoas que tenho conhecido. E como são poucas as que chegam lá! Será por coincidência? Seriam as dificuldades externas – obstáculos de todo tipo – que impediriam a realização do amor?

Não acredito em nada disso. Penso que existe um “fator antiamor”presente em nossa mente.

Trata-se do medo, que é derivado de várias fontes. A mais óbvia delas é a relacionada com a dependência. Sim, porque é absolutamenteimpossível amar sem depender, sem ficar na mão do ser amado. Se ele fizer mau uso disso, acabará nos impondo grande sofrimento e dor.

É por isso que muitas pessoas preferem renunciar à entrega amorosa.Preferem ser amadas em vez de amar. Pode parecer esperteza, mas na realidade é covardia.Além da dependência, há vários medos relacionados à experiência do amor. Vou me dedicar a mais um, talvez mais importante que os outros. É o medo da felicidade.

Nada faz uma pessoa tão feliz quanto a realização amorosa. Quando estamos ao lado do amado, a sensação é de plenitude, de paz. O tempo poderia parar naquele ponto, pois todos os nossos desejos teriam sido satisfeitos.

No entanto, logo depois da euforia surge a inquietação, acompanhada de um nervosismo vago e indefinido. Parece que alguma desgraça está a caminho, aproximando-se a passos largos. Temos a impressão de que é impossível preservar tamanha felicidade. Não adianta nem mesmo seguir os rituais supersticiosos: bater na madeira, fazer figa… Aliás, tais atitudes derivam justamente da incredulidade que nos domina quando as coisas vão bem demais em qualquer setor da vida.

Deixando de lado as importantes questões teóricas relacionadas à existência desse temor, podemos dizer que o medo da felicidade tem como base o receio de sua futura perda. Quanto mais contentes e realizados nos sentimos, tanto mais provável nos parece o fim desse“estado de graça”.

Segundo um estranho raciocínio, as chances de ocorrerem coisas dolorosas e frustrantes aumentam muito quando estamos felizes. O perigo cresceproporcionalmente à alegria. Dessa forma, à sensação de plenitude vai se acoplando o pânico.

Então o que fazemos? Afastamo-nos deliberadamente da felicidade.Cometemos bobagens de todo tipo: arrumamos um modo de magoar a pessoa amada, de inventar problemas que não existem ou exageramos a importância dos pequenos obstáculos.

Escolhemos parceiros inadequados, prejudicando às vezes outras áreas importantes da vida: saúde, trabalho, finanças. Para reduzir os riscos de uma hipotética tragédia, procuramos um jeito de apagar nossa alegria. Enfim, criamos uma dor menor com o objetivo de nos proteger de uma suposta dor maior.

O medo de perder o que se alcançou existe em todos nós. Porém, gostaria de registrar com ênfase que a felicidade não aumenta nem diminui a chance de fatos negativos acontecerem. Trata-se apenas de um processo emocional muito forte, mas que não corresponde à verdade.Felicidade não atrai tragédias! É só uma impressão psíquica.

O que fazer para nos livrarmos dessa vertigem simbólica que torna a queda inevitável? Como sair do impasse e ter forças para enfrentar o amor?

Só há uma saída, já que não se conhece a “cura” do medo da felicidade. É preciso diminuir o medo da dor. Assim, ganharemos coragem para lidar com situações que geram alegria e prazer.

Perder o receio de sofrer é necessário até porque a felicidade poderá de fato acabar. Não tem cabimento, porém, deixar de experimentá-la, pensando apenas nessa eventualidade.Todo indivíduo que andar a cavalo estará sujeito a cair. Só terá certeza de evitar acidentes quem nunca montou. Isso, repito, é covardia e não esperteza.

Reconhecer em si forças suficientes para suportar a queda e ter energias para se reerguer mostra coragem e serenidade. Uma pessoa é forte quando sabe vencer a dor.

Trata-se de um requisito básico para o sucesso em todas as áreas da vida, inclusive no amor. Ninguém gosta de sofrer, mas não é moralismo religioso dizer que superar as frustrações é a conquista mais importante para quem quer ser feliz.

Você deseja a realização de seus sonhos? Então, tem de correr o risco de cair e se sentir capaz de sobreviver à dor de amor!